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Economia Melhores Investimentos

Strategy anuncia compra de Bitcoins e reserva em dólares

23/06/2026 por Redação

Aporte da Strategy foi de US$ 35 milhões em Bitcoin e reserva de 300 milhões em dólares

A Strategy, considerada a maior empresa de tesouraria em Bitcoin do mundo, divulgou nesta segunda-feira (22) a aquisição de US$ 35 milhões da criptomoeda. Além disso, a companhia acrescentou US$ 300 milhões à sua reserva em dólar, evidenciando um ajuste em sua estratégia. Esta é a terceira ocasião no mês em que a Strategy amplia sua posição em USD. Anteriormente, a empresa já havia incorporado US$ 900 milhões no dia 8 de junho e mais US$ 100 milhões em 15 de junho.  O fundador da empresa, Michael Saylor, foi quem divulgou a informação nas redes sociais.

“A Strategy aumentou sua reserva em dólares americanos em US$ 300 milhões, para US$ 1,4 bilhão, e planeja continuar repondo esse montante para dar suporte à qualidade de crédito de seus títulos de Crédito Digital. Também adquirimos 520 BTC por US$ 35 milhões, elevando nossa reserva de BTC para ₿ 847.363”, disse Saylor.

No formulário 8-K encaminhado à SEC, é possível observar que a empresa se desfez de US$ 335,5 milhões em MSTR para viabilizar essas aquisições, sem realizar captação por meio da venda de STRC, já que a ação preferencial ainda é negociada abaixo do patamar de US$ 100. Enquanto isso, o Bitcoin é negociado na faixa dos US$ 65.200 no momento desta redação, registrando uma leve valorização de 2% nas últimas 24 horas.

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Melhores Investimentos Tecnologia

Tether aposta em ouro digital e muda regras dos pagamentos globais

08/06/2026 por Redação

A nova estratégia da Tether com o XAUT levanta dúvidas sobre o impacto dessa integração entre criptoativos e consumo diário em mercados emergentes e grandes redes de pagamento.

O mercado de ativos digitais lastreados em ouro continua em forte expansão, ultrapassando a marca de US$ 5,3 bilhões em capitalização global. Esse avanço reflete a crescente busca por alternativas de proteção de valor em um cenário de maior incerteza econômica internacional.

Dentro desse segmento, a Tether consolidou posição de destaque ao responder por mais de US$ 2,6 bilhões desse total, reforçando sua relevância na emissão de instrumentos digitais vinculados ao metal precioso e na estruturação desse nicho em escala global.

A movimentação do setor também vem sendo impulsionada por novas soluções de pagamento que aproximam o ouro digital do consumo cotidiano. A integração entre ativos tokenizados e sistemas tradicionais de compra tem acelerado a adoção desses produtos em diferentes mercados.

Nesse contexto, a parceria entre a Tether e a Fasset introduziu um cartão de pagamentos conectado à rede Visa, permitindo a utilização de criptoativos em estabelecimentos físicos ao redor do mundo com conversão instantânea no momento da compra.

O funcionamento do sistema envolve a transformação automática do ativo XAUT em moeda fiduciária no instante da transação, passando por uma etapa intermediária em USDT antes da liquidação final no comércio, tudo em questão de segundos.

Além da funcionalidade de pagamento, o modelo também inclui incentivos financeiros, com cashback de até 6% em operações qualificadas. Os valores retornam ao usuário na forma de ativos lastreados em ouro, reforçando a lógica de acúmulo de reserva de valor dentro do próprio uso diário.

Outro recurso relevante é o arredondamento automático de compras, que direciona pequenas frações de cada gasto para aquisição contínua do ativo XAUT, permitindo que o usuário acumule exposição ao ouro de maneira progressiva e automatizada.

Segundo executivos da Tether, essa estrutura altera a forma como o ouro é percebido no sistema financeiro, deixando de ser apenas uma reserva estática para assumir um papel mais ativo dentro de pagamentos e circulação de capital global.

O presidente da companhia, Paolo Ardoino, destaca que a proposta amplia o acesso a transações sem barreiras geográficas, permitindo o uso de ativos digitais em compras do cotidiano, como supermercados e estabelecimentos locais, por meio de integração com aplicativos de pagamento.

Já a parceira Fasset atua fortemente nos mercados da Ásia e África, oferecendo infraestrutura para conversão rápida entre ativos digitais e moeda fiduciária, o que facilita a adoção em regiões com maior dependência de dinheiro físico.

De acordo com seu CEO, Mohammad Raafi Hossain, a empresa já movimenta cerca de US$ 32 bilhões anuais e tem como objetivo expandir o uso do XAUT em mercados emergentes, utilizando o cartão de pagamentos como ferramenta para ampliar o acesso do público geral a esse tipo de ativo.

O crescimento desse ecossistema ocorre em meio a uma demanda crescente por estabilidade financeira em regiões afetadas por forte volatilidade cambial e perda de poder de compra, impulsionando a adoção de instrumentos digitais com lastro em ouro.

Como parte dessa estratégia de expansão, a emissora do ativo anunciou a destinação de até US$ 1 milhão para reforçar programas de recompensas ligados às transações diárias, estimulando o uso contínuo da plataforma e consolidando sua presença no varejo digital global.

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Economia Melhores Investimentos

Receita Federal surpreende em evento internacional sobre criptomoedas

20/03/2026 por Redação

Durante encontro global, a atuação da Receita Federal chamou atenção ao revelar estratégias inéditas que podem mudar o combate a crimes com criptomoedas.

A atuação da Receita Federal do Brasil vem ganhando projeção internacional ao assumir um papel estratégico no combate a crimes financeiros envolvendo ativos digitais. Esse protagonismo ficou evidente durante a Conferência Regional promovida pelo GAFILAT, realizada na Cidade do México, que reuniu autoridades de 18 países da América Latina e do Caribe. O encontro contou com a participação de cerca de 120 especialistas, entre representantes de unidades de inteligência financeira, membros do Judiciário e promotores, além de executivos do setor privado.

Entre os destaques do evento esteve a presença inédita da Receita Federal como única administração tributária participante, reforçando a relevância crescente do fisco no enfrentamento à lavagem de dinheiro. A apresentação brasileira evidenciou como o uso de tecnologia avançada vem ampliando a capacidade de monitoramento e investigação, especialmente em operações envolvendo criptomoedas.

Um dos pontos centrais foi o detalhamento do Projeto Analytics, iniciativa baseada em inteligência artificial que permite o processamento de mais de 500 milhões de transações por ano. A ferramenta utiliza análise de redes complexas para identificar padrões suspeitos e rastrear movimentações financeiras. Durante a apresentação, o auditor-fiscal Pedro Augusto Frantz demonstrou, com exemplos práticos, como a integração entre dados fiscais tradicionais e informações extraídas de blockchain possibilita identificar os verdadeiros responsáveis por recursos ocultos.

O sistema já tem aplicação direta na detecção de fraudes sofisticadas, incluindo esquemas do tipo pirâmide, além de identificar corretoras de criptoativos que operam sem autorização no Brasil. Outro avanço relevante é a capacidade de mapear estruturas empresariais complexas no exterior, frequentemente utilizadas para ocultar patrimônio e dificultar a rastreabilidade dos valores.

A adoção intensiva de tecnologia chamou a atenção de organismos internacionais e contou com apoio de entidades como a União Europeia e o Grupo de Ação Financeira Internacional. No mesmo evento, representantes de empresas do setor, como a Binance e a Bitso, participaram de debates sobre regulação e conformidade, ao lado de especialistas internacionais.

As discussões também abordaram a evolução das regras globais de transparência, com destaque para o Crypto-Asset Reporting Framework, desenvolvido pela OCDE. O modelo prevê a troca automática de informações entre países, com o objetivo de identificar os beneficiários finais por trás de carteiras digitais e estruturas offshore, ampliando o controle sobre operações transnacionais.

O avanço brasileiro não passou despercebido. A recente Portaria RFB nº 647 de 2026 foi apresentada como referência internacional ao estabelecer diretrizes para o uso de inteligência artificial na administração tributária. Trata-se de um dos primeiros marcos regulatórios no mundo voltados especificamente à governança de IA aplicada à fiscalização fiscal.

Como reflexo direto desse protagonismo, a direção do GAFILAT indicou, ao final do encontro, a intenção de propor formalmente a inclusão de administrações tributárias como membros da organização. A iniciativa reforça o entendimento de que a cooperação entre autoridades fiscais e órgãos de inteligência é essencial para enfrentar o avanço do crime financeiro global.

Com isso, o Brasil se posiciona não apenas como participante, mas como referência na construção de novas diretrizes internacionais, consolidando o uso de tecnologia e integração de dados como pilares no combate à lavagem de dinheiro e às fraudes envolvendo criptoativos.

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Economia Tecnologia

Tether surpreende em desafio global de IA

12/02/2026 por Redação

Em meio aos avanços da inteligência artificial, a Tether ganha destaque internacional com um feito que pode mudar o debate sobre privacidade e tecnologia descentralizada.

A Tether, empresa responsável pela emissão da stablecoin USDT — a maior criptomoeda atrelada ao dólar em valor de mercado — voltou a ganhar destaque, desta vez fora do universo estritamente financeiro. A companhia anunciou que conquistou a quarta colocação no “Brain-to-Text ’25”, competição internacional promovida pela plataforma Kaggle e voltada ao desenvolvimento de modelos de inteligência artificial capazes de converter sinais neurais em texto compreensível.

O resultado foi alcançado por meio da Tether EVO, divisão dedicada a pesquisas de fronteira na interseção entre biotecnologia e aprendizado de máquina. A equipe superou mais de 460 participantes, incluindo grupos formados por cientistas de dados e instituições acadêmicas de ponta, consolidando sua posição em um dos segmentos mais complexos da inovação tecnológica: as interfaces cérebro-computador.

O desafio impôs um nível elevado de sofisticação técnica. Os competidores precisaram transformar 256 canais simultâneos de atividade neural bruta em linguagem estruturada e fluente, sem o auxílio de alinhamento temporal preciso. Para isso, a Tether EVO utilizou registros de eletrocorticografia (ECoG) na decodificação dos padrões cerebrais, demonstrando robustez na interpretação de dados neurais de alta dimensionalidade.

Além do desempenho na competição, o projeto serviu como validação do modelo tecnológico adotado pela empresa. A arquitetura segue a abordagem conhecida como “local-first”, na qual o processamento ocorre diretamente no dispositivo do usuário, reduzindo a dependência de grandes servidores centralizados. Essa escolha não apenas diminui a latência, como também reforça a proteção de dados sensíveis, especialmente em aplicações que lidam com informações neurais.

Segundo Paolo Ardoino, CEO da Tether, a próxima etapa da evolução tecnológica envolve a convergência entre o potencial do aprendizado de máquina e a singularidade do cérebro humano. Para o executivo, avanços em inteligência artificial aplicados à neurociência devem preservar a autonomia individual, mantendo o controle das informações sob responsabilidade do próprio usuário, e não de grandes data centers com acesso a dados extremamente íntimos.

A estratégia da empresa também carrega uma crítica implícita ao modelo predominante das Big Techs. Ao defender sistemas mais eficientes e descentralizados, a Tether sustenta que alto desempenho computacional não exige necessariamente infraestruturas massivas ou concentração de poder tecnológico. O objetivo é demonstrar que inovação em inteligência artificial pode caminhar lado a lado com soberania digital.

A Tether EVO concentra suas pesquisas no desenvolvimento de neuropróteses e soluções de interface cérebro-computador, explorando a convergência entre biologia e algoritmos avançados. O compromisso com a inteligência descentralizada, segundo a companhia, garante que a tecnologia atue como instrumento de liberdade e ampliação das capacidades humanas — e não como mecanismo de controle.

Com o resultado no “Brain-to-Text ’25”, a empresa transforma um desempenho técnico em prova de conceito de uma infraestrutura voltada à preservação da soberania individual. Em um cenário global no qual inteligência artificial, privacidade e descentralização se tornaram temas centrais, a iniciativa posiciona a Tether como protagonista em um debate que vai além do mercado de criptomoedas e alcança o futuro da interação entre mente e máquina.

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Economia

Minerador encontra sozinho bloco de Bitcoin

19/08/2025 por Redação

Ao encontrar sozinho bloco de Bitcoin, minerador faturou quase R$ 2 milhões.

Um minerador independente de Bitcoin (BTC) conseguiu um feito raro no domingo (17) ao superar as grandes operações que dominam a rede da criptomoeda. Ele resolveu o bloco 910.440 da blockchain e recebeu 3,137 BTC como recompensa — cerca de US$ 365 mil (R$ 1,9 milhão) na cotação atual.

O bloco, que continha 4.913 transações, foi minerado por meio do Solo CKPool, serviço que permite a participação de usuários anônimos sem a necessidade de manter um nó completo. Atualmente, a recompensa por bloco é de 3,125 BTC, mais as taxas de transação.

Mineradores solo operam de forma independente, em contraste com empresas que concentram grande parte da indústria, como Foundry, MARA e Luxor. No início da rede, era possível minerar Bitcoin em laptops, mas a crescente complexidade do processo transformou a prática em operações industriais com equipamentos de alto custo. Vale destacar que a mineração da maior criptomoeda do mundo tem se tornado cada vez mais difícil devido ao aumento da dificuldade e à natureza volátil do preço da moeda digital

No momento da redação desta matéria, o Bitcoin está sendo negociado a R$ 620.663,57, ou seja, o equivalente a US$ 117.259,78.

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Economia Tecnologia

Coinbase entra para o índice S&P 500

14/05/2025 por Redação

Coinbase é a primeira correta de criptomoedas a aparecer no S&P 500.

Falar de Bitcoin e criptomoedas nos dias de hoje já é algo normal, mas o avanço das atividades financeiras digitais não para. Prova disso é que a Coinbase, uma das maiores corretoras de criptoativos do mundo, agora aparece na lista do índice S&P 500. A S&P Global, por meio de nota, confirmou a entrada da Coinbase no índice em substituição à Discover Financial Services (DFS).

“A Coinbase Global Inc. (NASD: COIN) substituirá a Discover Financial Services (NYSE: DFS) no S&P 500 antes da abertura do pregão na segunda-feira, 19 de maio. A Capital One Financial Corp. (NYSE: COF), constituinte do S&P 500, está adquirindo a Discover Financial Services em um acordo que deve ser concluído em breve, aguardando as condições finais de fechamento”, diz o comunicado.

Com a entrada da Coinbase no índice S&P 500, agora uma empresa do mercado cripto está entre as 500 maiores empresa em market cap. Isso acaba sendo um grande passo para as demais exchanges e para o próprio futuro das criptomoedas, pois o índice reconhece as maiores empresas, negócios sólidos, com presença impactante e ainda governança compatível com o exigido por Wall Street.

O S&P 500, abreviação de Standard & Poor’s 500, ou simplesmente S&P, trata-se de um índice composto por quinhentos ativos (ações) cotados nas bolsas de NYSE ou Nasdaq, qualificados devido ao seu tamanho de mercado, sua liquidez e sua representação de grupo industrial. Em outras palavras, o S&P 500 é um índice do mercado de ações que reúne as 500 maiores empresas do mundo listadas na NYSE e na Nasdaq, principais Bolsas de Valores dos Estados Unidos.

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Economia Melhores Investimentos

Criptomoeda Monero (XMR) tem alta de 70%

29/04/2025 por Redação

Segundo investigador, valorização da criptomoeda Monero (XMR) pode estar ligada a ataque hacker.

O mercado de criptomoedas começou a segunda-feira (28) com uma grande surpresa: a valorização de mais de 70% da criptomoeda Monero (XMR). O ativo digital, que é focado em transações anônimas, saltou dos US$ 229 para os US$ 391 em questão de horas. No entanto, a grande suba de valor pode estar ligada a um ataque hacker.

De acordo com ZachXBT, que é conhecido por suas investigações no mundo digital, um possível ataque hacker envolvendo R$ 1,9 bilhão em Bitcoin pode ser a causa da alta da Monero (XMR). Ainda segundo ZachXBT, ele acredita ser um hack porque se trata de um investidor de longo prazo de Bitcoin que usava corretoras americanas comuns (Gemini, Coinbase, River, etc.).

“Nove horas atrás, uma transferência suspeita foi feita de uma possível vítima no valor de 3.520 BTC (US$ 330,7 milhões/R$ 1,9 bilhão). Pouco depois, os fundos começaram a ser lavados através de mais de 6 corretoras instantâneas e foram trocados por XMR (Monero), causando um aumento de 50% no preço da XMR”, disse ZachXBT no X, antigo Twitter.

De acordo com os dados obtidos pelo Giro Econômico junto ao CoinMarketCap, o volume de negociações da criptomoeda Monero (XMR) apresentou um crescimento de mais de 500% nas últimas 24 horas. O ativo digital ainda segue em alta, porém, no momento da redação desta matéria sua alta era de 15%. Atualmente, a XMR está entre as 25 maiores criptomoedas do mercado.

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Economia Melhores Investimentos

Bybit é patrocinadora oficial do Tomorrowland Brasil

23/04/2025 por Redação

Além de patrocinadora do Tomorrowland Brasil, Bybit ofertará cashback aos seus usuários.

Um dos maiores festivais de música eletrônica, o Tomorrowland, terá a sua edição brasileira realizada no mês de outubro. Quem é parceira do festival é a Bybit, uma das maiores corretoras de criptomoedas em volume no mundo e concorrente da Binance. Além de ser uma das patrocinadoras oficiais do evento, a Exchange também tem uma novidade importante para seus clientes.

Todos os usuários que possuem os cartões Bybit ou utilizam o Bybit Pay e adquirirem os ingressos para o Tomorrowland Brasil por esses meios garantirão um cashback de 20% do valor da compra. John Han, Head of Payment da empresa, disse que a ação visa gerar benefícios aos seus usuários que buscam uma experiência única junto ao maior festival de música eletrônica do mundo.

“O Tomorrowland Brasil é uma daquelas raras experiências que vão além da música – ele cria memórias eternas e conecta pessoas de todas as esferas da vida. Temos orgulho de contribuir para essa celebração global, oferecendo aos nossos usuários benefícios exclusivos que facilitam a participação em um evento realmente inesquecível”, disse John Han.

A edição 2025 do Tomorrowland Brasil está programada para acontecer entre os dias 10 a 12 de outubro em Itu, interior de São Paulo. O festival contará com alguns dos principais nomes da cena eletrônica mundial, entre eles David Guetta, Armin van Buuren, Vintage Culture, Mind Against, Steve Aoki, James Hype, Alesso, Nervo e I Hate Models.

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Economia

Google muda política de publicidade para criptomoedas

16/04/2025 por Redação

Nova política de publicidade de criptomoedas da Google será válida em toda União Europeia.

Visando se adequar à legislação Markets in Crypto-Assets (MiCA), que entrará em vigor no próximo dia 23 de abril, a Google confirmou que irá exigir licenças para anúncios de criptomoedas. De acordo com a Big Tech, irá existir uma atualização em sua política de publicidade voltada ao setor de criptomoedas na União Europeia.

Diante do comunicado, somente empresas devidamente licenciadas como Provedores de Serviços de Criptoativos (CASPs) sob o regulamento MiCA (Markets in Crypto-Assets) poderão anunciar exchanges e carteiras digitais nos países do bloco. Como mencionado, a medida passará a valer a partir do próximo dia 23 de abril.

A nova regra passará a valer para todos os 27 Estados-membros da União Europeia, com exceção de três países que terão prazos de transição definidos localmente. A Finlândia, por exemplo, manterá suas licenças atuais válidas até o dia 30 de junho de 2025. Enquanto isso, as licenças atuais da França serão válidas até 30 de junho de 2026. Por fim, o prazo das licenças atuais da Alemanha é até 30 de setembro do corrente ano.

Vale destacar que a Big Tech vai exigir além do licenciamento sob o MiCA que os anunciantes cumpram as exigências legais locais de cada país e também passem pelo processo de certificação interna da Google. Quem violar os novos termos da política de publicidade terá a conta imediatamente cancelada.

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Economia Melhores Investimentos

Brasil participa de evento internacional sobre criptomoedas

15/04/2025 por Redação

Secretário da Receita Federal será presença na Itália para discutir lavagem de dinheiro e ativos digitais.

Nos próximos dias, Pedro Augusto Frantz, auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil, representará o país em um evento de destaque na Itália, focado em criptomoedas. O encontro ocorrerá em Óstia, cidade italiana, e será promovido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Frantz ocupa atualmente o cargo de coordenador da Coordenação-Geral de Tecnologia e Segurança da Informação da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), um setor crucial para a fiscalização digital e o combate a crimes financeiros, utilizando tecnologias de ponta.

O servidor foi autorizado a participar do evento por Robinson Sakiyama Barreirinhas, Secretário Especial da RFB. As despesas com passagens aéreas e seguro internacional serão custeadas pela própria Receita Federal, enquanto as diárias de hotel serão cobertas pela OCDE.

Embora o Brasil ainda não faça parte oficialmente da OCDE, o país mantém um status de parceiro estratégico desde 2007 e tem um pedido formal em trâmite para adesão à organização. Essa parceria tem se traduzido em implementações de diversas diretrizes da OCDE e na participação ativa do Brasil em comitês técnicos internacionais.

O evento, que se concentrará nas tendências, desafios e processos relacionados ao uso de criptomoedas no combate à lavagem de dinheiro, representa uma oportunidade importante para o Brasil estreitar sua colaboração com os membros da organização.

A agenda do evento, com sete dias de treinamento focados em criptomoedas, ainda não está disponível no site oficial da OCDE, mas a participação de Frantz visa aprofundar a integração do Brasil com as políticas globais sobre ativos digitais.

O despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU) autoriza a ausência de Pedro Frantz entre os dias 3 e 10 de maio de 2025, incluindo o período de deslocamento, evidenciando a relevância internacional do evento.

Desde 2019, a Receita Federal tem se dedicado ao monitoramento do mercado de criptomoedas, especialmente após a publicação da IN 1.888/2019. Essa iniciativa é um reflexo do compromisso da RFB com a cooperação internacional no enfrentamento de práticas ilícitas envolvendo ativos digitais.

A participação de Pedro Frantz no evento da OCDE reforça o engajamento do Brasil nas discussões globais sobre criptomoedas, consolidando a posição do fisco brasileiro no cenário internacional e alinhando-o cada vez mais com as políticas adotadas pelos 38 países membros da OCDE.

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