Minerador encontra sozinho bloco de Bitcoin

Ao encontrar sozinho bloco de Bitcoin, minerador faturou quase R$ 2 milhões.
Um minerador independente de Bitcoin (BTC) conseguiu um feito raro no domingo (17) ao superar as grandes operações que dominam a rede da criptomoeda. Ele resolveu o bloco 910.440 da blockchain e recebeu 3,137 BTC como recompensa — cerca de US$ 365 mil (R$ 1,9 milhão) na cotação atual.
O bloco, que continha 4.913 transações, foi minerado por meio do Solo CKPool, serviço que permite a participação de usuários anônimos sem a necessidade de manter um nó completo. Atualmente, a recompensa por bloco é de 3,125 BTC, mais as taxas de transação.
Mineradores solo operam de forma independente, em contraste com empresas que concentram grande parte da indústria, como Foundry, MARA e Luxor. No início da rede, era possível minerar Bitcoin em laptops, mas a crescente complexidade do processo transformou a prática em operações industriais com equipamentos de alto custo. Vale destacar que a mineração da maior criptomoeda do mundo tem se tornado cada vez mais difícil devido ao aumento da dificuldade e à natureza volátil do preço da moeda digital
No momento da redação desta matéria, o Bitcoin está sendo negociado a R$ 620.663,57, ou seja, o equivalente a US$ 117.259,78.
Bitcoin bate recorde

Bitcoin alcança seu maior valor de mercado e bate recorde.
Falar do avanço do mercado de criptomoedas ao longo dos anos vem sendo algo corriqueiro, mas nesta última quinta-feira (10) um novo marco aconteceu no mercado digital. O Bitcoin (BTC) atingiu o seu maior valor de mercado da história e registrou um recorde. A cripto alcançou a marca inédita de US$ 113.879, ou seja, o equivalente a aproximadamente R$ 630 mil.
Vale destacar que na segunda quinzena do mês de junho o Bitcoin chegou a ser negociado abaixo da casa dos US$ 100 mil, porém, apresentou grande alta e atingiu o seu recorde nesta quinta-feira. Esta é a terceira vez que a criptomoeda bate seu recorde no ano, sendo que antes disso já havia chegado a US$ 109.356 e US$ 112 mil, em janeiro e maio, respectivamente.
Porém, não foi só o Bitcoin que viu o seu preço de mercado ser valorizado. Ethereum, XRP, BNB e Solana apresentam ganhos entre 1,4% a 4,2% nas últimas 24 horas, enquanto Pudgy Penguins (PENGU), Sui (SUI), Virtual Protocol (VIRTUAL), dogwifhat (WIF) e Fartcoin (FARTCOIN) subiram 28,2%, 14%, 13%, 13% e 12,8%, respectivamente.
Donald Trump diz que se tornou fã das criptomoedas

Em entrevista coletiva, Trump afirmou elogiou o desempenho das criptomoedas.
Um dos presidentes mais polêmicos da história, Donald Trump, dos Estados Unidos, chamou a atenção do mercado cripto nesta semana. Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (27), o mandatário norte-americano afirmou que se tornou fã das criptomoedas nos últimos anos. Trump elogiou ainda o desempenho do Bitcoin.
“Quando o mercado de ações caiu recentemente, as criptomoedas, Bitcoin e tudo isso caíram muito menos do que qualquer outro grupo. Nós criamos uma indústria muito poderosa e isso é muito mais importante do que qualquer coisa em que investimos. Criptomoedas são uma coisa engraçada, eu me tornei um fã das criptomoedas”, disse Donald Trump.
Vale destacar que Donald Trump já lançou mais de uma coleção em NFTs, além de possuir outros empreendimentos no mercado financeiro digital. Sobre as criptomoedas, a fala do presidente dos Estados Unidos foi vista com bons olhos pelos investidores, pois pode fazer com que o valor dos ativos digitais tenha valorização. Trump ainda afirmou que entrou no mercado de criptomoedas antes mesmo de sua volta ao comando dos EUA, quando o mercado estava em baixa, por isso não é um jogo político.
Conta de presidente do Paraguai no X publica falsa notícia sobre Bitcoin

Mensagem que anunciava adoção da criptomoeda foi resultado de possível invasão, e governo pede cautela.
Nesta segunda-feira (9), uma publicação no X, antiga plataforma Twitter, pelo perfil oficial do presidente do Paraguai, Santiago Peña, causou dúvidas e gerou controvérsia. O post indicava que o país teria adotado o Bitcoin como moeda oficial e estaria criando uma reserva estratégica de 5 milhões de dólares em BTC.
A postagem, que logo chamou atenção, suscitou questionamentos dos seguidores. Cerca de 13 minutos após a divulgação, uma conta verificada do governo paraguaio informou que o perfil de Peña possivelmente sofreu uma invasão, alertando o público a desconsiderar quaisquer mensagens até que fosse emitido um comunicado oficial.
Até o momento desta publicação, a mensagem no perfil do presidente acumula quase 200 mil visualizações. O conteúdo afirmava que o Paraguai oficializou o uso do Bitcoin como moeda legal e está estruturando uma reserva em criptomoedas para fortalecer sua economia.
No texto, estava incluída a seguinte frase: “Oficial: Paraguai reconhece o Bitcoin como moeda legal! O presidente Peña anuncia reserva de US$ 5 milhões em BTC e acesso a títulos para cidadãos com ativos em criptomoedas.” Contudo, o post também apresentava um link para um endereço de Bitcoin, acompanhado da chamada “seu investimento hoje determinará a escala dessa implementação”, caracterizando um forte indício de golpe.
Uma análise on-chain feita pela Livecoins indicou que o endereço de Bitcoin mencionado já recebeu cerca de 0,026 BTC, o que equivale a aproximadamente R$ 16 mil. Interessante notar que a única movimentação financeira registrada neste endereço ocorreu meses antes da divulgação da publicação duvidosa.
Assim, até o momento, não há evidências de que pessoas tenham sido enganadas, mesmo com o post permanecendo ativo no X.
Apesar da evidente tentativa de fraude, a mensagem falsificada aparenta ter sido bem estruturada, ressaltando os supostos benefícios do Bitcoin e como a criptomoeda poderia contribuir para melhorar a economia e a vida da população paraguaia.
Pouco depois do incidente, outra conta oficial do governo paraguaio, também verificada, divulgou um esclarecimento. Foi confirmado que a conta do presidente foi alvo de possível invasão por terceiros, reiterando a necessidade de cautela.
“A conta oficial do Presidente da República no X registrou uma atividade incomum, indicando uma possível invasão por terceiros”, dizia o comunicado.
“A equipe do CERTPY está trabalhando em conjunto com a plataforma X para investigar a situação”, complementou a conta Presidencia Paraguay. “Pedimos à população que desconsidere qualquer conteúdo recente até que um posicionamento oficial seja divulgado.”
Governo Brasileiro zera imposto de estações de mineração de criptomoedas.

Com a medida adotada pelo Governo Brasileiro, imposto de importação de estações de mineração de criptomoedas estão zerados.
Uma medida adotada pelo Governo Brasileiro chamou a atenção do mercado de ativos digitais. Por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e com a assinatura do vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, foi assinada uma resolução que zera os impostos de importação de equipamentos utilizados na mineração de Bitcoin e criptomoedas.
A nova medida se deu pela Resolução Gecex nº 726/2025, que alterou o Anexo I da Resolução Gecex nº 322/2022. Nela, consta que estações completas de armazenamento e resfriamento de servidores dedicados à mineração de Bitcoin e Criptomoedas estarão isentas de imposto de importação, ou seja, os equipamentos poderão ser trazidos para o Brasil sem o pagamento de tributos à União.
“Estações completas de armazenagem e resfriamento de servidores dedicados à mineração de criptomoedas de algoritmo SHA256, dotadas de prateleiras metálicas com capacidade de armazenamento igual ou superior à 200 servidores, sistema de exaustão, painéis de controle e de distribuição, dispositivo de bombeamento para circulação de líquido para arrefecimento dos servidores e torres de resfriamento à seco”, diz a resolução.
Vale destacar que esta não é a primeira medida adotada favorecendo o mercado cripto. Ainda em 2022, o Governo Brasileiro já havia isentado de impostos a importação de servidores utilizados para a mineração de Bitcoin e outras criptomoedas.
Méliuz amplia investimento em bitcoin com nova captação

Empresa planeja levantar pelo menos R$ 150 milhões para reforçar seu tesouro digital e consolidar presença no mercado de criptoativos.
O Méliuz (B3: CASH3) anunciou planos para captar pelo menos R$ 150 milhões, com o objetivo de expandir sua carteira de Bitcoins dentro da estratégia de gestão do seu tesouro corporativo. Essa iniciativa reforça o compromisso da empresa em ampliar sua atuação no mercado de ativos digitais, destinando integralmente os recursos levantados para novas aquisições da criptomoeda.
A companhia informou que está estudando diferentes alternativas para a captação desse capital, como parte de seu plano estratégico de longo prazo focado em investimentos em criptoativos. A confirmação veio diretamente do CEO Israel Salmen, que divulgou a novidade em seu perfil na rede social X, na terça-feira (20).
Para conduzir esse processo, o Méliuz contará com o apoio do BTG Pactual, que atuará como coordenador da operação, auxiliando na estruturação e execução da captação de recursos. Essa parceria visa garantir eficiência e segurança durante todo o procedimento.
De acordo com Márcio Loures Penna, Diretor de Relações com Investidores e Governança Corporativa do Méliuz, a empresa pretende utilizar duas modalidades distintas para captar os recursos necessários. A primeira envolve a emissão de títulos de dívida, que poderão ser conversíveis em ações ou não. A segunda opção é uma oferta pública primária para distribuição de ações ordinárias, que pode incluir bônus de subscrição como incentivo extra aos investidores.
O valor mínimo almejado de R$ 150 milhões poderá ser ampliado caso surjam oportunidades estratégicas no mercado. Com essa quantia, o Méliuz planeja aumentar suas reservas de bitcoin, que atualmente somam 320,2 BTC, reforçando sua posição como pioneiro no tesouro corporativo em criptoativos no Brasil.
Além disso, a empresa mostra-se atenta às condições do mercado financeiro, buscando aproveitar oportunidades para fortalecer ainda mais sua carteira digital.
Vale destacar que essa movimentação ocorre após a recente aprovação dos acionistas, que concordaram com a mudança no direcionamento estratégico da companhia, agora focada em ampliar sua exposição ao bitcoin e consolidar sua atuação no segmento de investimentos digitais.
Coinbase entra para o índice S&P 500

Coinbase é a primeira correta de criptomoedas a aparecer no S&P 500.
Falar de Bitcoin e criptomoedas nos dias de hoje já é algo normal, mas o avanço das atividades financeiras digitais não para. Prova disso é que a Coinbase, uma das maiores corretoras de criptoativos do mundo, agora aparece na lista do índice S&P 500. A S&P Global, por meio de nota, confirmou a entrada da Coinbase no índice em substituição à Discover Financial Services (DFS).
“A Coinbase Global Inc. (NASD: COIN) substituirá a Discover Financial Services (NYSE: DFS) no S&P 500 antes da abertura do pregão na segunda-feira, 19 de maio. A Capital One Financial Corp. (NYSE: COF), constituinte do S&P 500, está adquirindo a Discover Financial Services em um acordo que deve ser concluído em breve, aguardando as condições finais de fechamento”, diz o comunicado.
Com a entrada da Coinbase no índice S&P 500, agora uma empresa do mercado cripto está entre as 500 maiores empresa em market cap. Isso acaba sendo um grande passo para as demais exchanges e para o próprio futuro das criptomoedas, pois o índice reconhece as maiores empresas, negócios sólidos, com presença impactante e ainda governança compatível com o exigido por Wall Street.
O S&P 500, abreviação de Standard & Poor’s 500, ou simplesmente S&P, trata-se de um índice composto por quinhentos ativos (ações) cotados nas bolsas de NYSE ou Nasdaq, qualificados devido ao seu tamanho de mercado, sua liquidez e sua representação de grupo industrial. Em outras palavras, o S&P 500 é um índice do mercado de ações que reúne as 500 maiores empresas do mundo listadas na NYSE e na Nasdaq, principais Bolsas de Valores dos Estados Unidos.
Slash, guitarrista do Guns N’ Roses, se irrita com memecoin

Slash teve seu perfil no X (ex-Twitter) hackeada e viu memecoin do Guns N’ Roses ser promovida.
O guitarrista do Guns N’ Roses, Slash, afirmou nesta semana que está deixando de usar o X, antigo twitter. A revolta do músico se deu após ter seu perfil hackeado e ver que os criminosos usaram sua fama e seus milhares de seguidores para promover a memecoin GUNS. O rockstar disse ainda que a decisão foi tomada após sofrer diversas vezes com perfis hackeados.
“Eu gostaria de informar vocês que decidi que vou me afastar do X/Twitter e não vou mais estar ativo nesta plataforma. Esta é uma decisão tomada após repetidos hacks, e reflete uma mudança de como eu gostaria de estar conectado para o futuro adiante”, disse o guitarrista do Guns N’ Roses.
Conforme apuração do Giro Econômico, a conta de Slash no X ainda segue ativa, porém, não houve mais publicações desde o comunicado. No entanto, as demais contas do guitarrista no Facebook (80 mil seguidores), Instagram (4,2 milhões seguidores) e TikTok (970 mil seguidores) seguem ativas. No antigo Twitter, Slash possuí 3,4 milhões de seguidores.
Advogado alega que governo dos Estados Unidos sabe quem é o criadordo Bitcoin

Advogado ainda protocolou um pedido judicial através da Lei de Acesso à Informação (FOIA) para que o governo dos Estados Unidos libere as informações.
Um dos maiores mistérios envolvendo as criptomoedas é sobre o criador do Bitcoin. O que se sabe até então é que o criador da criptomoeda é conhecido pela alcunha de Satoshi Nakamoto, mas não se sabe se é uma pessoa ou um grupo de pessoas. Em meio ao mistério, o advogado James Murphy afirmou que o governo dos Estados Unidos sabe quem é o criador do BTC, inclusive ingressou com um pedido judicial para que o governo norte-americano libere informações.
De acordo com Murphy, existe um vídeo de Rana Saoud, agente especial do HSI (Homeland Security Investigations), falando sobre as investigações sobre o criador do Bitcoin e que na verdade não seria uma pessoa, mas sim um grupo de pessoas. O vídeo em que o advogado se refere teria sido feito sobre um evento na Califórnia em 2019 em que Saoud fala que colegas teriam encontrado Satoshi Nakamoto.
“Ele era um agente muito, muito inteligente e com visão de futuro. Ele disse: Quero entrevistar o Satoshi Nakamoto. E a gente ficou tipo: O quê? Ele disse: Sim, quero entrevistar esse cara. Na época, pensávamos: É fruto da imaginação de alguém… talvez seja real, talvez não. Foi o que aconteceu. Os agentes voaram para a Califórnia e perceberam que ele não estava sozinho na criação disso — havia mais três pessoas envolvidas. Eles se sentaram, conversaram com eles para entender como aquilo realmente funcionava e qual era a motivação por trás daquilo”, teria dito Saoud.
Para comprovar que o governo dos Estados Unidos sabe quem é o criador do Bitcoin, James Murphy moveu uma ação através da Lei de Acesso à Informação (FOIA), que permite que o público tenha acesso a informações dessa e outras agências governamentais do governo norte-americano. O próprio Murphy, em suas redes sociais, confirmou a ação.
“O governo dos Estados Unidos afirma saber a resposta — mas não está falando. Então, hoje eu processei o governo dos EUA para descobrir exatamente o que ele sabe. Minha ação busca documentos relacionados às declarações feitas por uma agente especial de alto escalão do DHS, que afirmou que o departamento localizou e entrevistou (pessoalmente) o criador do Bitcoin, Satoshi Nakamoto. Se a entrevista realmente aconteceu, como a agente do DHS afirmou, deve haver algum registro do conteúdo dessa reunião”, afirmou o advogado.
Segundo Murphy, levará o caso até o fim para que o governo dos Estados Unidos revele as informações. Contudo, a estratégia já foi tentada pelo jornalista Dave Troy, que não obteve sucesso em sua demanda.
Criptomoedas no Brasil ganham força e já dominam o mercado

Mais de 25 milhões de brasileiros investem e moldam o futuro financeiro do país.
O Brasil se destaca como um dos maiores mercados de criptomoedas do mundo, ocupando o 7º lugar no ranking global de investidores. Com cerca de 25 milhões de brasileiros investindo ou já tendo investido nesse tipo de ativo, o país representa 16% da população com mais de 16 anos. Esse número coloca o Brasil à frente de potências como Indonésia, Turquia e Nigéria, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China.
Apesar de sua popularidade crescente, a maior parte dos investidores no Brasil ainda opta por armazenar suas criptomoedas em instituições financeiras tradicionais. A pesquisa realizada pelo Datafolha, em parceria com a Paradigma Education, revela que 2,2% dos brasileiros preferem fazer a custódia de seus próprios criptoativos, enquanto opções como corretoras (2,3%) e fundos e ETFs (2,8%) estão se tornando cada vez mais populares.
A poupança ainda é o investimento mais procurado no Brasil, com mais da metade da população utilizando esse meio para guardar seu dinheiro. No entanto, as criptomoedas surgem como uma alternativa crescente, ocupando um lugar entre os cinco investimentos mais comuns no país, superando ações por uma margem considerável.
Em termos demográficos, os homens dominam o mercado de criptomoedas, representando 67,3% dos investidores, enquanto as mulheres representam 32,8%. Em relação à inclinação política, os investidores de criptomoedas tendem a ser mais centristas, com maior engajamento político do que a média da população brasileira. Isso indica que os detentores de criptoativos possuem menos afiliação partidária e se mostram mais envolvidos nas questões políticas do país.
O mercado de criptomoedas no Brasil cresceu substancialmente em 2024, impulsionado pela ampliação da oferta desses ativos por parte de grandes bancos. Isso reflete a crescente aceitação das criptomoedas no país, colocando o Brasil em um caminho de maior penetração desses ativos em comparação com outros mercados.
Embora 54% da população brasileira afirme conhecer o Bitcoin, apenas 16% investem efetivamente em criptomoedas. Mesmo entre os que conhecem o Bitcoin, dois terços não têm conhecimento sobre outras criptomoedas. Para 17,5% dos brasileiros que conhecem criptoativos, as criptomoedas são vistas como uma opção para preservar valor ao longo do tempo, com um percentual ainda maior (29,6%) entre investidores com idades de 16 a 24 anos.
Outro dado relevante da pesquisa é que 18,3% dos brasileiros consideram as criptomoedas como uma boa alternativa para diversificar seus investimentos, o que indica uma mudança na percepção do público em relação ao papel das criptomoedas no portfólio de ativos.
Entretanto, a pesquisa também destaca a necessidade urgente de expandir a educação financeira no Brasil. Cerca de 12% dos entrevistados ainda acreditam que o valor do Real está atrelado ao lastro em ouro ou dólar, o que é uma informação equivocada. Apenas 4,5% reconhecem que o valor da moeda brasileira é principalmente sustentado pela confiança do povo.
Esses dados evidenciam o quanto ainda há para melhorar em termos de conscientização financeira, especialmente considerando o papel crescente das criptomoedas na economia brasileira.