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Autor: Redação

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Internacional Tecnologia

Copa do Mundo vira alvo de golpes digitais e preocupa autoridades

08/06/2026 por Redação

O avanço das fraudes ligadas à Copa do Mundo expõe um cenário cada vez mais sofisticado de ataques digitais que já atingem milhões de brasileiros na internet.

A intensificação das golpes digitais relacionadas à Copa do Mundo de 2026 acendeu um alerta entre consumidores, autoridades e especialistas em segurança online. O crescimento desses golpes ocorre em paralelo ao aumento do interesse pelo torneio e à expansão das transações digitais, criando um ambiente propício para ações criminosas mais sofisticadas.

De acordo com levantamento da NordVPN, 34% dos brasileiros conectados à internet relataram ter tido contato com tentativas de golpe envolvendo futebol em 2024 e 2025. O número representa um salto expressivo em comparação ao ciclo anterior da Copa de 2022, quando o índice era de 19%, evidenciando a rápida escalada desse tipo de crime.

O problema não se limita à exposição dos usuários. Dados do Procon-SP mostram uma forte aceleração nas reclamações relacionadas ao evento. Entre março e maio de 2026, foram registrados 238 casos, com crescimento mensal acelerado: 19 em março, 63 em abril e 156 em maio.

Especialistas apontam que esse avanço está diretamente ligado à evolução das ferramentas de ataque. O uso de inteligência artificial generativa reduziu drasticamente o tempo necessário para criação de sites falsos, campanhas de phishing e perfis fraudulentos, tornando os golpes mais rápidos, baratos e difíceis de identificar.

Segundo Marcelo Souza, vice-presidente de Produto da Certta, o cenário atual exige respostas mais rápidas do que nunca. Ele destaca que, no passado, criminosos precisavam de conhecimento técnico e tempo para estruturar ataques, enquanto hoje o processo pode ser feito em poucas horas com ferramentas de IA acessíveis.

Além da velocidade, a personalização dos golpes também evoluiu. Em vez de campanhas genéricas, criminosos utilizam dados vazados como CPF, e-mail e histórico de compras para criar abordagens altamente direcionadas, aumentando a taxa de sucesso das fraudes.

Outro fator de mudança importante está nos meios de pagamento. O Pix passou a ocupar o centro das fraudes digitais, substituindo métodos mais antigos como boletos e cartões. A rapidez e a irreversibilidade das transferências dificultam a recuperação dos valores após o golpe, ampliando o impacto financeiro das vítimas.

O crescimento das fraudes também se reflete na sofisticação das abordagens. Criminosos têm criado marcas falsas que simulam parcerias oficiais da Copa do Mundo e infiltrado grupos de torcedores e colecionadores para construir confiança antes de aplicar golpes, o que torna a identificação ainda mais difícil.

Nas redes sociais, principais portas de entrada para esses crimes, o Instagram lidera com 51% dos casos, seguido por WhatsApp (48%), Facebook (35%) e TikTok (26%), segundo a NordVPN. Entre as fraudes mais comuns estão apostas ilegais, venda de ingressos falsos e produtos falsificados.

O comércio físico também tem sido afetado, especialmente no mercado de colecionáveis. O Procon-SP registrou aumento expressivo de reclamações envolvendo figurinhas e álbuns oficiais, com crescimento de zero casos em março para 109 em maio, além de denúncias de não entrega, ofertas enganosas e produtos diferentes do anunciado.

Outro ponto crítico é o impacto da inteligência artificial na confiança digital. Segundo especialistas, a facilidade de criar imagens, vídeos e documentos falsos gerou uma crise de autenticidade no ambiente online, dificultando a distinção entre conteúdos reais e manipulados.

Diante desse cenário, autoridades como o Procon-SP recomendam cautela na verificação de lojas, CNPJ, reputação de vendedores e condições de compra. Já especialistas reforçam a importância de checar domínios, evitar sites recém-criados e desconfiar de páginas que aceitam apenas Pix, além de observar sinais de urgência artificial em ofertas.

O avanço das fraudes na Copa do Mundo de 2026 demonstra que o problema deixou de ser pontual e passou a representar um desafio estrutural de segurança digital, exigindo atenção constante de consumidores e empresas diante de um ambiente cada vez mais sofisticado e dinâmico.

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Economia Tecnologia

Apostas na Copa do Mundo explodem e Polymarket entra no centro do mercado global

08/06/2026 por Redação

O avanço das apostas na Copa do Mundo dentro da Polymarket revela como o mercado de previsões está movimentando bilhões e atraindo atenção de investidores e curiosos ao redor do mundo.

O mercado de previsões esportivas ganhou força no ambiente cripto com o avanço das apostas na plataforma Polymarket, especialmente em períodos de grandes torneios internacionais. A movimentação financeira cresce de forma acelerada quando eventos globais, como a Copa do Mundo, entram no radar dos usuários.

Nesse cenário, o mercado de previsão para o campeão do torneio já ultrapassa a marca de US$ 2 bilhões em volume financeiro, evidenciando o apetite especulativo dos participantes e a concentração de capital em apostas de longo prazo ligadas ao futebol internacional.

A dinâmica desse tipo de mercado não se limita apenas ao esporte. Durante o mês de junho, por exemplo, a atenção dos investidores também se divide com a divulgação de indicadores econômicos relevantes nos Estados Unidos, criando um ambiente em que dados macroeconômicos e eventos esportivos influenciam simultaneamente o comportamento dos ativos.

Um dos fatores que mais impactam esse ecossistema é a publicação de relatórios de emprego pelo Bureau of Labor Statistics, que frequentemente provoca reações imediatas em ativos de risco, incluindo criptomoedas como o bitcoin.

A interação entre esses dois universos — esportivo e financeiro — ajuda a explicar o aumento do fluxo de capital em mercados de previsão, onde usuários tentam antecipar resultados tanto de partidas quanto de movimentos econômicos.

Apesar do alto volume, uma parte significativa das apostas se concentra em cenários considerados improváveis. Muitos usuários direcionam capital para seleções com baixa probabilidade de título, impulsionados por expectativas de retornos extremamente elevados caso ocorram resultados fora do padrão estatístico.

Dentro da Polymarket, contratos relacionados a equipes com chances mínimas podem ser negociados por valores próximos de US$ 0,001. Essa precificação abre espaço para multiplicações expressivas de retorno, chegando a mil vezes o valor investido em situações altamente improváveis.

Esse tipo de estrutura atrai um comportamento típico de alto risco, em que a busca por ganhos exponenciais se sobrepõe à análise probabilística mais conservadora. Especialistas apontam que esse padrão se aproxima da lógica de apostas recreativas, onde a assimetria entre risco e retorno é amplificada.

Do ponto de vista financeiro, essas distorções criam oportunidades de arbitragem, já que os preços nem sempre refletem com precisão as probabilidades reais dos eventos. No entanto, profissionais mais experientes tendem a evitar essas posições devido ao baixo retorno esperado ajustado ao risco.

Mesmo assim, o interesse global permanece elevado, principalmente quando o foco recai sobre a Copa do Mundo. As liquidez tende a se concentrar em poucas seleções favoritas, geralmente entre seis ou sete equipes que dominam as projeções do mercado.

Entre os nomes mais citados pelos usuários estão França e Espanha, frequentemente posicionadas entre as principais candidatas ao título. A Inglaterra também aparece de forma consistente como uma das seleções mais fortes, reforçando a concentração de expectativas em torno de um grupo restrito de favoritos dentro da plataforma de previsões.

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Melhores Investimentos Tecnologia

Tether aposta em ouro digital e muda regras dos pagamentos globais

08/06/2026 por Redação

A nova estratégia da Tether com o XAUT levanta dúvidas sobre o impacto dessa integração entre criptoativos e consumo diário em mercados emergentes e grandes redes de pagamento.

O mercado de ativos digitais lastreados em ouro continua em forte expansão, ultrapassando a marca de US$ 5,3 bilhões em capitalização global. Esse avanço reflete a crescente busca por alternativas de proteção de valor em um cenário de maior incerteza econômica internacional.

Dentro desse segmento, a Tether consolidou posição de destaque ao responder por mais de US$ 2,6 bilhões desse total, reforçando sua relevância na emissão de instrumentos digitais vinculados ao metal precioso e na estruturação desse nicho em escala global.

A movimentação do setor também vem sendo impulsionada por novas soluções de pagamento que aproximam o ouro digital do consumo cotidiano. A integração entre ativos tokenizados e sistemas tradicionais de compra tem acelerado a adoção desses produtos em diferentes mercados.

Nesse contexto, a parceria entre a Tether e a Fasset introduziu um cartão de pagamentos conectado à rede Visa, permitindo a utilização de criptoativos em estabelecimentos físicos ao redor do mundo com conversão instantânea no momento da compra.

O funcionamento do sistema envolve a transformação automática do ativo XAUT em moeda fiduciária no instante da transação, passando por uma etapa intermediária em USDT antes da liquidação final no comércio, tudo em questão de segundos.

Além da funcionalidade de pagamento, o modelo também inclui incentivos financeiros, com cashback de até 6% em operações qualificadas. Os valores retornam ao usuário na forma de ativos lastreados em ouro, reforçando a lógica de acúmulo de reserva de valor dentro do próprio uso diário.

Outro recurso relevante é o arredondamento automático de compras, que direciona pequenas frações de cada gasto para aquisição contínua do ativo XAUT, permitindo que o usuário acumule exposição ao ouro de maneira progressiva e automatizada.

Segundo executivos da Tether, essa estrutura altera a forma como o ouro é percebido no sistema financeiro, deixando de ser apenas uma reserva estática para assumir um papel mais ativo dentro de pagamentos e circulação de capital global.

O presidente da companhia, Paolo Ardoino, destaca que a proposta amplia o acesso a transações sem barreiras geográficas, permitindo o uso de ativos digitais em compras do cotidiano, como supermercados e estabelecimentos locais, por meio de integração com aplicativos de pagamento.

Já a parceira Fasset atua fortemente nos mercados da Ásia e África, oferecendo infraestrutura para conversão rápida entre ativos digitais e moeda fiduciária, o que facilita a adoção em regiões com maior dependência de dinheiro físico.

De acordo com seu CEO, Mohammad Raafi Hossain, a empresa já movimenta cerca de US$ 32 bilhões anuais e tem como objetivo expandir o uso do XAUT em mercados emergentes, utilizando o cartão de pagamentos como ferramenta para ampliar o acesso do público geral a esse tipo de ativo.

O crescimento desse ecossistema ocorre em meio a uma demanda crescente por estabilidade financeira em regiões afetadas por forte volatilidade cambial e perda de poder de compra, impulsionando a adoção de instrumentos digitais com lastro em ouro.

Como parte dessa estratégia de expansão, a emissora do ativo anunciou a destinação de até US$ 1 milhão para reforçar programas de recompensas ligados às transações diárias, estimulando o uso contínuo da plataforma e consolidando sua presença no varejo digital global.

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Economia Tecnologia

EUA intensificam cerco global ao cripto iraniano

08/06/2026 por Redação

A nova ofensiva contra redes financeiras ligadas ao Irã expõe o alcance das sanções e levanta dúvidas sobre até onde vai a influência dos EUA no sistema internacional de criptoativos e no bloqueio de fluxos ilícitos envolvendo o governo dos EUA.

Os Estados Unidos intensificaram sua ofensiva financeira contra o setor de criptoativos ligado ao Irã ao sancionar quatro das principais corretoras do país: Nobitex, Bitpin, Ramzinex e Wallex. A decisão foi anunciada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão do Departamento do Tesouro norte-americano, como parte de uma estratégia mais ampla para bloquear mecanismos de financiamento considerados ilícitos e dificultar a evasão de sanções econômicas.

Segundo autoridades dos EUA, essas plataformas teriam movimentado bilhões de dólares em ativos digitais no último ano, parte deles associados a entidades ligadas ao governo iraniano. O objetivo central da medida é enfraquecer canais alternativos utilizados para circulação de capital fora do sistema bancário tradicional, em um momento em que o país enfrenta restrições financeiras crescentes no cenário internacional.

Entre as empresas atingidas, a Nobitex aparece como a principal do mercado local, concentrando aproximadamente metade de todo o volume de criptoativos processado no Irã. Investigações do OFAC apontam que a corretora teria facilitado transações envolvendo grupos paramilitares e até estruturas associadas ao Banco Central iraniano, o que amplia o peso geopolítico do caso.

Além disso, executivos da própria plataforma também foram incluídos nas sanções. O presidente do conselho e outros membros da diretoria foram diretamente afetados, ficando impedidos de acessar o sistema financeiro global. A decisão amplia o alcance da punição para além das empresas, atingindo também indivíduos ligados à sua gestão.

Expansão das sanções e impacto no sistema financeiro global

As medidas impostas pelos Estados Unidos não se limitam às empresas iranianas. O bloqueio determina que qualquer instituição estrangeira está proibida de realizar transações com entidades listadas, sob risco de sofrer penalidades severas. Na prática, isso cria um efeito de isolamento financeiro que se estende para bancos e corretoras em diversos países.

Relatórios de inteligência em blockchain, como os produzidos pela Chainalysis e pela TRM Labs, reforçam a preocupação das autoridades. As análises indicam crescimento expressivo do ecossistema cripto iraniano mesmo sob sanções, com indícios de que carteiras digitais teriam sido utilizadas por grupos armados e entidades militares para movimentação de recursos.

Outro ponto destacado nas investigações é o uso estratégico das criptomoedas pelo governo iraniano como alternativa ao sistema bancário internacional. Em um cenário de isolamento econômico e restrições ao uso do dólar, ativos digitais passaram a ser utilizados como ferramenta para conversão de moeda local e preservação de liquidez externa.

Autoridades norte-americanas também afirmam já ter congelado cerca de US$ 500 milhões em criptoativos ligados a redes associadas ao regime iraniano, como parte de uma política de contenção mais agressiva. Além disso, o governo dos EUA mantém programas de recompensas que podem chegar a US$ 15 milhões para informantes capazes de fornecer dados relevantes sobre essas estruturas financeiras.

O Departamento de Estado e o Tesouro dos Estados Unidos reforçam que a estratégia de “pressão máxima” busca não apenas restringir o fluxo de capital, mas também enfraquecer possíveis fontes de financiamento de atividades militares sensíveis, incluindo programas estratégicos considerados de risco internacional.

A ampliação das sanções sinaliza um movimento coordenado para fechar brechas no sistema financeiro global, elevando o nível de exigência sobre corretoras e instituições que operam com criptoativos em escala internacional. A continuidade de relações com entidades sancionadas pode resultar em banimento definitivo do mercado norte-americano, aumentando o custo de qualquer interação indireta com o ecossistema iraniano.

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Economia

Estrela anuncia recuperação judicial

21/05/2026 por Redação

Uma das maiores fabricantes do país, Estrela confirma recuperação judicial em meio à crise.

Uma das maiores fabricantes de brinquedos do país, a Estrela, ingressou com um processo de recuperação judicial. Vivendo forte crise, a empresa alega que a dificuldade de acesso a crédito, juros altos e concorrência de opções digitais no mercado infantil agravaram seriamente sua saúde econômica. 

“A recuperação judicial decorre da necessidade de reestruturação do passivo do grupo, em um contexto de pressões econômicas e setoriais relevantes. O objetivo é permitir a superação da atual situação econômico-financeira, mediante a reorganização estruturada do endividamento, preservando a continuidade das atividades empresariais, os empregos e a geração de valor para todos os stakeholders”, disse a companhia em seu comunicado.

A Estrela é conhecida por fabricar brinquedos clássicos como Banco Imobiliário, Autorama, Falcon, Genius, Susi, Comandos em Ação e Super Massa. Além da Manufatura de Brinquedos Estrela S.A., oito empresas do grupo também estão envolvidas na recuperação judicial, entre elas a Editora Estrela Cultural e a Estrela Distribuidora de Brinquedos. O processo foi iniciado na Comarca de Três Pontas-MG e o valor da dívida não foi divulgado.

A recuperação judicial nada mais é que um mecanismo usado por empresas com dificuldades financeiras para renegociar dívidas e evitar a falência. Durante o processo, a companhia apresenta um plano de reestruturação para continuar operando, manter empregos e organizar os pagamentos aos credores.

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Economia Mercado Negócios

Governo Federal anuncia fim da “taxa das blusinhas”

13/05/2026 por Redação

Imposto de importação de 20% sobre compras de até US$ 50 teve sua alíquota zerada pelo Governo Federal. 

O Governo Federal anunciou de forma oficial o fim da “taxa das blusinhas”. O imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, que tinha alíquota de 20%, teve seu fim decretado após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar uma medida provisória.  De acordo com Rogério Ceron, secretário Executivo do Ministério da Fazenda, a medida só foi possível após um trabalho de três anos no combate ao contrabando.

“O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos”, disse Ceron.

Segundo a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, mesmo que o imposto tenha sido apelidado de “taxa das blusinhas” a população adquiria diversos produtos do exterior e não apenas vestuário. 

“Não é só roupa. Há um conjunto de outros bens que são comprados, todos de valor pequeno”, disse a ministra.

O imposto de importação sobre as compras internacionais de até US$ 50 começou a vigorar em agosto 2024 e foi criado para regulamentar o comércio eletrônico internacional, pois a maioria dos produtos adquiridos pela internet eram provenientes da China. A medida, impopular, gerou uma grande revolta da população, principalmente a mais carente, que via nos produtos chineses um maior acesso devido aos valores baixos.

Por outro lado, a medida adotada pelo Governo Federal em extinguir o imposto também gerou novos reflexos. Redes varejistas atacaram a decisão e afirmam que isso refletirá na queda de vendas em produtos ofertados pelas empresas brasileiras. Outro ponto que gerou debate foi pelo fato da ação ter sido realizada em ano eleitoral e justamente em cima do que consideram o maior erro do governo Lula (a criação do imposto em 2024).

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Melhores Investimentos Negócios

Papa John’s, rede de pizzaria, anuncia entrega de pizzas por drone

11/05/2026 por Redação

Papa John’s anunciou parceria com a empresa Wing para testar nova modalidade de entrega de pizzas.

A Papa John’s International, uma das maiores redes de pizzaria do mundo, anunciou nesta segunda-feira (11) que está testando entregas por drones nos Estados Unidos. A iniciativa é fruto de uma parceria com a Wing, empresa especializada nesse tipo de serviço e controlada pela Alphabet.

Segundo a rede, os testes começam também nesta segunda-feira (11) para clientes localizados nas proximidades do Sun Valley Commons, um centro comercial situado em um subúrbio próximo a Charlotte, na Carolina do Norte. Os pedidos devem ser feitos por meio de um aplicativo gerenciado pela Wing, e, neste primeiro momento, as entregas por drone contemplam apenas alguns sanduíches selecionados.

Na China, esse tipo de serviço já ganhou popularidade, com entregas de alimentos por drones sendo comuns em diversas cidades. Outras redes norte-americanas de fast food, como a Chipotle e a Dave’s Hot Chicken, também anunciaram recentemente testes em pequena escala com tecnologia semelhante à adotada pela Papa John’s.

Especialistas do setor destacam que, embora a tecnologia esteja disponível nos Estados Unidos, seu uso ainda enfrenta limitações regulatórias, como a exigência de que operadores mantenham linha de visão direta com os drones durante as operações.

A receita anual da Papa John’s em 2025 foi de US$ 1,963 bilhão, e a expectativa é de que esse valor seja superado em 2026, principalmente com o lançamento de novos produtos no mercado.

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Brasil

CEO da Coinbase confirma grande demissão de colaboradores

06/05/2026 por Redação

Segundo o CEO da Coinbase, demissão de 14% do quadro de funcionários está ligado aos avanços das IAs.

O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, anunciou nesta terça-feira (05) uma grande demissão no quadro de colaboradores da empresa. Mesmo sem números exatos, Armstrong confirmou que houve uma redução de 14% no quadro de funcionários da corretora. Entre os principais motivos para o desligamento dos colaboradores é o avanço das tecnologias de inteligência artificial (IA).

“Ao longo do último ano, vi engenheiros usando IA para entregar em dias o que antes levava semanas para uma equipe. Times não técnicos agora estão entregando código em produção e muitos dos nossos fluxos de trabalho estão sendo automatizados. O ritmo do que é possível com equipes pequenas e focadas mudou drasticamente e está acelerando a cada dia”, disse Armstrong.

Outro ponto destacado pelo CEO da Coinbase para explicar as demissões foram os números da corretora. Segundo Armstrong, a volatilidade de curto prazo do mercado afetou os resultados trimestrais, o que exigiu uma estrutura de custos mais enxuta. Vale destacar que a Coinbase é uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo e que 40% do seu código já vem sendo gerado por IA.

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Economia

Dólar fecha a segunda-feira em baixa

21/04/2026 por Redação

Com a queda, dólar alcançou o menor patamar desde março de 2024.

O preço do dólar fechou em queda nesta segunda-feira (20). A moeda norte-americana registrou uma queda de 0,19%, finalizando o dia em R$4,9742. A cotação se manteve estável ao longo do dia, tendo apresentado poucas oscilações. Chama a atenção que com a queda atual a moeda estadunidense está no menor nível desde março 2024, sendo que somente em 2026 já houve um recuo de 9,38% no preço do dólar frente ao real.

Se por um lado o dólar apresentou um recuo, por outro o índice Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores brasileira (B3), fechou o dia em pequena elevação. O mercado fechou com 196,1 mil pontos, ou seja, uma elevação de 0,20%. Já o preço do petróleo também foi na contramão da queda do dólar e apresentou um aumento nesta segunda-feira.

Os contratos para junho do barril tipo Brent, a referência internacional, fecharam em elevação de 5,64%, a US$ 95,42. O West Texas Intermediate (WTI, que baliza o mercado americano) para maio subiu 6,87%, a US$ 89,61 por barril. A elevação do preço não chega a ser uma surpresa, pois o conflito entre Estados Unidos e Irã continua, sendo que o cessar fogo acordado entre as partes tem prazo final para a próxima quarta-feira (22), o que deixou o mercado instável e em dúvida sobre o futuro.

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Economia

Decreto zera imposto do combustível de aviação

09/04/2026 por Redação

Combustível de aviação terá imposto zerado para tentar evitar a suba no preço das passagens.

A guerra entre os Estados Unidos e o Irã vem afetando o mundo inteiro, principalmente no que diz respeito aos combustíveis, afinal o principal foco da guerra é o petróleo. No Brasil, os combustíveis dispararam, inclusive o querosene de aviação (QAV), que recentemente sofreu uma alta de 55% em seu valor. Para tentar evitar a suba das passagens aéreas, o Governo Federal publicou um decreto que zera PIS/COFINS para o combustível de aviação.

Segundo o texto do decreto, que já foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), a medida é temporária, sendo válida entre o dia 08 de abril e 31 de maio. Para compensar o fim da cobrança de impostos sobre o QAV, o Governo Federal anunciou a elevação da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) do cigarro, que subirá de 2,25% para 3,5%, com o preço mínimo da carteira passando de R$ 6,50 para R$ 7,50.

Vale destacar que o preço do QAV é estipulado pela Petrobras mensalmente. O último reajuste, que chamou a atenção pela grande elevação do preço do combustível de aviação, aconteceu justamente no momento em que o mundo enfrenta uma escalada no preço do barril do petróleo por causa da guerra no Oriente Médio. A região concentra países produtores de petróleo e rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz, por onde passam 20% da produção mundial, o que levou a distorções na cadeia de petróleo e a escalada de preços no mercado global.

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