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Economia Melhores Investimentos

TJRN estabelece novas regras para criptomoedas

12/02/2026 por Redação

Com impacto direto no mercado de criptomoedas, decisão do TJRN pode mudar a forma como processos judiciais lidam com exchanges e investidores no estado.

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) passou a adotar novas diretrizes para o tratamento de criptomoedas em processos judiciais. A regulamentação, formalizada por meio do Provimento nº 01/26 da Corregedoria-Geral de Justiça, estabelece regras específicas para rastreamento, bloqueio, apreensão, custódia, liquidação e destinação de criptoativos vinculados a ações que tramitam no estado.

A norma já está em vigor desde sua publicação, ocorrida na quarta-feira (11), com efeitos aplicáveis a partir de 2 de fevereiro. O texto foi assinado pela desembargadora Sandra Simões de Souza Dantas Elali e alcança Varas Cíveis, Criminais, de Execução Fiscal e de Falências, ampliando o alcance das medidas judiciais sobre ativos digitais no Rio Grande do Norte.

Um dos pontos centrais da regulamentação determina que apenas corretoras de criptomoedas formalmente autorizadas e supervisionadas pelo Banco Central do Brasil poderão produzir efeitos jurídicos perante o juízo. Exchanges, custodians e demais intermediários classificados como VASPs (Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais) precisarão cumprir as exigências previstas na Lei nº 14.478/2022, no Decreto nº 11.563/2023 e nas Resoluções BCB nº 519, 520 e 521, além de outras normas infralegais aplicáveis.

Na prática, a medida reforça que bloqueios e ordens judiciais envolvendo criptomoedas deverão ser direcionados a empresas inseridas no sistema regulatório nacional. O entendimento acompanha o reconhecimento do Banco Central de que as exchanges integram o rol de entidades sujeitas à supervisão oficial, fortalecendo a base legal para exigir cooperação dessas plataformas em investigações e execuções judiciais.

A fundamentação do provimento também cita posicionamento consolidado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconhece os criptoativos como bens com valor econômico e integrantes do patrimônio do devedor. Com isso, as criptomoedas passam a ser expressamente consideradas passíveis de penhora, o que legitima medidas de constrição patrimonial no ambiente digital.

Outro elemento relevante mencionado na justificativa é a criação do sistema CriptoJud pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ferramenta, ainda em fase de implementação, deverá funcionar de forma semelhante ao Sisbajud, permitindo o envio automatizado de ordens às corretoras para agilizar o bloqueio de criptomoedas mantidas em plataformas nacionais.

A edição do provimento ocorre em um contexto de lacuna normativa nos códigos de processo civil e penal, que ainda não contemplam de forma detalhada procedimentos específicos para criptoativos. Diante dessa ausência, a Corregedoria do TJRN optou por disciplinar administrativamente o tema, buscando padronizar práticas e conferir maior segurança jurídica às decisões envolvendo ativos digitais.

Com a nova regulamentação, o Rio Grande do Norte se soma a outros estados brasileiros que vêm estruturando mecanismos formais para lidar com criptomoedas no Judiciário. A medida sinaliza uma consolidação do entendimento de que ativos virtuais integram o sistema econômico formal e estão sujeitos às mesmas obrigações legais aplicáveis a outros bens de valor patrimonial.

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Economia Tecnologia

Tether surpreende em desafio global de IA

12/02/2026 por Redação

Em meio aos avanços da inteligência artificial, a Tether ganha destaque internacional com um feito que pode mudar o debate sobre privacidade e tecnologia descentralizada.

A Tether, empresa responsável pela emissão da stablecoin USDT — a maior criptomoeda atrelada ao dólar em valor de mercado — voltou a ganhar destaque, desta vez fora do universo estritamente financeiro. A companhia anunciou que conquistou a quarta colocação no “Brain-to-Text ’25”, competição internacional promovida pela plataforma Kaggle e voltada ao desenvolvimento de modelos de inteligência artificial capazes de converter sinais neurais em texto compreensível.

O resultado foi alcançado por meio da Tether EVO, divisão dedicada a pesquisas de fronteira na interseção entre biotecnologia e aprendizado de máquina. A equipe superou mais de 460 participantes, incluindo grupos formados por cientistas de dados e instituições acadêmicas de ponta, consolidando sua posição em um dos segmentos mais complexos da inovação tecnológica: as interfaces cérebro-computador.

O desafio impôs um nível elevado de sofisticação técnica. Os competidores precisaram transformar 256 canais simultâneos de atividade neural bruta em linguagem estruturada e fluente, sem o auxílio de alinhamento temporal preciso. Para isso, a Tether EVO utilizou registros de eletrocorticografia (ECoG) na decodificação dos padrões cerebrais, demonstrando robustez na interpretação de dados neurais de alta dimensionalidade.

Além do desempenho na competição, o projeto serviu como validação do modelo tecnológico adotado pela empresa. A arquitetura segue a abordagem conhecida como “local-first”, na qual o processamento ocorre diretamente no dispositivo do usuário, reduzindo a dependência de grandes servidores centralizados. Essa escolha não apenas diminui a latência, como também reforça a proteção de dados sensíveis, especialmente em aplicações que lidam com informações neurais.

Segundo Paolo Ardoino, CEO da Tether, a próxima etapa da evolução tecnológica envolve a convergência entre o potencial do aprendizado de máquina e a singularidade do cérebro humano. Para o executivo, avanços em inteligência artificial aplicados à neurociência devem preservar a autonomia individual, mantendo o controle das informações sob responsabilidade do próprio usuário, e não de grandes data centers com acesso a dados extremamente íntimos.

A estratégia da empresa também carrega uma crítica implícita ao modelo predominante das Big Techs. Ao defender sistemas mais eficientes e descentralizados, a Tether sustenta que alto desempenho computacional não exige necessariamente infraestruturas massivas ou concentração de poder tecnológico. O objetivo é demonstrar que inovação em inteligência artificial pode caminhar lado a lado com soberania digital.

A Tether EVO concentra suas pesquisas no desenvolvimento de neuropróteses e soluções de interface cérebro-computador, explorando a convergência entre biologia e algoritmos avançados. O compromisso com a inteligência descentralizada, segundo a companhia, garante que a tecnologia atue como instrumento de liberdade e ampliação das capacidades humanas — e não como mecanismo de controle.

Com o resultado no “Brain-to-Text ’25”, a empresa transforma um desempenho técnico em prova de conceito de uma infraestrutura voltada à preservação da soberania individual. Em um cenário global no qual inteligência artificial, privacidade e descentralização se tornaram temas centrais, a iniciativa posiciona a Tether como protagonista em um debate que vai além do mercado de criptomoedas e alcança o futuro da interação entre mente e máquina.

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Economia

Dólar apresenta queda e registra menor valor dos últimos 21 meses

09/02/2026 por Redação

Com a queda de hoje, dólar apresenta o seu menor valor em quase dois anos.

O preço do dólar fechou em queda nesta segunda-feira (09). A moeda norte-americana registrou uma queda de 0,62%%, ou seja, R$ 0,032, tendo alcançado a marca de R$ 5,18. A cotação iniciou o dia de forma estável, chegou a cair para R$ 5,17 no início da tarde, mas fechou o dia um centavo acima. Chama a atenção que com a queda atual a moeda estadunidense está no menor nível desde 28 de maio de 2024, quando estava em R$ 5,15, sendo que somente em 2026 já houve um recuo de 5,47%.

Outro ponto que chamou a atenção nesta segunda-feira foi a bolsa de valores brasileira, a B3. O índice Ibovespa, fechou aos 186.241 pontos, com alta de 1,8% e registrando recorde. O indicador foi puxado por ações de bancos, de petroleiras e de mineradoras, setores com maior peso no índice. Somente em 2026, a bolsa brasileira já acumula um crescimento de 15,69%.

Entre os principais fatores que fizeram o dólar recuar e a bolsa de valores subir foi a confirmação da eleição de Sanae Takaichi como primeira ministra do Japão. Além disso, o grande diferencial foi a recomendação do governo da China de que bancos privados reduzam a compra de títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O país asiático é o maior detentor de papéis estadunidenses e pretende diversificar as reservas internacionais.

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Economia Melhores Investimentos

Número de golpes de falsas corretoras de criptomoedas está em alta

31/01/2026 por Redação

Brasil registrou um crescimento de golpes envolvendo falsas corretoras de criptomoedas.

O mercado de Bitcoin e de outras criptomoedas está cada vez mais consolidado, mas com isso os golpes são cada vez maiores. De acordo com Luis Souza, conhecido como “ceifador de golpistas”, que concedeu entrevista ao portal Livecoins, o número golpe das falsas corretoras de criptomoedas segue em alta no Brasil. Segundo Souza, o modus operandi dos golpistas é sutil, o que leva os investidores serem enganados.

“O modus operandi frequentemente se inicia de forma sutil. Anúncios em redes sociais como Instagram e Facebook convidam interessados para grupos de estudo sobre investimentos, geralmente comandados por figuras carismáticas que se apresentam como “professores” ou “especialistas” do mercado financeiro”, disse o ceifador de golpistas.

De acordo com Luis Souza, empresas como CNCPW e Grecbex seguem ativas e buscando atrair brasileiros iludidos com falsas promessas de ganhos rápidos. A captação de investidores começa com falsos grupos de WhatsApp, em que supostos especialistas indicam as plataformas com ofertas de criptomoedas promissoras. A abordagem passa confiança após supostas análises do mercado financeiro que mostram certa experiência com o assunto dos falsos administradores e, posteriormente, começam a pedir depósitos em USDT, a stablecoin emitida pela Tether.

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Brasil Economia

Receita Federal divulga dados das negociações de criptomoedas noBrasil

14/01/2026 por Redação

Após hiato, novos dados das negociações de criptomoedas no Brasil foram divulgados pela Receita Federal.

A Receita Federal do Brasil (RFB) retomou a divulgação dos dados informados por investidores brasileiros de criptomoedas após um intervalo de três meses sem atualizações públicas. As informações, que haviam deixado de ser publicadas em setembro de 2025, voltam a aparecer em janeiro de 2026, mas ainda se referem ao último período disponível, ou seja, ao nono mês do ano anterior divulgado pela autarquia.

Mesmo assim, para quem acompanha de perto o mercado cripto, os números apresentados pela Receita, com base em declarações de empresas do setor e dos próprios investidores, seguem sendo relevantes para a compreensão do cenário nacional. Os dados reforçam, por exemplo, o protagonismo das stablecoins no Brasil, que continuam superando o Bitcoin em volume financeiro negociado.

Queda no número de CPFs e CNPJs em relação a agosto de 2025

Segundo o levantamento, setembro de 2025 registrou 4.584.071 declarantes pessoas físicas (CPFs) e 92.132 pessoas jurídicas (CNPJs). O volume representa uma redução em comparação a agosto do mesmo ano, quando foram contabilizados 5.164.408 CPFs e 116.108 CNPJs, indicando uma desaceleração nas movimentações do mercado.

O relatório reúne dados provenientes de exchanges nacionais, de usuários brasileiros em plataformas estrangeiras com transações acima de R$ 30 mil, além de operações realizadas de forma direta entre pessoas, no modelo peer-to-peer.

A análise do perfil dos investidores também evidencia uma forte concentração masculina no setor. Em setembro de 2025, os homens responderam por 70,38% das operações realizadas e por 86,23% do valor financeiro declarado. Já as mulheres participaram de 29,62% das transações, mas concentraram apenas 13,77% do volume total investido.

Stablecoins mantêm liderança sobre o Bitcoin

Entre os ativos negociados, o Tether (USDT) liderou em volume financeiro no mês, com R$ 15,72 bilhões movimentados em 1,18 milhão de operações. O Bitcoin (BTC), por sua vez, apresentou maior quantidade de registros, somando 2,15 milhões de transações, mas com um valor total bem inferior, de R$ 2,46 bilhões. A stablecoin USDC destacou-se pelo maior número absoluto de operações do relatório, alcançando 2,42 milhões de transferências.

Outras criptomoedas relevantes também apresentaram volumes significativos. O Ethereum (ETH) contabilizou 901 mil operações, que totalizaram R$ 1,09 bilhão, enquanto a Solana (SOL) registrou 530 mil transações, somando R$ 668 milhões. Ativos como XRP, Litecoin (LTC) e Cardano (ADA) completam o grupo das criptomoedas mais buscadas pelos investidores brasileiros interessados em diversificar suas aplicações.

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Brasil Economia

Correios projetam demissões em plano que pode mudar a estatal

29/12/2025 por Redação

Em meio a um cenário financeiro delicado, os Correios analisam medidas internas que levantam alertas sobre cortes, reestruturação e o futuro da empresa no Brasil.

Os Correios anunciaram um amplo plano de reestruturação que prevê o fechamento de cerca de mil agências próprias em todo o Brasil, além da implementação de medidas para reduzir significativamente os custos operacionais da estatal nos próximos anos. A iniciativa surge em meio ao agravamento da situação financeira da empresa e à necessidade de reequilibrar as contas diante das transformações estruturais do setor postal.

A proposta divulgada pela direção da companhia aponta para a desativação de aproximadamente 16% da rede física atual, composta por cerca de 6 mil unidades próprias. Apesar da redução, a estatal afirma que continuará atendendo todo o território nacional por meio de uma estrutura complementar formada por cerca de 10 mil pontos de atendimento operados em parceria. Segundo a administração, essa configuração permite racionalizar despesas sem comprometer a obrigação legal de universalização dos serviços postais.

A expectativa dos Correios é que o encerramento dessas unidades gere uma economia estimada em R$ 2,1 bilhões. O presidente da estatal, Emmanoel Rondon, afirmou que as decisões sobre quais agências serão fechadas levarão em consideração tanto o desempenho financeiro quanto a necessidade de manter a cobertura nacional, de forma a evitar prejuízos à população em regiões mais afastadas ou menos rentáveis.

O plano vai além da redução da rede física. A empresa projeta cortar aproximadamente R$ 5 bilhões em despesas até 2028, combinando diferentes frentes de ajuste. Entre elas estão dois Programas de Demissão Voluntária, previstos para 2026 e 2027, que podem resultar na saída de cerca de 15 mil funcionários. A estimativa é que, com os desligamentos e a revisão de benefícios, os gastos com pessoal sejam reduzidos em cerca de R$ 2,1 bilhões por ano.

Outra frente sensível da reestruturação envolve os benefícios concedidos aos servidores. A direção dos Correios estuda mudanças nos planos de saúde e de previdência, com redução dos aportes feitos pela empresa. De acordo com Rondon, o atual modelo do plano de saúde oferece ampla cobertura aos empregados, mas se tornou financeiramente insustentável para a estatal, exigindo uma reformulação profunda para garantir sua continuidade.

Para reforçar o caixa, a companhia também pretende vender imóveis de sua propriedade, com expectativa de arrecadar cerca de R$ 1,5 bilhão. Paralelamente, os Correios confirmaram a contratação de um empréstimo de R$ 12 bilhões junto a bancos, formalizado no fim de setembro, como medida emergencial para garantir liquidez. Ainda assim, a direção admite que será necessário captar mais R$ 8 bilhões para equilibrar as contas ao longo de 2026.

A gravidade do cenário financeiro fica evidente nos números recentes. Em 2025, a estatal acumulou um prejuízo de aproximadamente R$ 6 bilhões nos nove primeiros meses do ano, além de registrar patrimônio líquido negativo de R$ 10,4 bilhões. Segundo a administração, o déficit estrutural anual gira em torno de R$ 4 bilhões e está diretamente relacionado aos custos para manter o serviço postal universal em todo o país.

Dentro desse contexto, os Correios também avaliam mudanças mais profundas em sua estrutura a partir de 2027. Atualmente 100% pública, a empresa estuda a possibilidade de alterar seu modelo societário, incluindo a abertura de capital e a transformação em uma companhia de economia mista, nos moldes do que ocorre com empresas como Petrobras e Banco do Brasil. A discussão ainda está em fase inicial, mas integra o conjunto de alternativas analisadas para garantir sustentabilidade no longo prazo.

A direção da estatal atribui a crise atual a fatores que vêm se acumulando há quase uma década. Desde 2016, a digitalização das comunicações reduziu drasticamente o volume de cartas, que historicamente representavam a principal fonte de receita da empresa. Ao mesmo tempo, o crescimento do comércio eletrônico trouxe novos competidores para o mercado de encomendas, aumentando a pressão sobre preços e margens.

Segundo Emmanoel Rondon, esse cenário não é exclusivo do Brasil. O presidente dos Correios cita exemplos internacionais para ilustrar que a crise no setor postal é global. Entre eles está o serviço postal dos Estados Unidos, o United States Postal Service (USPS), que também enfrenta dificuldades e vem registrando prejuízos bilionários, além de anunciar medidas de ajuste semelhantes.

Ao concluir a apresentação do plano, Rondon afirmou que a reestruturação não se limita à recuperação financeira. Para a direção da empresa, o objetivo é preservar os Correios como um ativo estratégico do Estado brasileiro, fundamental para a integração do território nacional e para garantir acesso igualitário a serviços logísticos, especialmente em regiões onde a iniciativa privada não atua.

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Economia Melhores Investimentos

Binance anuncia novidade que muda o uso de criptomoedas no Brasil

29/12/2025 por Redação

Com foco em pagamentos do dia a dia, a Binance apresenta um recurso inédito que reforça sua estratégia no país e pode impactar a forma como brasileiros utilizam ativos digitais no cotidiano.

A Binance ampliou sua atuação no Brasil ao introduzir uma nova vantagem no Binance Card, cartão vinculado à plataforma de criptomoedas. A partir de agora, usuários brasileiros podem receber até 3% de cashback em compras realizadas com o cartão, iniciativa que busca estimular o uso de ativos digitais em situações cotidianas de consumo.

O benefício é válido para todos os clientes do Binance Card no país e pode ser utilizado em mais de 150 milhões de estabelecimentos credenciados à bandeira Mastercard, no Brasil e no exterior. O percentual de retorno varia conforme o volume de gastos mensais do usuário, enquanto o processamento das compras ocorre de forma automática, com conversão instantânea das criptomoedas para a moeda local no momento da transação. O modelo elimina etapas intermediárias e garante agilidade e segurança nos pagamentos.

Com o cartão, os brasileiros conseguem utilizar diferentes criptoativos para pagar produtos, serviços ou realizar saques, incluindo Bitcoin, Ether, BNB e stablecoins. A liquidação em moeda corrente acontece em tempo real, permitindo que os ativos digitais sejam utilizados de maneira prática, semelhante a um cartão bancário tradicional, sem que o usuário precise realizar conversões manuais.

Segundo Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para a América Latina, a novidade reflete a prioridade estratégica do Brasil dentro da operação da empresa. O executivo destaca que o país foi escolhido como o primeiro mercado a receber o relançamento do Binance Card, movimento que se soma a outras iniciativas locais, como a integração do Binance Pay ao Pix. Essa conexão possibilitou o uso de criptomoedas para pagamentos e transferências em reais dentro de um sistema amplamente adotado no país, que já alcança mais de 170 milhões de pessoas e estabelecimentos.

A expansão das funcionalidades ocorre em um contexto de crescimento acelerado da adoção de criptoativos no Brasil. O país figura entre os cinco maiores mercados globais do setor, de acordo com dados recentes da Chainalysis, consolidando-se como um dos principais polos de uso e desenvolvimento de soluções baseadas em blockchain e ativos digitais.

Além das inovações voltadas ao consumidor, a Binance também reforça sua atuação institucional no país. A empresa afirma manter compromisso com a conformidade regulatória, a transparência e a segurança das operações, além de investir em educação financeira voltada ao universo cripto. No mercado brasileiro, a plataforma opera com licença de corretora de valores mobiliários e mantém diálogo constante com órgãos reguladores, com o objetivo de contribuir para uma regulamentação equilibrada que incentive a inovação sem comprometer a proteção dos usuários.

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Economia Melhores Investimentos

Criadores de conteúdo do YouTube poderão receber em criptomoeda

14/12/2025 por Redação

YouTube anunciou que criadores de conteúdo poderão receber pagamentos em criptomoeda.

“O YouTube, maior plataforma de compartilhamento de vídeos do mundo, passou a permitir que criadores de conteúdo recebam pagamentos em criptomoedas, especificamente na stablecoin PYUSD, emitida pelo PayPal. A novidade foi divulgada na última quinta-feira (11) pela Fortune, que confirmou a informação com May Zabaneh, head de criptomoedas do PayPal, e também com um porta-voz do Google, empresa controladora do YouTube.

De acordo com as informações, a funcionalidade já está disponível, porém restrita, por enquanto, aos usuários dos Estados Unidos. Dados do Similarweb indicam que o YouTube é o segundo site mais acessado do planeta, ficando atrás apenas do Google. Assim, a adoção de criptomoedas pela plataforma representa um passo significativo para o setor. Segundo a executiva do PayPal, o YouTube está utilizando uma solução já desenvolvida pela própria empresa.

“A beleza do que construímos é que o YouTube não precisa tocar em cripto e, assim, conseguimos eliminar essa complexidade”, disse May Zabaneh.

O movimento também acompanha uma tendência crescente no mercado. Nesta semana, por exemplo, o PNC tornou-se o primeiro grande banco americano a oferecer negociação de Bitcoin, utilizando uma solução pronta da corretora Coinbase. Atualmente, o PayPal USD (PYUSD) figura como a quinta maior stablecoin do mercado, com valor estimado em US$ 3,9 bilhões.

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Brasil Economia

CNH tem novas regras que pegam motoristas de surpresa

08/12/2025 por Redação

As alterações que afetam a CNH podem transformar todo o caminho até a habilitação — e alguns detalhes só ficam claros ao ver a notícia completa.

O sistema brasileiro de formação de motoristas passa por uma das maiores reformulações dos últimos anos. A partir desta semana, começam a valer as novas diretrizes para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação, aprovadas pelo Conselho Nacional de Trânsito. As mudanças alteram profundamente etapas tradicionais do processo, ampliam a liberdade do candidato e reduzem custos de forma significativa.

A oficialização das normas está programada para ser publicada no Diário Oficial da União ainda nesta terça-feira (9). A informação foi confirmada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, que antecipou que as novas regras terão validade imediata. A publicação deve ocorrer no mesmo dia em que o governo lança, no Palácio do Planalto, o novo aplicativo nacional da CNH, que passará a centralizar parte dos procedimentos.

Com a atualização, o governo federal prevê uma forte redução no preço final da habilitação. Segundo estimativas do Ministério dos Transportes, a modernização do processo pode diminuir em até 80% o custo total que o candidato paga atualmente, principalmente devido ao fim da obrigatoriedade de aulas presenciais nas autoescolas.

O futuro motorista poderá iniciar o pedido de habilitação diretamente por meios digitais, tanto no portal oficial do Ministério dos Transportes quanto no aplicativo da Carteira Digital de Trânsito. A mudança dispensa a necessidade de abrir processo em uma autoescola e torna o procedimento mais rápido e acessível.

Outra alteração importante está na etapa teórica. Todo o conteúdo necessário para o estudo das regras de trânsito será disponibilizado gratuitamente em ambiente digital. O candidato poderá se preparar online, sem custo. Ainda assim, quem preferir o modelo tradicional continuará autorizado a frequentar aulas teóricas em autoescolas ou instituições conveniadas.

No treinamento prático, as exigências também se tornam mais flexíveis. A carga mínima de direção obrigatória, que antes previa 20 horas de aula, cairá para apenas duas horas. Cada candidato decidirá como deseja completar sua preparação: seja por meio de uma autoescola convencional, com instrutores independentes credenciados pelos Detrans ou com treinamentos personalizados. A utilização do próprio veículo nas aulas também passa a ser permitida.

Apesar da flexibilização no processo formativo, os exames continuam indispensáveis. Para obter a CNH, o candidato ainda deverá realizar as provas teórica e prática aplicadas pelos órgãos de trânsito. Outras etapas, como coleta de biometria e exame médico, permanecem presenciais e obrigatórias nas unidades do Detran.

A regulamentação dos instrutores autônomos também ganha novo formato. Esses profissionais serão credenciados pelos departamentos estaduais e fiscalizados de acordo com padrões nacionais unificados. Toda a identificação, controle e histórico serão integrados diretamente à Carteira Digital de Trânsito, garantindo rastreabilidade e segurança.

As mudanças colocam o processo de habilitação em um ambiente mais digital, econômico e flexível, ao mesmo tempo em que mantêm as etapas essenciais para garantir a segurança no trânsito. A expectativa do governo é que a modernização facilite o acesso à CNH e reduza barreiras que, por anos, tornaram o processo lento e custoso para milhões de brasileiros.

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Economia

Dólar fecha quinta-feira (04) em baixa

05/12/2025 por Redação

Dólar apresentou queda nesta quinta-feira (04), enquanto Ibovespa fechou em alta.

Após um dia de oscilações, o dólar fechou a quinta-feira (04) apresentando estabilidade, mas com uma leve baixa. A moeda norte-americana começou o dia com uma queda um pouco maior, mas foi se estabilizando com o passar das horas em linha com os movimentos observados no exterior, onde a moeda mostrou desempenho misto entre as divisas globais.

Em termos de porcentagem, o dólar recuou 0,06% ao final desta quinta-feira, sendo comercializado a R$ 5,310. Abaixo, confira o valor do dólar comercial e turismo ao final do dia de hoje:

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,310
  • Venda: R$ 5,310

Dólar Turismo

  • Compra: R$ 5,337
  • Venda: R$ 5,517

Ibovespa fecha em alta em dia de recordes na bolsa brasileira

O Ibovespa teve uma nova sessão de fortes ganhos e recordes, com quase todas as 82 ações da carteira em alta. O índice fechou esta quinta-feira com alta de 1,67%, aos 164.455,61 pontos, um ganho de 2.708,36 pontos, o que também configura o maior patamar de fechamento da história, superando o patamar atingido ontem (03), de 161.755,18 pontos.

Com a possibilidade da taxa básica de juros (Selic) apresentar uma redução no próximo comunicado do Copom, os olhos dos investidores estão voltados à bolsa brasileira. Caso haja uma redução na taxa básica de juros, a expectativa é que os números da B3 possam seguir crescendo e batendo recordes.

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