Ibovespa fecha em alta

Assim como o Ibovespa, o dólar também fechou a quinta-feira (27) em alta.
A Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a quinta-feira em alta. o índice da B3 se movimentou em faixa mais ampla, dos 132.478,98 aos 133.904,38, saindo de abertura aos 132.522,18 pontos. Durante a semana, o crescimento registra 0,61%, enquanto no mês o valor chega a 8,43. No acumulado de 2025, a alta da Ibovespa chega a 10,70%.
Assim como a Ibovespa, quem também fechou o dia em alta foi o dólar. Após oscilar ao longo do dia, a moeda norte-americana fechou a quinta-feira com alta de 0,44%, com o valor de R$5,75. No entanto, apesar da alta diária, ao longo do ano os números são favoráveis à moeda brasileira. Em 2025, o real acabou valorizando, sendo que nos primeiros três meses do ano o dólar recuou 6,81%.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta quinta-feira (27):
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,758
Venda: R$ 5,758
Dólar turismo:
Compra: R$ 5,757
Venda: R$ 5,937
Dólar cai para menor valor em quatro meses e Ibovespa registra alta

Impulsionados por dados econômicos positivos e estímulos globais, o dólar encerra abaixo de R$ 5,70, enquanto a bolsa de valores avança pelo quarto dia consecutivo.
O mercado financeiro desta segunda-feira (17) foi impulsionado por uma combinação de fatores positivos, tanto internos quanto externos, resultando em um dia de grande otimismo. O dólar comercial fechou a R$ 5,686, registrando uma queda de R$ 0,57 (-0,99%) e alcançando sua cotação mais baixa em quatro meses. Durante a tarde, a moeda tocou a mínima de R$ 5,66, um momento em que investidores aproveitaram para comprar a divisa norte-americana a um preço mais acessível.
Com esse resultado, o dólar atingiu o menor valor desde 7 de novembro do ano passado, quando foi negociado a R$ 5,67. No acumulado de 2025, a moeda acumula uma desvalorização de 7,99%. Esse cenário refletiu uma tendência de queda contínua ao longo do dia, com a maior aceleração da desvalorização ocorrendo no período da tarde.
O desempenho da bolsa de valores também foi marcante. O índice Ibovespa, da B3, avançou 1,46%, fechando aos 131.213 pontos e atingindo o nível mais alto desde o final de outubro. Esse crescimento foi impulsionado por uma alta generalizada entre as ações, com destaque para setores como petroleiras, mineradoras e bancos.
O bom desempenho do mercado pode ser atribuído a uma série de fatores favoráveis. No Brasil, a divulgação do indicador de atividade econômica do Banco Central (BC) revelou um crescimento de 0,9% em janeiro, superando as expectativas do mercado. Esse dado trouxe otimismo para investidores, especialmente em ações de empresas voltadas ao consumo, que se beneficiaram diretamente do desempenho positivo da economia brasileira.
A nível global, o pacote de estímulos econômicos anunciado pela China também teve um impacto significativo, favorecendo os países emergentes. Como o país asiático é o maior consumidor de commodities, sua recuperação beneficia países como o Brasil, que se aproveitam dessa demanda crescente por produtos como petróleo e minérios.
Além disso, o aumento nos preços do petróleo também contribuiu para o impulso nos mercados emergentes. O barril do tipo Brent ultrapassou novamente os US$ 70, devido aos ataques aéreos dos Estados Unidos no Iémen. A expectativa de um possível cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia também gerou um clima de otimismo entre os investidores globais, refletindo positivamente nos mercados financeiros.
Em resumo, o dia foi marcado por uma série de fatores positivos que favoreceram tanto o mercado cambial quanto o de ações, com destaque para o desempenho do Ibovespa e a valorização do real frente ao dólar.
Dólar apresenta maior queda desde novembro de 2024

Leilões do Banco Central e alta nas commodities impactam o câmbio, enquanto o Ibovespa registra leve queda após três dias de alta.
O dólar registrou uma leve desvalorização nesta terça-feira (18), encerrando o dia cotado a R$ 5,689, abaixo de R$ 5,70, o que representa o menor valor desde novembro. A queda foi de 0,41%, o que equivale a uma perda de R$ 0,016 em relação ao fechamento anterior. Embora tenha iniciado o dia em alta, com a moeda alcançando R$ 5,72 por volta das 11h, a tendência de queda foi acentuada após o Banco Central (BC) realizar a venda de US$ 3 bilhões em um leilão de linha. Além disso, o anúncio de emissão de títulos de dez anos pelo Tesouro Nacional no mercado externo também exerceu impacto no movimento cambial.
Esse movimento de queda no dólar reflete uma série de fatores, incluindo a alta nas commodities, que atraiu recursos para o Brasil. A entrada de capital foi impulsionada pela valorização desses produtos primários no mercado internacional, o que também ajudou a reduzir a pressão sobre a moeda. Em 2025, a divisa norte-americana acumula uma desvalorização de 7,93%, registrando o menor valor desde 7 de novembro, quando a cotação estava em R$ 5,67.
O mercado de ações também experimentou um dia de volatilidade. O índice Ibovespa, da B3, terminou o dia em 128.532 pontos, com uma queda leve de 0,02%. Após três dias consecutivos de alta, o índice chegou a subir 0,58% por volta das 12h46, mas perdeu força à medida que investidores buscaram realizar lucros, ou seja, venderam ações para garantir os ganhos recentes.
No cenário internacional, o dólar se valorizou frente à maioria das moedas, mas registrou quedas significativas contra o peso colombiano, o peso mexicano e o real. A alta das commodities e o leilão de linha do BC impulsionaram a entrada de capital no Brasil, contribuindo para a valorização do real. A medida de intervenção cambial do Banco Central ajudou a reduzir a pressão sobre a moeda nacional.
Além disso, a venda de US$ 3 bilhões em leilão de linha pelo Banco Central foi a quarta intervenção cambial de 2025, ano em que Gabriel Galípolo assumiu a presidência da autoridade monetária. Esse tipo de operação, no qual os recursos são retirados das reservas internacionais com o compromisso de recompra em alguns meses, visa equilibrar a oferta de dólares no mercado e mitigar a volatilidade da moeda.
Outro fator que ajudou a fortalecer a confiança no Brasil foi a emissão de US$ 2,5 bilhões em títulos do Tesouro Nacional no mercado externo. O governo obteve uma taxa de juros de 6,75% ao ano, a maior em 20 anos, mas conseguiu um spread de 2,2 pontos percentuais em relação aos juros norte-americanos, o menor desde 2019, o que também é visto como um sinal positivo para o país.
Dólar fecha semana em baixa

Com cinco quedas consecutivas, dólar fechou a semana em baia.
É bem verdade que nos últimos tempos o assunto “dólar” esteve em evidência no Brasil, muito por conta da grande desvalorização que o real teve frente à moeda norte-americana. Por outro lado, a quarta semana de janeiro foi de reflexos positivos, pois durante todos os dias o dólar operou em queda, inclusive tendo fechado a semana em mais uma baixa.
Nesta sexta-feira (24), a moeda norte-americana chegou a operar na casa dos R$ 5,86, mas o grande volume de compra fez com que acabasse subindo novamente. Ainda assim, no fechamento do mercado, registrou uma queda de 0,13%, encerrando o dia sendo negociada a R$ 5,91. Com este registro, o dólar fechou na menor cotação desde o dia 27 de novembro do ano passado.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta semana:
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,918
Venda: R$ 5,918
Dólar turismo:
Compra: R$ 5,943
Venda: R$ 6,123
Dólar apresenta queda e fecha abaixo dos R$ 6,00

Medidas tomadas por Donald Trump fizeram com que o dólar fechasse em queda nesta quarta-feira.
Um dos assuntos mais comentados no país ao longo dos últimos meses foi a grande desvalorização do real frente ao dólar. A moeda brasileira ultrapassou a marca história dos R$ 6,00, se aproximando dos R$ 6,50, mas fechou a quarta-feira (22) cotado a R$ 5,94, menor patamar desde o dia 27 de novembro do ano passado.
A queda do dólar está diretamente ligada às ações e medidas tomadas por Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos tem trabalhado para aplicar medidas tarifárias, principalmente contra a China, além de adotar barreiras para produtos da União Europeia, Canadá e México. Estes foram alguns dos principais motivos para que o dólar encerrasse o dia cotado a menos de R$ 6,00, algo que não acontecia desde a primeira quinzena de 2024.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta quarta-feira (22):
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,946
Venda: R$ 5,946
Dólar turismo:
Compra: R$ 6,06
Venda: R$ 6,24
Dólar fecha a semana em leve queda

Apesar da alta no dia, dólar fechou a semana em queda.
Numa sessão cheia de expectativas devido à posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, a moeda norte-americana se manteve estável ao longo desta sexta-feira (17). Apesar de ter fechado o dia com uma pequena alta, o dólar acabou fechando a semana em leve queda, permanecendo na casa dos R$ 6,06.
As negociações desta sexta-feira encerram com o dólar à vista sendo negociado com uma leve alta de 0,16%, chegando ao valor de R$ 6,0650. Por outro lado, se contabilizada as negociações ao longo da semana, a moeda norte-americana encerrou a semana com uma queda de 0,62%.
Abaixo, confira o valor do dólar comercial e turismo desta sexta-feira:
Dólar comercial:
Compra: R$ 6,065
Venda: R$ 6,065
Dólar turismo:
Compra: R$ 6,133
Venda: R$ 6,313
A grande expectativa a partir de agora é como a moeda norte-americana irá se portar após Donald Trump reassumir como presidente dos Estados Unidos. As políticas econômicas do país da América do Norte interferem diretamente na economia mundial, inclusive na valorização ou desvalorização do real.
Dólar apresenta nova alta

Mercado financeiro é impactado por incertezas internas e externas, com dólar em alta e bolsa em queda.
Com a liquidez reduzida no Brasil e as incertezas no cenário internacional, o dólar voltou a se aproximar dos R$ 6,20, impulsionando uma queda superior a 1% na bolsa, que atingiu o menor nível em seis meses.
Na segunda-feira (23), o dólar comercial encerrou o dia cotado a R$ 6,186, com alta de R$ 0,114 (+1,87%). A moeda abriu o pregão a R$ 6,11 e seguiu em alta ao longo da sessão, alcançando sua máxima de R$ 6,20 por volta das 15h30.
Diferente de outros dias recentes, o Banco Central (BC) optou por não intervir no mercado cambial. Contudo, logo após o fechamento do mercado, a autoridade monetária anunciou que venderá US$ 3 bilhões à vista na quinta-feira (26). Esses recursos serão retirados das reservas internacionais e, ao contrário dos leilões de linha, não serão recomprados pelo BC.
O mercado acionário também enfrentou um dia de tensão. O Ibovespa, índice da B3, caiu 1,09%, encerrando o dia aos 120.767 pontos, o menor nível desde 20 de junho.
Com o recesso parlamentar e a semana encurtada por feriados, o volume de negócios foi baixo, com os mercados influenciados, principalmente, pelos eventos internacionais. O dólar teve um desempenho positivo globalmente, com investidores absorvendo o comunicado do Federal Reserve (Fed), que indicou uma perspectiva de menores cortes de juros nos Estados Unidos em 2025.
Além disso, o câmbio no Brasil foi impactado pela saída de recursos, um movimento típico de final de trimestre, quando as multinacionais transferem lucros para o exterior.
A pesquisa semanal Boletim Focus, divulgada na segunda-feira, revelou uma piora nas expectativas para a inflação e as taxas de juros em 2025. O resultado dessa pesquisa pressionou as taxas futuras de juros, influenciando negativamente o desempenho da bolsa de valores.
Fonte: Reuters
Dólar fecha abaixo de R$ 6,00 pela primeira vez em dezembro

Última vez que o dólar havia fechado abaixo de R$ 6,00 havia sido no final de novembro.
Um dos assuntos mais comentados no país ao longo das últimas semanas foi a grande desvalorização do real frente ao dólar. A moeda brasileira ultrapassou a marca história dos R$ 6,00 e a última vez que havia fechado um dia abaixo desse valor havia sido no mês de novembro. No entanto, nesta quarta-feira (11), a moeda norte-americana fechou em baixa de 1,47%, alcançando o patamar de R$ 5,95.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta quarta-feira (11) e a variação da moeda ao longo de 2024:
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,959
Venda: R$ 5,959
Dólar turismo:
Compra: R$ 6,103
Venda: R$ 6,283
Variação do dólar:
Queda de 1,70% na semana
Recuo de 0,54% no mês
Avanço de 22,99% no ano
Dólar bate recorde e fecha segunda-feira em alta

Dólar ultrapassou a barreira dos R$ 6,00 e fechou em grande alta a segunda-feira.
Na última semana, o Giro Econômico informou que o real sofria uma grande desvalorização frente ao dólar, sendo que a situação ficou ainda pior. Nesta segunda-feira, a moeda norte-americana bateu recorde se comparada com a brasileira e fechou o dia cotada a R$ 6,06. A moeda chegou a beirar a casa dos R$ 6,09, mas fechou a R$ 6,06 com uma valorização de 1,13%.
Um dos motivos para a moeda norte-americana ter valorizado e a moeda brasileira desvalorizado foi a fala de Donald Trump, que exigiu que os países do Brics não criassem uma nova moeda sob pena de seus produtos serem taxados em 100%.
“Exigimos que esses países se comprometam a não criar uma nova moeda do Brics nem apoiar qualquer outra moeda que substitua o poderoso dólar americano, caso contrário, eles sofrerão 100% de tarifas e deverão dizer adeus às vendas para a maravilhosa economia norte-americana”, afirmou Trump nas redes sociais.
Outro ponto que prejudicou a moeda brasileira foi o anúncio de que os brasileiros que recebem até R$ 5 mil por mês terão isenção em seu imposto de renda. De acordo com o ministro da Economia, Fernando Haddad, o país irá enfrentar semanas difíceis por causa do grande aumento do dólar, porém, disse que espera que no futuro a situação acabe melhorando.
Abaixo, confira como o dólar fechou a semana:
Dólar comercial
Compra: R$ 6,065
Venda: R$ 6,065
Dólar turismo
Compra: R$ 6,109
Venda: R$ 6,289
Real sofre grande desvalorização frente ao dólar

Real foi a sétima moeda que mais desvalorizou em 2024 frente ao dólar.
A economia brasileira não vive um bom momento, tanto é que viu o dólar ultrapassar a barreira dos R$ 6 nesta semana. Prova disso é que o real foi a sétima moeda que mais desvalorizou frente à moeda norte-americana no ano de 2024. O Brasil só ficou atrás de países pobres e com grandes problemas econômicos.
Desde o mês de janeiro, o câmbio brasileiro (real x dólar) desvalorizou 20%, o que mostra a gravidade dos problemas enfrentados pelo governo federal. Em termos de desvalorização, o real só não ficou atrás das moedas de Sudão do Sul, Etiópia, Nigéria, Egito, Venezuela e Gana, países conhecidos por graves problemas econômicos. A Argentina, que até pouco tempo sofria com grande desvalorização, já aparece atrás do Brasil.
O ministro da Economia, Fernando Haddad, afirmou que o país irá enfrentar semanas difíceis por causa do grande aumento do dólar, porém, disse que espera que no futuro a situação acabe melhorando. A fala do ministro foi logo após confirmar que os brasileiros que recebem até R$ 5 mil por mês terão isenção no imposto de renda e anunciar uma medida relacionada ao pacote fiscal em que o governo pretende ter uma economia de até R$ 70 bilhões em dois anos.
Abaixo, confira como o dólar fechou a semana:
Dólar comercial
Compra: R$ 6,000
Venda: R$ 6,001
Dólar turismo
Compra: R$ 6,042
Venda: R$ 6,222