Dólar fecha semana em baixa

Com cinco quedas consecutivas, dólar fechou a semana em baia.
É bem verdade que nos últimos tempos o assunto “dólar” esteve em evidência no Brasil, muito por conta da grande desvalorização que o real teve frente à moeda norte-americana. Por outro lado, a quarta semana de janeiro foi de reflexos positivos, pois durante todos os dias o dólar operou em queda, inclusive tendo fechado a semana em mais uma baixa.
Nesta sexta-feira (24), a moeda norte-americana chegou a operar na casa dos R$ 5,86, mas o grande volume de compra fez com que acabasse subindo novamente. Ainda assim, no fechamento do mercado, registrou uma queda de 0,13%, encerrando o dia sendo negociada a R$ 5,91. Com este registro, o dólar fechou na menor cotação desde o dia 27 de novembro do ano passado.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta semana:
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,918
Venda: R$ 5,918
Dólar turismo:
Compra: R$ 5,943
Venda: R$ 6,123
Dólar apresenta queda e fecha abaixo dos R$ 6,00

Medidas tomadas por Donald Trump fizeram com que o dólar fechasse em queda nesta quarta-feira.
Um dos assuntos mais comentados no país ao longo dos últimos meses foi a grande desvalorização do real frente ao dólar. A moeda brasileira ultrapassou a marca história dos R$ 6,00, se aproximando dos R$ 6,50, mas fechou a quarta-feira (22) cotado a R$ 5,94, menor patamar desde o dia 27 de novembro do ano passado.
A queda do dólar está diretamente ligada às ações e medidas tomadas por Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos tem trabalhado para aplicar medidas tarifárias, principalmente contra a China, além de adotar barreiras para produtos da União Europeia, Canadá e México. Estes foram alguns dos principais motivos para que o dólar encerrasse o dia cotado a menos de R$ 6,00, algo que não acontecia desde a primeira quinzena de 2024.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta quarta-feira (22):
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,946
Venda: R$ 5,946
Dólar turismo:
Compra: R$ 6,06
Venda: R$ 6,24
Dólar fecha a semana em leve queda

Apesar da alta no dia, dólar fechou a semana em queda.
Numa sessão cheia de expectativas devido à posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, a moeda norte-americana se manteve estável ao longo desta sexta-feira (17). Apesar de ter fechado o dia com uma pequena alta, o dólar acabou fechando a semana em leve queda, permanecendo na casa dos R$ 6,06.
As negociações desta sexta-feira encerram com o dólar à vista sendo negociado com uma leve alta de 0,16%, chegando ao valor de R$ 6,0650. Por outro lado, se contabilizada as negociações ao longo da semana, a moeda norte-americana encerrou a semana com uma queda de 0,62%.
Abaixo, confira o valor do dólar comercial e turismo desta sexta-feira:
Dólar comercial:
Compra: R$ 6,065
Venda: R$ 6,065
Dólar turismo:
Compra: R$ 6,133
Venda: R$ 6,313
A grande expectativa a partir de agora é como a moeda norte-americana irá se portar após Donald Trump reassumir como presidente dos Estados Unidos. As políticas econômicas do país da América do Norte interferem diretamente na economia mundial, inclusive na valorização ou desvalorização do real.
Dólar apresenta nova alta

Mercado financeiro é impactado por incertezas internas e externas, com dólar em alta e bolsa em queda.
Com a liquidez reduzida no Brasil e as incertezas no cenário internacional, o dólar voltou a se aproximar dos R$ 6,20, impulsionando uma queda superior a 1% na bolsa, que atingiu o menor nível em seis meses.
Na segunda-feira (23), o dólar comercial encerrou o dia cotado a R$ 6,186, com alta de R$ 0,114 (+1,87%). A moeda abriu o pregão a R$ 6,11 e seguiu em alta ao longo da sessão, alcançando sua máxima de R$ 6,20 por volta das 15h30.
Diferente de outros dias recentes, o Banco Central (BC) optou por não intervir no mercado cambial. Contudo, logo após o fechamento do mercado, a autoridade monetária anunciou que venderá US$ 3 bilhões à vista na quinta-feira (26). Esses recursos serão retirados das reservas internacionais e, ao contrário dos leilões de linha, não serão recomprados pelo BC.
O mercado acionário também enfrentou um dia de tensão. O Ibovespa, índice da B3, caiu 1,09%, encerrando o dia aos 120.767 pontos, o menor nível desde 20 de junho.
Com o recesso parlamentar e a semana encurtada por feriados, o volume de negócios foi baixo, com os mercados influenciados, principalmente, pelos eventos internacionais. O dólar teve um desempenho positivo globalmente, com investidores absorvendo o comunicado do Federal Reserve (Fed), que indicou uma perspectiva de menores cortes de juros nos Estados Unidos em 2025.
Além disso, o câmbio no Brasil foi impactado pela saída de recursos, um movimento típico de final de trimestre, quando as multinacionais transferem lucros para o exterior.
A pesquisa semanal Boletim Focus, divulgada na segunda-feira, revelou uma piora nas expectativas para a inflação e as taxas de juros em 2025. O resultado dessa pesquisa pressionou as taxas futuras de juros, influenciando negativamente o desempenho da bolsa de valores.
Fonte: Reuters
Dólar fecha abaixo de R$ 6,00 pela primeira vez em dezembro

Última vez que o dólar havia fechado abaixo de R$ 6,00 havia sido no final de novembro.
Um dos assuntos mais comentados no país ao longo das últimas semanas foi a grande desvalorização do real frente ao dólar. A moeda brasileira ultrapassou a marca história dos R$ 6,00 e a última vez que havia fechado um dia abaixo desse valor havia sido no mês de novembro. No entanto, nesta quarta-feira (11), a moeda norte-americana fechou em baixa de 1,47%, alcançando o patamar de R$ 5,95.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta quarta-feira (11) e a variação da moeda ao longo de 2024:
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,959
Venda: R$ 5,959
Dólar turismo:
Compra: R$ 6,103
Venda: R$ 6,283
Variação do dólar:
Queda de 1,70% na semana
Recuo de 0,54% no mês
Avanço de 22,99% no ano
Dólar bate recorde e fecha segunda-feira em alta

Dólar ultrapassou a barreira dos R$ 6,00 e fechou em grande alta a segunda-feira.
Na última semana, o Giro Econômico informou que o real sofria uma grande desvalorização frente ao dólar, sendo que a situação ficou ainda pior. Nesta segunda-feira, a moeda norte-americana bateu recorde se comparada com a brasileira e fechou o dia cotada a R$ 6,06. A moeda chegou a beirar a casa dos R$ 6,09, mas fechou a R$ 6,06 com uma valorização de 1,13%.
Um dos motivos para a moeda norte-americana ter valorizado e a moeda brasileira desvalorizado foi a fala de Donald Trump, que exigiu que os países do Brics não criassem uma nova moeda sob pena de seus produtos serem taxados em 100%.
“Exigimos que esses países se comprometam a não criar uma nova moeda do Brics nem apoiar qualquer outra moeda que substitua o poderoso dólar americano, caso contrário, eles sofrerão 100% de tarifas e deverão dizer adeus às vendas para a maravilhosa economia norte-americana”, afirmou Trump nas redes sociais.
Outro ponto que prejudicou a moeda brasileira foi o anúncio de que os brasileiros que recebem até R$ 5 mil por mês terão isenção em seu imposto de renda. De acordo com o ministro da Economia, Fernando Haddad, o país irá enfrentar semanas difíceis por causa do grande aumento do dólar, porém, disse que espera que no futuro a situação acabe melhorando.
Abaixo, confira como o dólar fechou a semana:
Dólar comercial
Compra: R$ 6,065
Venda: R$ 6,065
Dólar turismo
Compra: R$ 6,109
Venda: R$ 6,289
Real sofre grande desvalorização frente ao dólar

Real foi a sétima moeda que mais desvalorizou em 2024 frente ao dólar.
A economia brasileira não vive um bom momento, tanto é que viu o dólar ultrapassar a barreira dos R$ 6 nesta semana. Prova disso é que o real foi a sétima moeda que mais desvalorizou frente à moeda norte-americana no ano de 2024. O Brasil só ficou atrás de países pobres e com grandes problemas econômicos.
Desde o mês de janeiro, o câmbio brasileiro (real x dólar) desvalorizou 20%, o que mostra a gravidade dos problemas enfrentados pelo governo federal. Em termos de desvalorização, o real só não ficou atrás das moedas de Sudão do Sul, Etiópia, Nigéria, Egito, Venezuela e Gana, países conhecidos por graves problemas econômicos. A Argentina, que até pouco tempo sofria com grande desvalorização, já aparece atrás do Brasil.
O ministro da Economia, Fernando Haddad, afirmou que o país irá enfrentar semanas difíceis por causa do grande aumento do dólar, porém, disse que espera que no futuro a situação acabe melhorando. A fala do ministro foi logo após confirmar que os brasileiros que recebem até R$ 5 mil por mês terão isenção no imposto de renda e anunciar uma medida relacionada ao pacote fiscal em que o governo pretende ter uma economia de até R$ 70 bilhões em dois anos.
Abaixo, confira como o dólar fechou a semana:
Dólar comercial
Compra: R$ 6,000
Venda: R$ 6,001
Dólar turismo
Compra: R$ 6,042
Venda: R$ 6,222
Dólar apresenta maior alta de 2024

Chegando perto de R$ 5, o dólar apresentou alta de 22% nesta sexta-feira.
Nesta sexta-feira (15), o dólar comercial fechou o dia sendo vendido a R$ 4,997, atingindo o maior nível de 2024 e registrando um aumento de R$ 0,011 (0,22%). Enquanto isso, na Bolsa de Valores, o Índice Ibovespa, da B3, apresentou uma queda de 1%.
Durante o dia, o dólar norte-americano oscilou, atingindo seu pico por volta das 10h30, quando alcançou o valor de R$ 5. Esta movimentação resultou em um acumulado semanal com alta de 0,34% e de 0,5% no mês de março.
Bolsa de Valores
Operando sob turbulência nesta sexta-feira, o Índice Ibovespa, da B3, fechou o dia em queda de 0,74%, com 126.742 pontos. Este movimento reflete a instabilidade do mercado financeiro, que tem sido influenciado por diversos fatores econômicos e geopolíticos.
Um dos principais elementos que impactaram o desempenho da Bolsa de Valores foi o preço do minério de ferro, uma commodity de grande relevância para a economia brasileira. A variação nos preços das commodities, como o minério de ferro, costuma ter um efeito significativo no mercado acionário, especialmente em empresas ligadas ao setor de mineração.
Dólar fecha na maior cotação de 2024

Enquanto o dólar fechou o dia na maior cotação de 2024, o mercado das ações sofreu com a instabilidade e gerou tensão.
Nesta segunda-feira (22), foi lançada a nova Política Industrial e isso impactou de forma negativa dentro do mercado financeiro. O dólar se aproximou dos R$ 5 e encerrou o dia na maior cotação de 2024. A Bolsa de Valores, por outro lado, caiu quase 1% e foi o seu menor nível em mais de um mês.
No final desta segunda, o dólar comercial estava sendo vendido pelo valor de R$ 4,988, marcando o crescimento de R$ 0,061 (+1,24%). O comportamento da moeda foi marcado por uma ligeira elevação no início do dia, mas ganhou impulso significativo durante a manhã, coincidindo com o anúncio do governo sobre o programa Nova Indústria Brasil. No ponto máximo alcançado durante o dia, aproximadamente às 13h45, a cotação atingiu R$ 4,99.
Além, a performance desta segunda-feira contribuiu para um acúmulo de 2,78% de valorização do dólar em janeiro. Em um curto intervalo de apenas dez dias, a moeda norte-americana registrou um aumento de 2,68%.
Bolsa de valores
O cenário no mercado de ações foi marcado por tensões, refletindo-se no desempenho do índice Ibovespa, que encerrou o dia aos 126.602 pontos, apresentando uma queda de 0,81%. Este é o menor nível do indicador desde 12 de dezembro de 2023 e contribui para uma redução acumulada de 5,65% no ano de.
Recentemente, houve uma crescente no dólar e queda na bolsa de valores, ambos sendo impactados pela expectativa de que o Banco Central dos Estados Unidos adiará a redução das taxas de juros para maio. A manutenção de taxas elevadas em economias desenvolvidas incentiva a fuga de capitais de nações emergentes, como o Brasil.
No entanto, nesta segunda-feira, foram as inquietações relacionadas aos impactos da nova política industrial nas contas públicas. O plano, que contempla R$ 300 bilhões em financiamentos, além de medidas como subsídios e incentivos tributários, apresentará desafios para a equipe econômica cumprir a meta de zerar o déficit primário neste ano, conforme estipulado pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Fora do Brasil, os principais mercados acionários registraram ganhos nesta segunda-feira, enquanto o dólar encerrou o dia praticamente inalterado, apresentando ligeira valorização em relação às principais moedas internacionais.
Dólar apresenta queda

Com essa queda, o dólar atingiu o seu menor até agora em 2024.
Nesta sexta-feira (12), o dólar comercial registrou uma queda, sendo vendido a R$ 4,857, representando uma redução de (-0,37%). Este é o menor valor do ano, após dois dias consecutivos em baixa.
O dia começou com a moeda em alta, mas durante a abertura dos mercados dos Estados Unidos, a cotação começou a cair. Este é o menor valor desde 28 de dezembro. Mesmo assim, no mês de janeiro, há uma valorização de 0,08%.
A Bolsa de Valores encerrou o dia em leve alta após uma sequência negativa. O Índice Ibovespa da B3 fechou o dia com 130.988 pontos, apresentando um aumento de 0,26%. Esse ganho foi impulsionado pelos mercados de petroleiras e mineradoras. Apesar disso, devido às diversas quedas consecutivas ao longo da semana, o fechamento semanal ainda está em queda de 0,72%.
Fonte: Reuters.