Dólar fecha abaixo de R$ 6,00 pela primeira vez em dezembro

Última vez que o dólar havia fechado abaixo de R$ 6,00 havia sido no final de novembro.
Um dos assuntos mais comentados no país ao longo das últimas semanas foi a grande desvalorização do real frente ao dólar. A moeda brasileira ultrapassou a marca história dos R$ 6,00 e a última vez que havia fechado um dia abaixo desse valor havia sido no mês de novembro. No entanto, nesta quarta-feira (11), a moeda norte-americana fechou em baixa de 1,47%, alcançando o patamar de R$ 5,95.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta quarta-feira (11) e a variação da moeda ao longo de 2024:
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,959
Venda: R$ 5,959
Dólar turismo:
Compra: R$ 6,103
Venda: R$ 6,283
Variação do dólar:
Queda de 1,70% na semana
Recuo de 0,54% no mês
Avanço de 22,99% no ano
Dólar bate recorde e fecha segunda-feira em alta

Dólar ultrapassou a barreira dos R$ 6,00 e fechou em grande alta a segunda-feira.
Na última semana, o Giro Econômico informou que o real sofria uma grande desvalorização frente ao dólar, sendo que a situação ficou ainda pior. Nesta segunda-feira, a moeda norte-americana bateu recorde se comparada com a brasileira e fechou o dia cotada a R$ 6,06. A moeda chegou a beirar a casa dos R$ 6,09, mas fechou a R$ 6,06 com uma valorização de 1,13%.
Um dos motivos para a moeda norte-americana ter valorizado e a moeda brasileira desvalorizado foi a fala de Donald Trump, que exigiu que os países do Brics não criassem uma nova moeda sob pena de seus produtos serem taxados em 100%.
“Exigimos que esses países se comprometam a não criar uma nova moeda do Brics nem apoiar qualquer outra moeda que substitua o poderoso dólar americano, caso contrário, eles sofrerão 100% de tarifas e deverão dizer adeus às vendas para a maravilhosa economia norte-americana”, afirmou Trump nas redes sociais.
Outro ponto que prejudicou a moeda brasileira foi o anúncio de que os brasileiros que recebem até R$ 5 mil por mês terão isenção em seu imposto de renda. De acordo com o ministro da Economia, Fernando Haddad, o país irá enfrentar semanas difíceis por causa do grande aumento do dólar, porém, disse que espera que no futuro a situação acabe melhorando.
Abaixo, confira como o dólar fechou a semana:
Dólar comercial
Compra: R$ 6,065
Venda: R$ 6,065
Dólar turismo
Compra: R$ 6,109
Venda: R$ 6,289
Real sofre grande desvalorização frente ao dólar

Real foi a sétima moeda que mais desvalorizou em 2024 frente ao dólar.
A economia brasileira não vive um bom momento, tanto é que viu o dólar ultrapassar a barreira dos R$ 6 nesta semana. Prova disso é que o real foi a sétima moeda que mais desvalorizou frente à moeda norte-americana no ano de 2024. O Brasil só ficou atrás de países pobres e com grandes problemas econômicos.
Desde o mês de janeiro, o câmbio brasileiro (real x dólar) desvalorizou 20%, o que mostra a gravidade dos problemas enfrentados pelo governo federal. Em termos de desvalorização, o real só não ficou atrás das moedas de Sudão do Sul, Etiópia, Nigéria, Egito, Venezuela e Gana, países conhecidos por graves problemas econômicos. A Argentina, que até pouco tempo sofria com grande desvalorização, já aparece atrás do Brasil.
O ministro da Economia, Fernando Haddad, afirmou que o país irá enfrentar semanas difíceis por causa do grande aumento do dólar, porém, disse que espera que no futuro a situação acabe melhorando. A fala do ministro foi logo após confirmar que os brasileiros que recebem até R$ 5 mil por mês terão isenção no imposto de renda e anunciar uma medida relacionada ao pacote fiscal em que o governo pretende ter uma economia de até R$ 70 bilhões em dois anos.
Abaixo, confira como o dólar fechou a semana:
Dólar comercial
Compra: R$ 6,000
Venda: R$ 6,001
Dólar turismo
Compra: R$ 6,042
Venda: R$ 6,222
Dólar em alta

Iniciando o mês de abril com o dólar em alta e a bolsa em queda.
Esta última quinta-feira 1º de abril, iniciou com o dólar em alta e a bolsa em queda. Depois de subir 6% no mês de março, a bolsa de valores caiu pelo segundo dia consecutivo.
O dólar comercial encerrou a quinta-feira em R$ 5,715, com a alta de R$ 0,087 (+1,54%). Assim, a cotação ficou o dia inteiro em alta, chegando a encerrar próxima dos níveis máximos da sessão. Já na última quarta-feira (31), a divisa havia registrado a maior queda diária em três semanas e acabou fechando em R$ 5,629.
O dólar caiu se comparado as principais moedas internacionais, no entanto, se comparado ao real, está em alta.
Uma das coisas que influenciaram o mercado foram as discussões envolvendo o Orçamento Geral da União de 2021. Paulo Guedes, Ministro da Economia, pediu veto parcial ao texto que havia sido aprovado pelo Congresso, visando evitar brechas que venham a violar o teto federal de gastos ou que possam ser questionadas através do Tribunal de Contas da União (TCU).
Dessa forma, o mercado financeiro repercutiu a queda de 0,7% no mês de fevereiro, que acabou interrompendo a grande sequência de nove meses de alta. Com isso, o recuo nas produções pode indiciar que a economia já começa a sentir os efeitos da pandemia da Covid-19. Como visto, perante ao real, o mês de abril de 2021 iniciou com o dólar em alta.
Dólar em queda

Nesta primeira sessão do ano, foi registrado o dólar em queda contra o real.
Contra o real, foi registrado o dólar em queda, após o ano de 2020 ter registrado ganho acumulado. Os mercados internacionais se mostraram felizes nesta segunda-feira, esperançosos por conta das vacinas do coronavírus, visando um impulso na economia global.
Às 9h14 da manhã desta segunda, o dólar em queda havia recuado em 1,34%, ficando a R$ 5,1230 na venda, já o contrato líquido do dólar futuro havia ficado com a queda de 1,34% com R$ 5,1275.
Já na última sessão do ano de 2020, o dólar havia avançado em 0,17% com R$ 5,1915 para a venda, o que totalizou o registro por ano de 29,37%.
De acordo com um anúncio realizado pelo Banco Central, a partir desta segunda-feira (4), a rolagem de 236.430 contratos de swap cambial cujo vencimento no dia 1º de fevereiro de 2021, com o montante registrado em 11,8 bilhões de dólares. Dessa forma, o Banco Central irá ofertar 16 mil contratos com rolagem do vencimento neste pregão.
Incerteza na economia bate recorde pelo segundo mês consecutivo

O indicador subiu 43,4 pontos de março para abril
À medida que o tempo vai passando e não se encontram soluções para combater o coronavírus, as incertezas do mundo começam a surgir. Medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Indicador de Incerteza da Economia atingiu um novo recorde. Com a suba de 43,4 pontos de março para abril, o indicador alcançou a marca histórica de 210,5 pontos. Antes da pandemia, o valor máximo havia sido em setembro de 2015, com 136,8 pontos.
A FGV chegou a esses números se baseando nos dois pilares do indicador: o componente de mídia e o componente de expectativa. Em relação ao primeiro, houve um aumento de 34,3 pontos e foi para 195,3 pontos, maior nível da série histórica. A frequência de notícias com menção à incerteza ocasionou isso.
Já em relação ao segundo componente, que é calculado a partir da média dos coeficientes de variação das previsões dos analistas econômicos, subiu 62,3 pontos, para 225,8 pontos, tendo atingido a sua segunda maior pontuação, ficando atrás apenas de outubro de 2002 (257,5 pontos).
Segundo Anna Carolina Gouveia, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas, “o segundo trimestre de 2020 se inicia com a incerteza econômica batendo novo recorde, sob influência da pandemia da covid-19 e seu impacto sem precedentes na atividade econômica e nas finanças de famílias e empresas.”