Dólar fecha a segunda-feira em baixa

Com a queda, dólar alcançou o menor patamar desde março de 2024.
O preço do dólar fechou em queda nesta segunda-feira (20). A moeda norte-americana registrou uma queda de 0,19%, finalizando o dia em R$4,9742. A cotação se manteve estável ao longo do dia, tendo apresentado poucas oscilações. Chama a atenção que com a queda atual a moeda estadunidense está no menor nível desde março 2024, sendo que somente em 2026 já houve um recuo de 9,38% no preço do dólar frente ao real.
Se por um lado o dólar apresentou um recuo, por outro o índice Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores brasileira (B3), fechou o dia em pequena elevação. O mercado fechou com 196,1 mil pontos, ou seja, uma elevação de 0,20%. Já o preço do petróleo também foi na contramão da queda do dólar e apresentou um aumento nesta segunda-feira.
Os contratos para junho do barril tipo Brent, a referência internacional, fecharam em elevação de 5,64%, a US$ 95,42. O West Texas Intermediate (WTI, que baliza o mercado americano) para maio subiu 6,87%, a US$ 89,61 por barril. A elevação do preço não chega a ser uma surpresa, pois o conflito entre Estados Unidos e Irã continua, sendo que o cessar fogo acordado entre as partes tem prazo final para a próxima quarta-feira (22), o que deixou o mercado instável e em dúvida sobre o futuro.
Dólar recua e anima mercado

O dólar despenca após sinais de alívio geopolítico, gerando recuperação na bolsa e movimentações surpreendentes no petróleo.
O mercado financeiro global registrou um dia de alívio nesta segunda-feira (23), refletindo o recuo de tensões entre Estados Unidos e Irã. O dólar fechou abaixo de R$ 5,25, cotado a R$ 5,24, com queda de 1,29%, enquanto a B3 mostrou forte recuperação: o Ibovespa avançou 2,25%, encerrando o pregão aos 181.931 pontos. Durante o dia, a moeda norte-americana chegou à mínima de R$ 5,21, por volta do meio-dia, e o índice acionário tocou próximo dos 183 mil pontos às 15h38.
O movimento de alívio foi impulsionado por declarações do presidente Donald Trump, que indicou o adiamento de possíveis ataques à infraestrutura energética iraniana e afirmou que um acordo nuclear estava prestes a ser fechado. Dois petroleiros indianos também conseguiram atravessar o Estreito de Ormuz, contribuindo para reduzir a pressão geopolítica sobre os mercados. Apesar disso, autoridades iranianas negaram a existência de negociações formais, mantendo certa cautela entre investidores.
Moedas emergentes e papéis domésticos em alta
A redução da aversão ao risco fez investidores reduzirem posições defensivas, favorecendo moedas de mercados emergentes, como o real brasileiro. No caso do Ibovespa, o avanço foi liderado por ações de bancos e empresas voltadas ao consumo interno, enquanto os papéis da Petrobras tiveram ganhos mais modestos, pressionados pela queda nos preços do petróleo internacional.
Mesmo com a forte desvalorização do dólar nesta segunda, a moeda acumula alta de 2,08% frente ao real em março. No ano, entretanto, o dólar registra queda de 4,52%, refletindo um cenário misto de volatilidade e recuperação parcial nos mercados financeiros.
Petróleo despenca com expectativa de acordo
O barril do tipo Brent, referência internacional, recuou 10,9%, fechando a US$ 99,94, abaixo da marca de US$ 100 pela primeira vez desde o dia 16 do mês passado. A descompressão nos preços foi alimentada pelo otimismo com a possibilidade de redução de hostilidades no Oriente Médio, mas especialistas alertam que a volatilidade deve continuar diante de sinais contraditórios e da incerteza sobre um cessar-fogo duradouro.
Israel mantém restrições em aeroportos, enquanto os Estados Unidos continuam com movimentações militares na região, reforçando a necessidade de cautela nos mercados.
Governo brasileiro se reuniu com empresários para discutir tarifação dos EUA

Após ser tarifado em 50% pelos EUA, governo brasileiro se reuniu com empresários para discutir a situação.
Na última semana, uma decisão de forma unilateral divulgada por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, chamou a atenção do mundo: tarifar em 50% os produtos de exportação brasileiros. A medida chamou a atenção pelo cunho político, pois o presidente dos Estados Unidos atacou o STF e defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de Trump não passou batida pelo Governo Brasileiro, que afirmou que adotará a Lei de Reciprocidade para Tarifar os Estados Unidos também.
Já nesta terça-feira, em meio às negociações entre os dois países, o Governo Brasileiro se reuniu com empresários da indústria e do agronegócio para debater possíveis saídas para a tarifação. Em sua fala, Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, afirmou que o debate entre governo e empresários é importante para as decisões que serão tomadas.
“É importante a participação de cada um de vocês, nas suas áreas específicas, para fazermos um trabalho em conjunto. O governo brasileiro está empenhado em resolver essa questão e queremos ouvir as sugestões de cada um de vocês”, disse Alckmin.
O vice-presidente brasileiro ainda falou que estão trabalhando arduamente para reverter a tarifa imposta por Donald Trump, tendo informado ainda que a alegação do presidente dos EUA quanto aos prejuízos sofridos pelo país norte-americano não é verdadeira. Por fim, afirmou que seguirá junto com a iniciativa privada trabalhando para ajustar o problema da tarifa de 50%.
“A responsabilidade é, todo empenho, em rever essa questão. Primeiro porque ela é totalmente inadequada. O Brasil não tem superávit com os Estados Unidos. Aliás, o contrário. Dos dez produtos que eles mais exportam, oito a tarifa é zero. Então, nós vamos trabalhar junto com a iniciativa privada”, afirmou o vice-presidente.
Vale destacar que em nenhum momento o Governo Brasileiro levantou a hipótese de interferir nos outros poderes da República, ou seja, interferir nas decisões do STF e, principalmente, no julgamento de Jair Bolsonaro e seus aliados, que estão sendo processados por tentativa de golpe de estado.
Donald Trump diz que se tornou fã das criptomoedas

Em entrevista coletiva, Trump afirmou elogiou o desempenho das criptomoedas.
Um dos presidentes mais polêmicos da história, Donald Trump, dos Estados Unidos, chamou a atenção do mercado cripto nesta semana. Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (27), o mandatário norte-americano afirmou que se tornou fã das criptomoedas nos últimos anos. Trump elogiou ainda o desempenho do Bitcoin.
“Quando o mercado de ações caiu recentemente, as criptomoedas, Bitcoin e tudo isso caíram muito menos do que qualquer outro grupo. Nós criamos uma indústria muito poderosa e isso é muito mais importante do que qualquer coisa em que investimos. Criptomoedas são uma coisa engraçada, eu me tornei um fã das criptomoedas”, disse Donald Trump.
Vale destacar que Donald Trump já lançou mais de uma coleção em NFTs, além de possuir outros empreendimentos no mercado financeiro digital. Sobre as criptomoedas, a fala do presidente dos Estados Unidos foi vista com bons olhos pelos investidores, pois pode fazer com que o valor dos ativos digitais tenha valorização. Trump ainda afirmou que entrou no mercado de criptomoedas antes mesmo de sua volta ao comando dos EUA, quando o mercado estava em baixa, por isso não é um jogo político.
Petrobras anuncia redução no preço do diesel

Redução no preço do diesel anunciado pela Petrobras será direcionado ao produto encaminhado às refinarias.
A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (17) que irá reduzir o preço do diesel repassado às refinarias. De acordo com a estatal, o preço do combustível sofrerá uma redução de 3,38%, ou seja, uma diminuição de R$ 0,12. Assim, o preço por litro passará de R$ 3,55 para R$ 3,43 a partir da próxima sexta-feira (18). Esta é a segunda redução de preço que a empresa anuncia no mês de abril, sendo que a anterior foi no primeiro dia do mês.
“Considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará a ser de R$ 2,95 /litro, uma redução de R$ 0,10 a cada litro de diesel B”, diz a nota da Petrobras.
Como já informado, a redução do preço do diesel é do produto bruto repassado às refinarias, antes do acréscimo do biodiesel. A estatal ainda afirmou que desde dezembro de 2022 os preços do diesel para as distribuidoras reduziram em R$ 1,06 por litro, desconto de 23,6%. Porém, a Petrobras disse que a queda do preço do barril do petróleo pode não interferir imediatamente em novas reduções, pois o cenário econômico está instável devido às tarifas aplicadas por Donald Trump aos demais países do mundo.
Dólar apresenta alta

Sob influências de Donald Trump e Fernando Haddad, o dólar operou em alta nesta segunda-feira.
Após um período de relativa tranquilidade, o mercado financeiro voltou a enfrentar turbulências no início da semana, com o dólar em alta e a bolsa de valores em queda. A moeda norte-americana avançou, impulsionada por novas ameaças tarifárias de Donald Trump e declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Enquanto isso, o Ibovespa se distanciou das bolsas internacionais e terminou o dia com uma queda de quase 1%.
Na segunda-feira (24), o dólar comercial fechou cotado a R$ 5,752, marcando um aumento de R$ 0,035 (+0,61%). A cotação chegou a atingir R$ 5,77 por volta das 9h50, após Haddad sugerir possíveis mudanças no arcabouço fiscal. No entanto, a moeda perdeu força ao longo do dia, retornando para a faixa de R$ 5,73 depois que o ministro fez um esclarecimento em suas redes sociais.
Porém, no final do pregão, o dólar retomou a alta, acompanhando a tendência global, após Trump anunciar sua intenção de aplicar uma tarifa de 25% sobre países que compram petróleo da Venezuela. O presidente norte-americano também divulgou que o pacote de tarifas, previsto para entrar em vigor no dia 2 de abril, afetará setores como alumínio, automóveis e produtos farmacêuticos.
O mercado de ações também enfrentou um dia volátil, com o Ibovespa, índice da B3, encerrando em 131.321 pontos, uma queda de 0,77%. O índice esteve estável durante boa parte da manhã, mas perdeu força no período da tarde, destoando do comportamento das bolsas americanas, que conseguiram se recuperar das quedas e fecharam em alta.
O baixo volume de negociações na bolsa foi um dos fatores que contribuíram para essa volatilidade, com investidores realizando lucros após três semanas de alta. A instabilidade também foi influenciada por fatores externos, como o aumento nas taxas dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, considerados um dos investimentos mais seguros do mundo. Esse movimento favoreceu a fuga de capital dos mercados emergentes, como o Brasil.
Dólar fecha semana em baixa

Com cinco quedas consecutivas, dólar fechou a semana em baia.
É bem verdade que nos últimos tempos o assunto “dólar” esteve em evidência no Brasil, muito por conta da grande desvalorização que o real teve frente à moeda norte-americana. Por outro lado, a quarta semana de janeiro foi de reflexos positivos, pois durante todos os dias o dólar operou em queda, inclusive tendo fechado a semana em mais uma baixa.
Nesta sexta-feira (24), a moeda norte-americana chegou a operar na casa dos R$ 5,86, mas o grande volume de compra fez com que acabasse subindo novamente. Ainda assim, no fechamento do mercado, registrou uma queda de 0,13%, encerrando o dia sendo negociada a R$ 5,91. Com este registro, o dólar fechou na menor cotação desde o dia 27 de novembro do ano passado.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta semana:
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,918
Venda: R$ 5,918
Dólar turismo:
Compra: R$ 5,943
Venda: R$ 6,123
Dólar fecha a semana em leve queda

Apesar da alta no dia, dólar fechou a semana em queda.
Numa sessão cheia de expectativas devido à posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, a moeda norte-americana se manteve estável ao longo desta sexta-feira (17). Apesar de ter fechado o dia com uma pequena alta, o dólar acabou fechando a semana em leve queda, permanecendo na casa dos R$ 6,06.
As negociações desta sexta-feira encerram com o dólar à vista sendo negociado com uma leve alta de 0,16%, chegando ao valor de R$ 6,0650. Por outro lado, se contabilizada as negociações ao longo da semana, a moeda norte-americana encerrou a semana com uma queda de 0,62%.
Abaixo, confira o valor do dólar comercial e turismo desta sexta-feira:
Dólar comercial:
Compra: R$ 6,065
Venda: R$ 6,065
Dólar turismo:
Compra: R$ 6,133
Venda: R$ 6,313
A grande expectativa a partir de agora é como a moeda norte-americana irá se portar após Donald Trump reassumir como presidente dos Estados Unidos. As políticas econômicas do país da América do Norte interferem diretamente na economia mundial, inclusive na valorização ou desvalorização do real.
Elon Musk diz que preço do Bitcoin deve cair durante o governo Trump

Com um novo governo Trump se iniciando, Elon Musk acredita que preço do Bitcoin vai cair.
O multibilionário e CEO da SpaceX e da Tesla, Elon Musk, deu uma declaração no X (antigo Twitter) que chamou a atenção do mercado de ativos digitais. Segundo o empresário, o preço do Bitcoin e das demais criptomoedas deverá cair durante o próximo governo de Donald Trump. Para o empresário, a política econômica de Trump fará com que o dólar se valorize frente aos ativos digitais.
“Se a inflação do dólar for resolvida, na verdade, o preço em dólares para comprar criptomoedas cairá, mantendo-se as demais condições constantes. O que importa é a proporção entre dólares e criptomoedas”, disse Musk.
Mesmo com Donald Trump sendo um apoiador do Bitcoin e das criptomoedas, a intenção do político é colocar “ordem na casa” quando se trata da economia dos Estados Unidos. Por conta disso, Elon Musk entende que a nova gestão dos EUA acabará com a inflação do dólar. Como consequência, isso fará com que a moeda norte-americana se valorize frente a outras moedas, incluindo as criptomoedas.
Vale destacar que isso acontecer o próprio Elon Musk será um dos prejudicados. Isso é dito, pois a Tesla, uma de suas empresas, possui 9.720 bitcoins em caixa, o equivalente a R$ 5,6 bilhões (quase US$ 1 bilhão). Atualmente, Musk é o homem mais rico do mundo e segundo a Forbes sua fortuna está estimada em US$ 415 bilhões (R$ 2,5 trilhões), quase o dobro do segundo colocado Jeff Bezos.
Tesouro dos EUA está em busca de especialista em criptomoedas

Especialista em criptomoedas que irá atuar no Tesouro dos Estados Unidos poderá receber até mais de R$ 1 milhão por ano.
O avanço dos ativos digitais e a grande valorização do Bitcoin faz com que até mesmo as grandes potências econômicas comecem a ver com bons olhos o uso de criptoativos. Prova disso é que o Tesouro dos Estados Unidos (EUA) está contratando um especialista em criptomoedas. O salário do profissional poderá variar de R$ 860 mil e R$ 1,12 milhão (US$142,488 e US$185,234) por ano.
O especialista a ser contratado pelo Tesouro dos EUA terá como principais funções analisar possíveis crimes envolvendo transações financeiras e sua atuação será a nível global. Além disso, o profissional também terá de observar riscos para país e ajudar a impor sanções em caso de fraudes e crimes que envolvam criptomoedas e outros ativos digitais.
O foco da contratação está em transações que envolvem moeda fiduciária ou ativos virtuais, ou seja, as próprias criptomoedas. O contratado pelo Tesouro dos EUA também representará o FinCEN em reuniões com outros órgãos do Tesouro norte-americano, com agências governamentais e com parceiros internacionais. Além de ter que coordenar ações para combater ameaças financeiras ilícitas, também deverá atuar com o setor privado e autoridades estrangeiras.
As inscrições para o cargo estão abertas até o dia 8 de janeiro de 2025 e as informações podem ser analisadas através do link https://www.usajobs.gov/job/825917200.