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Brasileiros pagaram quase R$ 3 trilhões em impostos em 2022

05/01/2023 por Redação

Brasileiros desembolsaram quase R$ 3 trilhões em impostos durante 2022.

O Brasil é um dos países que possuem uma das maiores cargas tributárias do mundo. Quem sofre com isso é a população, que trabalha de três a quatro meses por ano somente para pagar impostos. Prova disso é que ao longo de 2022 os brasileiros pagaram quase R$ 3 trilhões em impostos municipais, estaduais e federais.

De acordo com o Impostômetro instalado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a arrecadação de impostos alcançou 2.890.489.835.290,32, ou seja, 11,5% a mais do que os R$ 2,6 trilhões que foram pagos em impostos em 2021. Dentro desses valores também estão incluídas as taxas, contribuições, multas, juros e correção monetária.

“O avanço em 2022 aconteceu pela maior arrecadação de tributos federais, apesar das desonerações promovidas pelo governo, como foi o caso dos combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. E ainda tivemos inflação em níveis elevados, o que encarece produtos e serviços”, disse Ulisses Ruiz de Gamboa, economista do Instituto Gastão Vidigal da ACSP.

Quanto à 2023, ainda não se tem uma estimativa de quanto os brasileiros irão pagar de impostos, porém, os índices e informações recentes preocupam. Muito tem se discutido sobre o retorno da cobrança de impostos que tiveram suas alíquotas zeradas e a majoração de impostos que tiveram suas alíquotas reduzidas. Caso isso se confirme, o brasileiro poderá pagar mais de R$ 3 trilhões em impostos ao longo de 2023.

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Jared Gross diz que instituições estão se afastando das criptomoedas

26/12/2022 por Redação

De acordo com Jared Gross, estrategista da JPMorgan, as instituições estão se afastando das criptomoedas.

A JPMorgan Asset Management é a ramificação de gestão de recursos de terceiros da JPMorgan Chase, uma das maiores instituições financeiras do mundo. Seu estrategista e diretor-gerente, Jared Gross, afirmou que a maioria dos grandes investidores institucionais estão se afastando das criptomoedas. De acordo com Gross, as instituições estão aliviadas por se manterem longe dos ativos digitais.

Em entrevista à Bloomberg, Jared Gross disse que a volatilidade do preço das criptomoedas é o que mais afasta as instituições. Em sua fala, o diretor-gerente da JPMorgan Asset Management ainda afirmou que o Bitcoin e os demais criptoativos não se tornaram uma alternativa ao ouro e uma proteção contra a inflação, algo que muitos esperavam.

“Como uma classe de ativos, as criptomoedas são efetivamente inexistentes para a maioria dos grandes investidores institucionais. A volatilidade é muito alta e a falta de um retorno intrínseco que você pode apontar torna isso muito desafiador. A maioria dos investidores institucionais provavelmente está respirando aliviada por não ter entrado nesse mercado e provavelmente não o fará tão cedo”, disse Jared Gross.

Em que pese as divergências entre os investidores sobre os ativos digitais, o que se sabe é que em 2022 o mercado sofreu grandes perdas. Inúmeras corretoras acabaram quebrando e o preço das criptomoedas caíram drasticamente, não existindo uma previsão de nova valorização. Quem também tem sofrido com a situação são as corretoras de criptomoedas, pois além da baixa no preço das moedas digitais também houve um grande aumento no custo da energia, tornando mais cara e menos rentável a operação.

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Brasil Economia Melhores Investimentos

Brasileiros aderem ao uso de energia solar

25/12/2022 por Redação

O uso de energia solar aumentou muito entre os brasileiros e a economia pode ser de até 90%.

A utilização de energia solar vem crescendo muito no Brasil e atualmente ocupa a 3ª colocação no setor em geração de energia, ficando atrás somente da Eólica e Elétrica. De acordo com informações da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a economia com a utilização dessa energia pode ser de até 90%.

Segundo as informações da Absolar, o Brasil bateu a marca de 19 gigawatts (GW) de potência em energia solar fotovoltaica. Desses 19, 13 vem diretamente das instalações em telhados, fachadas e terrenos de pequeno porte. Os outros 4 GW vem diretamente das usinas de maior porte.

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), até o início de 2023, a capacidade de instalação pode dobrar. Este é um marco para o setor que cada vez vem crescendo mais no país.

Rodrigo Sauaia, que é o presidente da Absolar, explicou os motivos pelo grande crescimento de instalações de energia solar no Brasil. Segundo ele, um dos principais motivos são os grandes reajustes nas contas de luz e a outra, é as reduções nos valores para instalações das placas.

Segundo dados da Absolar, graças a energia solar, desde 2012 foram garantidos R$ 10 milhões em novos investimentos no país, bem como 640 mil novos empregos. Além disso, os cofres públicos registraram uma arrecadação no valor de quase R$ 40 bilhões.

Como funciona?

Além de não produzir resíduos e poluição, a energia solar é famosa por sua fonte limpa. De acordo com a Absolar, esse tipo de energia já evitou que 28 milhões de toneladas de CO2 (dióxido de carbono) fossem gerados na eletricidade.

Ainda que sejam diversos os benefícios da energia solar, não é algo com custo tão baixo que e que seja bastante acessível. Isso porque, o custo de instalação para residências gira em torno de R$ 25 mil e para empresas, em torno de R$ 200 mil.

No entanto, Rodrigo Sauia acredita que os valores para a instalação das placas irão diminuir. Além disso, o valor pago mensalmente será abaixo do valor que antes era pago da conta de luz e o investimento nas placas é recuperado em pouco tempo.

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Corretora chinesa remove criptomoedas

21/12/2022 por Redação

Assim como fez a Binance, corretora chinesa removeu criptomoedas de sua plataforma.

Recentemente o Giro Econômico informou que a Binance havia retirado criptomoedas de sua plataforma. Agora, foi a vez Houbi Global seguir o mesmo caminho e anunciar algumas retiradas. Ao todo, a corretora chinesa removeu 16 criptomoedas de sua plataforma, incluindo o Huobi Pool Token (HPT), seu token focado em mineração.

Com sede nas Ilhas Seychelles, a corretora chinesa tomou a sua decisão em remover as criptomoedas apoiada na conformidade vigente da plataforma em relação às “Regras de Gerenciamento de Tokens”. Sendo assim, a partir da próxima sexta-feira (23) a Houbi Global não irá permitir a negociação dos criptoativos que estão em sua lista de inclusão, tanto que já solicitou aos seus usuários que fechem as suas ordens.

De acordo com a Houbi Global, serão excluídas as seguintes criptomoedas: BitcoinHD (BHD); Crypto Neo-value Neural System (CNNS); Beechat (CHAT); Clash of Lilliput (COL); FairGame (FAIR); Game.com (GTC); Hydro Protocol (HOT); Huobi Pool Token (HPT); LinkEye (LET); Medicalchain (MTN); Monfter (MONFTER); Rikkei Finance (RIFI); Topchain (TOPC); Ultrain (UGAS); Xmax (XMX); Yuan chain (YCC).

Após o anúncio da exclusão dos referidos tokens, o CNNC teve uma queda de 17% em seu preço de mercado, sendo seguido pelo COL, que registrou uma perda de 12% em seu valor.

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Economia

Safra 2023 deverá bater recorde

09/12/2022 por Redação

IBGE projetou safra recorde para 2023.

Não novidade para ninguém que o agronegócio é uma das principais – ou a principal – atividades econômicas do país. Para 2023, a expectativa é bastante positiva, tanto que a safra do próximo ano deverá bater recorde. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve alcançar a marca de 293,6 milhões de toneladas em 2023, ou seja, atingirá o maior patamar desde 1975, ano em que as pesquisas começaram a ser realizadas.

De acordo com Carlos Barradas, responsável pela pesquisa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), alguns fatores influenciaram para que o segundo prognóstico da safra 2023 fosse mais positivo. Segundo Barradas, os índices climáticos estão favoráveis para uma safra recorde no próximo ano.

“Em 2022, a safra da soja foi drasticamente reduzida devido à falta de chuvas, sobretudo na Região Sul. Para a safra 2023, até o momento, as condições climáticas estão favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, o que deve permitir uma recuperação na produção. A safra de 2023 deve ser novo recorde da série histórica do IBGE”, afirmou Carlos Barradas.

Conforme os números divulgados pelo IBGE, em 2023 deveremos ter uma supersafra de soja, sendo que a expectativa é 146,4 milhões de toneladas do grão, o que representa um crescimento de 22,5% se comparado com 2022. Já em relação ao milho, a expectativa é que sejam colhidas 115,8 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 5,1%. É importante destacar que o estado do Mato Grosso, maior produtor de grãos do país, deverá representar cerca de 31% dos números mencionados.

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Economia Mercado

Petrobras anuncia redução no preço dos combustíveis

07/12/2022 por Redação

Petrobras confirmou a redução nos preços dos combustíveis a partir de amanhã (7).

A variação no preço dos combustíveis é algo que tem sido normal nos últimos tempos e felizmente o consumidor tem sido favorecido recentemente. Prova disso é que a Petrobras confirmou nesta terça-feira (6) a redução no preço da gasolina e do diesel que é vendido para as distribuidoras, sendo que o novo preço passa a valer a partir de amanhã (7).

A partir desta quarta-feira (7), o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passa de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro, ou seja, uma redução de R$0,20 por litro. Segundo a estatal, sua parcela no preço final para o consumidor será em média R$ 2,39 a cada litro vendido na bomba tendo em vista a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro. 

“Essa redução acompanha a evolução dos preços internacionais de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina, e é coerente com a prática de preços da Petrobras. A empresa busca o equilíbrio de seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, disse a estatal, seguindo o mesmo discurso das demais variações nos preços dos combustíveis.

Já em relação ao diesel a situação não foi muito diferente, pois ficou registrada uma queda de 8% em seu preço. O preço do diesel A vendido para as distribuidoras passará de R$ 4,89 para R$ 4,49, uma redução de R$ 0,40 por litro, o que deve ser sentido em breve pelos consumidores. De acordo com a Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel, sua parcela no preço final do consumidor será, em média, R$ 4,04 a cada litro vendido na bomba.

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Mercado

Quase 80% das famílias brasileiras estão endividadas

07/12/2022 por Redação
Famílias brasileiras endividadas.

Dados do CNC confirmaram que quase 80% das famílias brasileiras estão endividadas.

A situação econômica do país é uma das principais coisas que preocupam os cidadãos e os governantes. Prova disso é que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou dados alarmantes sobre a saúde financeira das famílias brasileiras. Segundo os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), quase 80% das famílias do país estão endividadas.

Um dos pontos que mais chamou a atenção é que o endividamento das famílias brasileiras é superior ao mesmo período do ano passado, quando o país enfrentava o auge da pandemia do coronavírus. Prova disso é que 78,9% das famílias possuem dívidas, em atraso ou não, o que é maior do que os 75,1% registrados em novembro do ano passado. Em compensação, houve uma pequena queda em comparação ao último mês de outubro, pois havia o registro de 79,1%.

Já o número de famílias que se encontra inadimplentes, ou seja, com dívidas em atraso, o percentual atinge 30,3% em novembro, mesmo índice de outubro, mas bem superior aos 26,1% de novembro de 2021. Já em relação às famílias que não conseguirão arcar com suas contas, o percentual alcançou a marca de 10,9%, índice também superior aos números apresentados no último mês de outubro e em novembro do ano passado.

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Economia Mercado Tecnologia

Paris 6 passa aceitar bitcoin como pagamento

01/12/2022 por Redação

Dois restaurantes da rede Paris 6 estão aceitando bitcoin como forma de pagamento.

A rede de restaurantes Paris 6 é uma das mais conhecidas do Brasil, principalmente por nomear seus pratos como nome de famosos. A mais nova inovação da rede é a adoção do bitcoin (BTC) como método de pagamento em duas de suas unidades. Em parceira com a Foxbit Pay, as unidades Paris 6 Classique e Paris 6 Vaudeville já estão aceitando pagamento na moeda digital acima mencionada.

“Lançar hoje o pagamento em Bitcoin é mais uma assinatura de vanguarda do Paris 6. Nas minhas casas não olho para a concorrência de outros restaurantes, meu olhar é interno, na busca de inovações e experiências únicas para nossos clientes”, disse Isaac Azar, fundador da rede Paris 6.

Segundo o fundador do Paris 6, a rede atende cerca de 100 mil clientes por mês e se adequar à nova realidade é necessário. Já para Rodrigo Ikegaya, diretor de produtos da Foxbit Pay, é um momento único para a empresa, afinal foi fechada uma parceria com uma das maiores redes de restaurantes do Brasil.

“Estamos muito felizes em ter um dos maiores restaurantes do país como parceiro, isso mostra que as criptomoedas estão sendo aceitas e reconhecidas em lugares que antes eram inimagináveis”, disse Ikegaya.

Paris 6 aceita Bitcoin como forma de pagamento

As unidades do Paris 6 que já está aceitando pagamento em bitcoin estão localizadas na rua Haddock Lobo, nos números 1240 e 1159, no bairro Cerqueira César, em São Paulo.

O renomado bistrô Paris 6, conhecido por seus pratos com nomes de celebridades, dá um passo à frente e disponibiliza mais uma opção de pagamento através do Foxbit Pay.

Isso mesmo que você pensou! Agora você pode desfrutar das delícias do @paris_6 e pagar com BTC. Incrível né? pic.twitter.com/w3vxlX8aLp

— Foxbit (@foxbit) November 29, 2022
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Economia Mercado Tecnologia

Tudo sobre a criptomoeda GLMR

28/11/2022 por Redação

Conheça tudo sobre a GLMR, a criptomoeda cujo principal intuito é o de fazer o impulsionamento das transações na plataforma.

Há diversas criptomoedas no mercado e é natural que algumas não sejam tão conhecidas assim. No entanto, neste artigo você encontra tudo sobre a GLMR (Glimmer), que é um token da Parachain junto à Moonbeam. A principal característica dessa cripto é de agilizar as transferências, a segurança e o staking.

A Glimmer também é uma moeda digital muito indicada para a arquitetura da rede, tendo o foco em reforçar a segurança. Além disso, o token busca uma boa performance das funcionalidades, visando o funcionamento com êxito o tempo todo.

A plataforma da Moonbeam conta com um ecossistema de contratos que são inteligentes e descentralizados. Dessa forma, ela está programada para operar junto à um token de produtividade, neste caso, a GLMR.

Além disso, a plataforma foca suas utilidades para o uso de desenvolvedores que buscam desenvolver aplicativos com base na Web3, visando aplicar um padrão antes mesmo do lançamento. Com isso, é possível que cada novo projeto tenha a possibilidade de escalar seus recursos através da rede.

O intuito da Moobeam é o de contar com uma comunidade bastante ativa, tendo desenvolvedores expondo suas ideias de projetos. Quando a Glimmer foi lançada era possível acumular ganhos de até 500% principalmente nas primeiras horas, com picos que alternavam de US$ 51 a US$ 54.

A inflação anual da cripto está em 5%, sendo que 1% deste total, é direcionado para a quitar as necessidades de segurança, visando tornar o projeto seguro enquanto se solidifica.

Além disso, 1,5% é destinado para bônus da Parachain, com foco voltado para o pagamento do slot Parachain visando o perpetuo. O restante que é de 2,5%, é destinado para o pagamento dos holders que efetuarem o staking, bem como as atividades selecionáveis do collator.

Tecnologia utilizada pela GLMR

A tecnologia utilizada nessa criptomoeda tem como estrutura o ecossistema da Moonbeam. Além disso, a plataforma Polkadot foi elevada para uma Parachain, o que faz com que o ecossistema tenha o controle de todas as atividades.

Dessa forma, é possível uma interação com outras Parachains através da Polkadot sem custos, utilizando a Blockchain Layer -1. Somado a isso, também é possível interagir com redes externas.

Confira as utilidades do ecossistema da Moonbeam:

1- Pagamento por transferência –

Essa moeda digital tem como ponto forte o pagamento de taxas de transação dentro da plataforma.

Com isso, quanto mais transações foram contabilizadas, o token fica ainda mais valoriza e seus valores ficam mais exponenciais.

2- Contratos inteligentes –

A principal utilidade dos contratos inteligentes é voltada para todas as transações que ocorrem na plataforma, com os pagamentos sendo efetuados através das criptomoedas GLMR.

3- Vantagem do Staking de token

Através do Staking de token das criptos, será possível que os Holders recebam recompensas. Bem como auxílio na vitalidade da rede, com base no número de transações efetuadas.

Além disso, a GLMR é importante para a introdução de propostas e para votar no caminho a seguir à medida que ocorre a discussão de novas ideias. Contudo, somente os Holders de tokens podem votar.

Como comprar essa criptomoeda

 A moeda digital pode ser adquiria por meio de trocas na CoinmarketCap, tendo também a possibilidade de utilizar os protocolos DeFi pela Moonbeam.

É possível encontrar esses protocolos através do DappRadar, no próprio site da Moonbeam ou pela DefiLlama.

Criptomoeda GLMR

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Economia

Bandeira tarifária de energia será verde em dezembro

26/11/2022 por Redação

Aneel confirmou que em dezembro a bandeira tarifária de energia seguirá verde.

É bem verdade que o preço da energia elétrica subiu bastante nos últimos anos, mas o consumidor poderá terminar 2022 de maneira tranquila. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária de energia seguirá verde para as contas de luz dos consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) em dezembro. Segundo a agência, as condições de geração de energia no Brasil estão positivas.

“Com a chegada do período chuvoso, melhoram os níveis dos reservatórios e as condições de geração das usinas hidrelétricas, as quais possuem um custo mais baixo. Dessa forma, não é necessário acionar empreendimentos com energia mais cara, como é o caso das usinas termelétricas”, diz o comunicado.

As bandeiras tarifárias foram inseridas nas contas de energia em 2015 e, segundo a Aneel, servem para subsidiar os custos variáveis da geração de energia elétrica dos consumidores ligados ao SIN. Ainda de acordo com a agencia, praticamente todo o país está interligado ao SIN, afinal compreende as regiões do Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. 

Os custos das bandeiras (verde, amarela e vermelha) são variados, sendo que na verde não há acréscimos. Já nas bandeiras amarela e verde os custos variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

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