Aneel mantém bandeira verde nas contas de energia

Período de chuvas colaborou para Aneel manter a bandeira verde nas contas de energia.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou nesta semana que as contas de energia do mês de março permanecerão com a bandeira verde. Isso significa dizer que os consumidores não terão acréscimos nas tarifas, o que ajuda bastante num momento em que o país vive com preços altos na maioria dos produtos. Segundo a Aneel, o motivo para manter a bandeira verde foi por conta das chuvas e os reservatórios das usinas hidroelétricas estarem altos.
“Com o período chuvoso, os níveis dos reservatórios melhoraram, assim como as condições de geração das usinas hidrelétricas. Dessa forma, o acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara, torna-se menos necessário”, diz a nota da Aneel.
Com a manutenção da bandeira verde para março, o país vai para o quarto mês seguido se acréscimo nas contas de energia, afinal desde dezembro do ano passado não há alteração na cor da bandeira. Vale lembrar que desde 2015 a Aneel instituiu o sistema de bandeiras tarifárias nas contas dos consumidores visando os custos variáveis da produção de energia. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
Conta de luz segue sem cobrança extra em janeiro

Manutenção da Bandeira Verde em janeiro de 2025 garantirá contas de luz sem acréscimos.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a manutenção da bandeira tarifária verde para o mês de janeiro de 2025, uma medida que traz alívio aos consumidores brasileiros. Com isso, as contas de energia elétrica não terão acréscimos, mantendo os custos de eletricidade sem modificações. A decisão foi tomada devido à recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, impulsionada pelas chuvas que ocorreram nos últimos meses.
Este é um cenário positivo para os consumidores, já que a bandeira verde esteve em vigor de abril de 2022 até julho de 2024. O bom desempenho da geração de energia ao longo de 2024 resultou na prorrogação da bandeira verde em dezembro e sua continuidade em janeiro de 2025. A Aneel apontou que a recuperação das condições de geração de energia, especialmente com o aumento nos níveis dos reservatórios, foi essencial para a manutenção dessa tarifa favorável.
Com a chegada do período chuvoso, os reservatórios das hidrelétricas se recuperaram, permitindo maior produção de energia pelas usinas hidrelétricas. Como resultado, houve uma diminuição na dependência de usinas termelétricas, que geram energia mais cara. A Aneel destacou esse fator em uma nota divulgada na última sexta-feira (27), explicando que a menor utilização de fontes de energia caras contribuiu diretamente para a manutenção da bandeira tarifária verde.
Implementadas em 2015, as bandeiras tarifárias têm como objetivo refletir os custos variáveis de geração de energia elétrica no Brasil. Elas são classificadas em diferentes níveis, e indicam o impacto da geração de eletricidade no preço pago pelos consumidores. As bandeiras ajudam a população a compreender as flutuações de custo no Sistema Interligado Nacional (SIN), que abastece residências, comércios e indústrias em todo o país.
Com a bandeira verde, os consumidores não enfrentam cobranças adicionais nas faturas de luz. No entanto, quando as bandeiras amarela ou vermelha são acionadas, os custos aumentam. No caso da bandeira amarela, há um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Já as bandeiras vermelhas possuem valores mais altos, com o patamar 1 cobrando R$ 4,463 e o patamar 2, R$ 7,877 a cada 100 kWh. Além disso, entre setembro de 2021 e abril de 2022, a bandeira de escassez hídrica foi aplicada, resultando em um aumento de R$ 14,20 extras por 100 kWh consumidos.
Este cenário de manutenção da bandeira verde representa uma boa notícia para os consumidores, especialmente no início de 2025, refletindo a estabilidade nas condições de geração de energia elétrica no país.
Bandeira tarifária de energia será verde em dezembro

Aneel confirmou que em dezembro a bandeira tarifária de energia seguirá verde.
É bem verdade que o preço da energia elétrica subiu bastante nos últimos anos, mas o consumidor poderá terminar 2022 de maneira tranquila. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária de energia seguirá verde para as contas de luz dos consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) em dezembro. Segundo a agência, as condições de geração de energia no Brasil estão positivas.
“Com a chegada do período chuvoso, melhoram os níveis dos reservatórios e as condições de geração das usinas hidrelétricas, as quais possuem um custo mais baixo. Dessa forma, não é necessário acionar empreendimentos com energia mais cara, como é o caso das usinas termelétricas”, diz o comunicado.
As bandeiras tarifárias foram inseridas nas contas de energia em 2015 e, segundo a Aneel, servem para subsidiar os custos variáveis da geração de energia elétrica dos consumidores ligados ao SIN. Ainda de acordo com a agencia, praticamente todo o país está interligado ao SIN, afinal compreende as regiões do Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte.
Os custos das bandeiras (verde, amarela e vermelha) são variados, sendo que na verde não há acréscimos. Já nas bandeiras amarela e verde os custos variam de R$ 2,989 (bandeira amarela) a R$ 9,795 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
Conta de luz segue em bandeira verde

O mês de setembro terá novamente a bandeira tarifária verde, pelo quinto mês consecutivo.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou uma boa notícia aos consumidores. Trata-se da bandeira tarifária, que permanecerá na cor verde também no mês de setembro. Com isso, este é o quinto mês consecutivo e que não terá a cobrança da taxa extra na conta de luz.
A taxa extra foi retirada da conta de luz desde o final da bandeira de escassez hídrica, que permaneceu de setembro de 2021 até abril de 2022. De acordo com a companhia, a bandeira verde é escolhida por conta das condições que estão favoráveis da geração de energia.
Caso fosse adotada outra bandeira, isso iria refletir num reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias, que foi aprovado em junho pela agência. A Aneel ainda informou sobre os aumentos que tiveram relação com a inflação, além de um maior custo das usinas termelétricas, por conta dos altos valores do petróleo e o gás natural, cada vez maior nos últimos meses.
Conta de luz deve apresentar queda

Sem que as empresas entrem em risco, a conta de luz deve apresentar queda de 18%.
No mês de maio, a conta de luz deve apresentar queda de 18% por conta do fim da tarifa extra. De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, isso não afetará e nem prejudicará as empresas de energia.
O ministro falou neste dia (7), no evento de lançamento de instrumentos de crédito do Banco do Brasil. Segundo ele, com a retirada da bandeira de escassez hídrica, levou em consideração os níveis dos reservatórios e não houve decisões precipitadas.
“A conta de luz cai 18% no mês que vem, sem canetada, sem botar em risco as empresas, ao contrário”, disse Paulo Guedes. Segundo ele, o setor elétrico está recuperado.
Além disso, na noite desta quarta-feira (6), o presidente Jair Bolsonaro havia anunciado o fim das bandeiras tarifárias que estavam impostas sobre as contas de luz.
Conta de luz seguirá mais cara em fevereiro

Conta de luz seguirá mais cara em fevereiro por conta da bandeira amarela.
Mais um mês está começando e quem não tem muito a comemorar com isso são os consumidores de energia elétrica. De acordo com as informações fornecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a conta de luz seguirá mais cara em fevereiro. Isso irá acontecer, pois bandeira tarifária das contas de luz permanecerá na cor amarela por mais um mês.
A recuperação de maneira lenta dos reservatórios das hidrelétricas é o principal fator para a conta de luz seguir mais cara em fevereiro. Isso faz com que a contenção de consumo seja necessária, o que acaba refletindo diretamente no consumidor. Por meio de nota, a Aneel falou sobre o momento.
“A combinação de reservatórios baixos com a perspectiva de chuvas abaixo da média histórica sinaliza patamar desfavorável de produção de energia pelas hidrelétricas, pressionando os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)”, informou a agência.
Cabe destacar que o sistema de bandeiras tarifárias não é algo novo e ele está ligado às condições de geração de energia. Existem três tipos de bandeiras, a verde, a amarela e a vermelha, sendo que cada uma apresenta valores diferentes. Na realidade, a bandeira verde significa que não existirá adicional na conta, já a amarela é que será acrescido R$ 1,34 por 100 Kw/h e no caso da vermelha R$ 6,2 por 100 Kw/h.
Conta de luz tende a ficar mais cara pelos próximos cinco anos

Consumidores irão arcar com empréstimos das concessionárias de energia
A queda de arrecadação gerada pela pandemia do novo coronavírus vem preocupando bastante. Na maioria dos setores, as perdas são evidentes e algumas medidas foram tomadas para tentar minimizar os efeitos da crise. No ramo de energia elétrica isso não é diferente, mas se por um lado haverá uma luz para as empresas, quem sofrerá com as consequências é o consumidor.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou a permissão para a contratação de empréstimos por parte das empresas do setor. Chamada de Conta Covid, a tomada de dinheiro servirá para cobrir a perda de receita que vem sendo causada pela pandemia do Covid-19. Segundo a agência, o prazo para pagamento dos empréstimos será de cinco anos e os valores serão diluídos nas contas de energia dos consumidores.
De acordo com a agência, a perda média na arrecadação de receitas das concessionárias de energia já passou dos 6%. Por conta desta situação, haverá a liberação de mais de R$ 16 bilhões em empréstimos por parte do BNDES. Apesar da conta ter que ser paga pelo consumidor, a Aneel afirma que os empréstimos são benéficos. Caso não houvesse a liberação dos valores, as concessionárias iriam aumentar as tarifas para recuperar as perdas em no máximo doze meses.