Cuidados essenciais para compras seguras na Black Friday

Evite fraudes e problemas com entregas, seguindo dicas da Febraban e do Procon de SP.
O Procon de São Paulo recebeu 1.115 reclamações relacionadas à Black Friday desde 30 de outubro, quando abriu um canal específico para consumidores relatarem problemas com as promoções. As queixas mais comuns incluem atrasos ou falhas na entrega (394 casos), produtos enviados errados, incompletos ou danificados (142), cancelamentos inesperados após a compra (128), falta de disponibilidade de itens (105) e descontos falsos (101).
Para aumentar a segurança nas compras, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) listou orientações práticas. Entre as principais recomendações estão priorizar lojas confiáveis, pesquisar a reputação de vendedores desconhecidos em sites de reclamações e acessar páginas digitando o endereço diretamente no navegador, evitando links de e-mails não solicitados, que podem ser fraudulentos.
Outra sugestão da entidade é optar por plataformas de compra garantida, que seguram o pagamento até que o consumidor aprove o produto recebido. Nas redes sociais, é importante verificar selos de autenticação, número de seguidores e comentários, desconfiando de páginas recém-criadas ou com pouca interação.
A Febraban ainda reforça o uso de cartões virtuais para compras online e a ativação de notificações via SMS ou aplicativos bancários, permitindo o acompanhamento imediato de cada transação para evitar fraudes.
Com o aumento das vendas online, especialmente durante períodos promocionais como a Black Friday, especialistas recomendam que os consumidores dediquem atenção extra à segurança digital, atualizando seus dispositivos e mantendo antivírus ativos, além de nunca compartilhar dados pessoais ou bancários em mensagens de texto ou aplicativos de conversas não verificados.
Pagamento de contas e compras com o Pix batem recorde

Banco Central confirmou o recorde no pagamento de contas e compras realizadas com o Pix.
A tecnologia é algo muito importante para a sociedade e está inserida em todas as áreas. No setor financeiro, isso não é diferente. Em 2020, foi criado um novo sistema de pagamento e transferência eletrônico, conhecido como Pix. Já faz parte do cotidiano brasileiro e prova disso é que o pagamento de contas e compras realizadas por meio dele bateu recorde no primeiro trimestre.
De acordo com o Banco Central, o uso do Pix para o pagamento de contas e compras alcançou uma marca histórica no primeiro trimestre deste ano. No mês de março, por exemplo, as transações entre pessoas físicas e empresas corresponderam a 27% das operações realizadas no Pix. Ao todo, foram realizadas 683,75 milhões de transações no Pix de pessoas físicas para empresas, categoria que abrange compras físicas, compras pela internet e pagamento de contas.
Embora o pagamento de contas e compras tenha batido recorde, são as transações entre pessoas físicas que ainda dominam as operações. No mês passado, 67% das transações no Pix foram realizadas entre pessoas físicas. No geral, o mês de março também alcançou pela primeira vez a marca de 3 bilhões de transações mensais. Além disso, foram transferidos R$1,28 trilhão por meio do Pix no último mês.
Compras com cartões apresentaram crescimento

Trimestre que encerrou em setembro apresentou crescimento nas compras com cartões.
A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) apresentou hoje (16) os dados de operações com cartões do terceiro trimestre deste ano. De acordo com a Abecs, as compras feitas com uso de cartões de crédito, débito e pré-pagos atingiram R$ 687,3 bilhões no terceiro trimestre (julho, agosto e setembro), ou seja, houve um crescimento de 35,8% se comparado ao mesmo período de 2020.
“O resultado mostra que o setor continua em trajetória de forte expansão, acompanhando o crescimento do consumo de bens e serviços, à medida que avança a vacinação da população, permitindo maior redução das medidas restritivas em combate à pandemia de covid-19”, diz a nota da Abecs.
Conforme a explicação da Abecs, um dos grandes motivos para ter acontecido um crescimento nas compras com cartões é a desaceleração da pandemia e a retomada da atividade econômica no país. Para se ter uma ideia do tamanho do crescimento deste tipo de operação, foram registrados 8,2 bilhões de pagamentos com cartões no terceiro trimestre, o que equivale a aproximadamente 63 mil por minuto, 39,1% a mais do que no mesmo período de 2020.
Já falando especificamente nos tipos de cartões utilizados, o de crédito foi o que mais foi utilizado, tendo registrado R$ 420,1 bilhões em pagamentos no terceiro trimestre de 2021, um crescimento de 42,2%. Na sequência vieram os cartões de débito, que movimentaram R$ 235,3 bilhões (alta de 18,6%), e o cartões pré-pagos, R$ 31,9 bilhões (alta de 153,6%). Os pagamentos com cartões atingiram R$ 1,8 trilhão em 2021 (até setembro), um crescimento de 34,1% se comparado ao mesmo período do ano que passou.
Confiança do consumidor segue em alta

Na passagem entre maio e junho, confiança do consumidor apresentou mais uma alta.
Pelo fato do país estar em meio a uma pandemia, as pessoas acabam ficando um pouco mais receosas em relação as suas ações e pensamentos sobre o futuro. Entretanto, aos poucos, a população volta a se inserir no mercado e vê com bons olhos o futuro. Prova disso é que a confiança do consumidor apresentou mais uma alta, desta vez entre a passagem de maio para junho.
De acordo com os dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a confiança do consumidor registrou uma alta de 4,7 pontos na passagem dos referidos meses, sendo a terceira consecutiva. O indicador alcançou a marca de 80,9 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Tanto a confiança atual como as perspectivas do futuro registraram altas, mostrando que o consumidor acredita numa melhora no país.
“A confiança dos consumidores segue trajetória de recuperação pelo terceiro mês consecutivo. Pela primeira vez desde julho do ano passado, a intenção de compras de bens duráveis avança de forma mais expressiva, o que parece relacionado a um maior otimismo em relação ao mercado de trabalho nos próximos meses, ainda que existam diferenças entre as faixas de renda”, disse Viviane Seda Bittencourt, pesquisadora da FGV.
Como já dito, a confiança do consumidor está em alta, sendo que alcançou a maior marca desde novembro do ano passado. Em relação ao Índice de Expectativa, o crescimento de 5,9 pontos fez com que o índice alcançasse a marca de 88,3 pontos, o que sinaliza uma alta no número de compras nos próximos meses. É importante destacar que conforme o número de vacinados for aumentando, a expectativa de melhora da economia também irá.
Semana do Consumidor

Começa hoje mais uma semana do consumidor.
Quem não gosta de comprar? Pois é, está é uma pergunta que é difícil de se responder, pois a maioria da população gosta de fazer compras. No dia de hoje (15), comemora-se o Dia Internacional do Consumidor e foi pensando nisso que o comércio criou a Semana do Consumidor. Este período, que começou nesta segunda-feira, é muito importante, pois as lojas virtuais estão dando desconto de até 80% nos produtos e parcelando em até 12 vezes sem juros.
No entanto, o consumidor precisa tomar muito cuidado para não cair em golpes, afinal esta é uma época, assim como a Black Friday, onde muitos sites falsos aparecem. Por outro lado, nada impede do consumidor ter problemas com lojas reais e é aí que entra o Código de Defesa do Consumidor (CDC). É na legislação consumerista que o todo e qualquer cidadão que realizar a compra de um estabelecimento comercial terá os seus direitos amparados.
De qualquer forma, o ideal é não precisar recorrer ao judiciário para a solução de problemas, por isso, é importante que o consumidor tenha conhecimento sobre seus direitos. Portanto, na Semana do Consumidor, confira algumas dicas importantes que podem servir de auxílio na realização de uma compra.
DICAS
Informações claras sobre a compra – A oferta e a apresentação dos produtos e serviços devem ter informações claras e precisas sobre preço, forma de pagamento, garantia e prazos de validade.
Publicidade enganosa é crime – Quem promover publicidade que sabe ser enganosa ou abusiva pode ser condenado a pena de três meses a um ano de detenção e multa.
Direito ao arrependimento – O consumidor pode desistir da compra dentro do prazo de sete dias após o recebimento do produto ou serviço, sempre que a compra ocorrer fora do estabelecimento (internet, telefone).
Atraso na entrega – Caso o produto não seja entregue, o comprar pode cobrar a entrega do item, aceitar outro produto equivalente ou rescindir o contrato e receber o dinheiro de volta.
Prazo de reclamação – O CDC estabeleceu um prazo de vigência para reclamações de defeitos: 30 dias para fornecimento de serviços e produtos não duráveis e 90 dias para serviços e produtos duráveis.
Troca de produtos – As empresas são responsáveis pela qualidade dos produtos. Se o problema não for resolvido em até 30 dias, o consumidor pode pedir a troca por outro produto da mesma espécie, restituição do valor pago ou abatimento proporcional do preço.
Peças de reposição – Quando uma empresa deixa de produzir ou importar um produto, a oferta de peças de reposição deve ser mantida pelo prazo de vida útil do produto.
Recall – As empresas são obrigadas a comunicar às autoridades e ao público sobre peças que apresentem perigo ao consumidor durante período de venda no mercado, além de providenciar o conserto gratuitamente.