Coinbase sofre tentativa de ataque cibernético em projeto open source

Falha em GitHub Actions foi rapidamente identificada e contida sem comprometer ativos ou sistemas internos da corretora.
A Coinbase, uma das maiores plataformas de câmbio dos Estados Unidos, foi alvo de uma tentativa de ataque cibernético que se concentrou na manipulação de ações automatizadas no GitHub. Este incidente faz parte de uma série de ataques que tiveram início em março de 2025, rapidamente chamando a atenção das empresas de segurança cibernética.
A falha explorada pelos invasores envolveu ferramentas amplamente utilizadas por desenvolvedores, que automatizam processos de validação e implementação de código. O ataque focou especificamente nas GitHub Actions, um recurso usado por milhares de desenvolvedores para automação de testes, deploys e integração contínua (CI/CD). Esse sistema, que está presente em mais de 23 mil repositórios públicos, foi comprometido por criminosos para roubar segredos e variáveis de ambiente, expondo essas informações nos logs de execução.
Segundo a empresa de segurança Unit 42, da Palo Alto Networks, o ataque foi iniciado em 9 de março, com o objetivo de interceptar dados confidenciais de projetos hospedados no GitHub. Um dos principais alvos foi o agentkit, um projeto open source desenvolvido pela própria Coinbase. Essa plataforma, que possui ações negociadas na Nasdaq sob o símbolo COIN, foi escolhida como porta de entrada para acessar a infraestrutura interna da empresa.
O código malicioso foi detectado em 14 de março e, rapidamente, removido. A ação preventiva evitou que segredos críticos fossem expostos ou utilizados para comprometer os sistemas internos da Coinbase. Apesar da gravidade do incidente, os invasores não conseguiram acessar diretamente a infraestrutura da empresa, o que impediu o roubo de fundos ou a publicação de pacotes maliciosos.
Em resposta ao ataque, um porta-voz do GitHub afirmou, em entrevista ao Hacker News, que não houve comprometimento de seus sistemas. Segundo ele, a falha ocorreu em projetos de código aberto mantidos pelos próprios usuários. “O GitHub e seus sistemas não apresentam evidências de comprometimento até o momento. Os projetos mencionados são de código aberto e administrados pelos próprios usuários”, declarou o porta-voz, que optou por não ser identificado.
Registrado sob o identificador CVE-2025-30154, o ataque levou o GitHub, em parceria com os responsáveis pelas ações comprometidas, a tomar medidas rápidas, como revogar acessos, revisar logs de execução e recomendar atualizações para os projetos afetados.
A Coinbase, por sua vez, confirmou que nenhuma chave secreta foi exposta e que o ataque foi controlado antes que qualquer sistema interno fosse comprometido. Além disso, não foi registrada nenhuma movimentação irregular de ativos, o que tranquilizou os investidores. Após o incidente, todas as ações comprometidas foram removidas do repositório, garantindo que não houvesse mais riscos de exploração.
Camboja proíbe acesso a corretoras de criptomoedas e expande testes de sua própria moeda digital

Governo do Camboja intensifica restrições ao mercado de criptomoedas e investe em sua própria moeda soberana, o Bakong, baseada em blockchain.
O Camboja tem intensificado as restrições ao mercado de criptomoedas, bloqueando o acesso a sites de corretoras como Binance e Coinbase, enquanto segue avançando nos testes de sua própria moeda digital, o Bakong. A medida é parte de uma série de ações mais amplas do governo, que busca combater golpes cibernéticos e fortalecer o sistema financeiro local com a implementação de sua moeda digital soberana, baseada em tecnologia blockchain.
Em um movimento que tem gerado repercussão internacional, a Comissão de Valores Mobiliários de Camboja (SERC) ordenou o bloqueio de acesso a 16 sites de corretoras de criptomoedas, incluindo as gigantes Binance e Coinbase. Essa medida faz parte de um esforço mais amplo para reprimir o mercado de criptomoedas no país, que já enfrentava restrições severas desde 2018, quando a utilização dessas moedas como forma de pagamento foi proibida.
De acordo com o portal asiático Asia Nikkei, a decisão foi tomada após a pressão de órgãos internacionais, que apontaram o Camboja como um centro para fraudes cibernéticas. A medida atingiu diretamente o acesso a plataformas populares de troca de criptomoedas, dificultando a negociação de moedas digitais no país. As corretoras afetadas, no entanto, optaram por não comentar publicamente a ação do governo.
Bakong: O futuro financeiro digital do Camboja
Enquanto as criptomoedas enfrentam um cerco crescente, o Camboja está promovendo sua própria moeda digital centralizada, o Bakong. Desenvolvido pelo Banco Nacional do Camboja, o Bakong foi lançado como uma plataforma de pagamento baseada em blockchain. A moeda tem como objetivo modernizar o sistema financeiro local, facilitar transações e promover uma maior inclusão financeira, ao mesmo tempo em que visa reduzir a dependência do dólar americano.
Apesar de ser uma moeda digital emitida pelo banco central (CBDC), o Bakong funciona mais como uma plataforma de pagamentos que permite transações instantâneas em riel cambojano e dólares americanos. De acordo com o Kapronasia, a adoção do Bakong tem sido impressionante, com mais de 10 milhões de contas abertas até dezembro de 2023, representando cerca de 60% da população cambojana. Essa implementação pode ser uma solução importante para fortalecer a economia local e reduzir a vulnerabilidade financeira do país.
Coinbase tem problema técnico e fica fora do ar

A Coinbase, maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, ficou fora do ar na madrugada desta terça-feira (14).
Durante a madrugada desta terça-feira (14), a Coinbase, que é a maior corretora de Bitcoin e criptomoedas do mundo, acabou ficando fora do ar por cerca de três horas. A própria exchange tratou de informar os seus usuários sobre o problema, mas fez questão de acalmá-los quanto à segurança dos fundos que detém. Contudo, a empresa norte-americana não deu maiores detalhes sobre o ocorrido.
“A Coinbase está passando por uma interrupção em todo o sistema. Estamos investigando esse problema e trabalhando em uma solução. Por favor, consulte status.coinbase.com para atualizações. Seus fundos estão seguros”, diz o comunicado da Coinbase.
Além da própria plataforma da Coinbase, sua carteira de autocustódia, a Coinbase Wallet, também estava inacessível em virtude dos problemas. A exchange confirmou que houve problema em sua carteira após receber diversas mensagens de usuários e ver que alguns clientes estavam em dificuldade para realizar suas operações.
Vale lembrar que esta não é a primeira vez que a maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos passa por problemas. Em fevereiro, usuários relataram que seus saldos na Coinbase estavam zerados. Na época, a exchange reconheceu o problema, mas garantiu que os fundos dos investidores estavam seguros e que os profissionais da área técnica estavam trabalhando para resolver os problemas.
Coinbase diz que investidores estão comprando Bitcoin de forma agressiva

Relatório divulgado pela Coinbase aponta agressividade de investidores na compra de Bitcoin.
A alta do Bitcoin (BTC) nos últimos meses mexeu com o mercado das criptomoedas. A grande valorização do ativo digital não passou despercebida pelas principais exchanges do mundo, pois houve uma grande movimentação no setor. De acordo com a Coinbase, maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, os investidores estão comprando Bitcoins com grande agressividade.
Segundo a corretora, os investidores enxergam o Bitcoin como o ouro moderno ou ouro digital. A solidificação da moeda digital principalmente em momentos de correção de mercado tem atraído de forma massiva os investidores, seja para o BTC ou para os demais ativos digitais de grande volume.
“A crescente aceitação do Bitcoin como ouro digita’ deve incentivar uma demanda mais agressiva durante as correções, diferentemente dos ciclos anteriores, apesar da volatilidade observada na fase de descoberta de preço. Acreditamos que as quedas provavelmente serão compradas de forma mais agressiva em comparação com os ciclos anteriores, mesmo que a volatilidade persista durante a descoberta de preços”, diz o relatório da Coinbase.
Mesmo que o mercado de criptomoedas possa apresentar variações, com alta e queda nos preços, os ativos digitais seguem sendo o xodó dos investidores nos últimos tempos. O Bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado, mas outros ativos digitais também apresentam solidez no mercado, enquanto outros apresentam bons potenciais de valorização.
Bitcoin SV é retirado da plataforma pela Coinbase

A decisão da Coinbase reflete a crescente preocupação com a criptomoeda no mercado.
Em comunicado oficial, a Coinbase, principal corretora de criptomoedas dos EUA, anunciou a retirada do Bitcoin SV (BSV) de sua plataforma. O Bitcoin SV é uma criptomoeda que surgiu como uma bifurcação do Bitcoin Cash (BCH).
Com a decisão da Coinbase, os usuários foram orientados a converter seus ativos Bitcoin SV para outras criptomoedas disponíveis na plataforma, aproveitando descontos em custos de transação durante esse processo. A decisão de liquidar os ativos ocorreu como parte do processo de retirada da moeda da plataforma.
Essa medida ressalta a natureza dinâmica e sujeita a mudanças do mercado de criptomoedas, com as corretoras ajustando suas listas de ativos com base em diversos fatores, incluindo desempenho, segurança e demanda dos usuários.
Além disso, através do comunicado, a corretora apontou para a possibilidade de os usuários enfrentarem dificuldades em receber compensações adequadas durante a conversão.
Para aqueles que detêm pequenas quantidades de BSV, o atual cenário torna-se mais crítico, uma vez que as taxas de transação e a volatilidade do mercado podem anular completamente o valor dos ativos convertidos.
Após o encerramento do suporte, a Coinbase procedeu à eliminação total do Bitcoin SV (BSV) das carteiras dos usuários, garantindo a impossibilidade de retirada. Essa medida foi tomada em conformidade com o aviso prévio emitido em novembro, que instava os usuários a transferirem seus BSV para carteiras externas antes da data limite de 9 de janeiro.
Motivação para a remoção do Bitcoin SV e os seus impactos
A Coinbase, em conformidade com outras corretoras, retirou a Bitcoin Satoshi Vision (BSV), citando preocupações com sua estabilidade e segurança, agravadas por ataques de 51% e volatilidade.
Originada de um hard fork do Bitcoin Cash (BCH) em 2018, a BSV buscava restaurar os protocolos originais do Bitcoin, mas enfrentou críticas significativas na comunidade cripto, sendo considerada por alguns como um “golpe”. As controvérsias envolvem concentração de poder de mineração, práticas de governança questionáveis e a liderança controversa de Craig Wright, resultando em dúvidas sobre a credibilidade da BSV.
A remoção pela Coinbase reflete a crescente preocupação com a criptomoeda no mercado. A corretora também alertou sobre implicações fiscais e enfatizou a responsabilidade dos usuários em lidar com suas situações fiscais.
Brasil vira prioridade para a Coinbase

Mirando expansão global, Coinbase tem Brasil como prioridade.
O mundo dos ativos digitais já é uma realidade, o que faz com que as principais corretoras do mundo visem expandir seus negócios. Para a Coinbase, exchange mais popular dos Estados Unidos, o Brasil passou a ser uma prioridade na sua estratégia de expansão global. De acordo com a corretora, o avanço da regulamentação das criptomoedas e o alto número de usuários se tornaram importantes para a decisão.
Conhecida como “Go Broad, Go Deep”, o projeto de expansão da Coinbase visa atingir um bilhão de usuários ao redor do mundo. E foi justamente por conta do grande plano de expansão que o Brasil entrou na mira da exchange norte-americana, logicamente aliado à regulamentação das criptomoedas.
“Para operacionalizar a diversificação de nossos negócios globalmente, estamos seguindo nossa estratégia de expansão “Go Broad, Go Deep”, alinhando-nos com o envolvimento dos governos na economia cripto. Nosso objetivo é atingir 1 bilhão de usuários globalmente, e o Brasil é um mercado crucial no caminho para alcançar esse marco”, disse Fábio Plein, diretor regional da Coinbase.
É importante lembrar que recentemente houve a aprovação da Lei 14.478/22, que estabelece um conjunto de regras para as corretoras que queiram atuar no país, sendo supervisionadas pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Com a regulamentação das criptomoedas, o Brasil dá um grande passo para que o mercado de ativos digitais ganhe mais força dentro do país.
Usuário alega que Coinbase estaria limitando saques em Bitcoin

Em contrapartida, Coinbase diz que algoritmo faz análise de contas e faz a limitação, mas que liberou os saques do usuário.
Um usuário do X, antigo Twitter, acusou a Coinbase, uma das principais corretoras de criptomoedas do mundo de limitar os saques em Bitcoin. Identificado como Colin Brown, o investidor reclamou nas redes sociais que a exchange havia limitado sua conta a sacar apenas US$ 5.000 (R$ 25.000) por semana, o que gerou sua revolta, ainda mais por ser cliente da empresa há mais de dez anos.
“A Coinbase está limitando as retiradas de bitcoin. Acabei de tentar enviar BTC da Coinbase para minha carteira fria e encontrei uma NOVA política de limite de retirada de US$ 5 mil/semana (implementada em 13/10). Sou cliente da Coinbase há 10 anos. RETIRE SEU BITCOIN DAS EXCHANGES”, disse Brown.
A postagem do usuário tomou grandes proporções e em pouco tempo já havia sido visualizada mais de 600 mil vezes. Isso fez com que a Coinbase agisse e alterasse o limite de saque de Colin Brown. Brown explicou que a exchange alegou que o bloqueio era feito por um algoritmo, mas que sua situação já havia sido resolvida.
“O suporte da Coinbase me enviou uma mensagem neste fio e através de mensagem privada, verificou e desbloqueou meu BTC. Infelizmente, eles ofereceram uma explicação bastante idiota sobre algoritmos e por que ele foi congelado. E se todos vocês não tivessem amplificado meu tuíte? Eu estaria condenado a retirar US$ 5 mil por semana para recuperar lentamente minhas moedas?”, afirmou Colin Brown.
No site da Coinbase, é possível verificar que há uma aba em que diz que “os limites da conta Coinbase são determinados por um algoritmo que leva em conta uma variedade de fatores, entre eles a idade da conta, localização, histórico de transações, método de pagamento e etapas de verificação concluídas”, logo, os limites dos usuários podem ser modificados sem consentimento prévio.
Coinbase anuncia remoção de cinco pares de criptomoedas

Cinco pares de criptomoedas serão removidos da Coinbase nesta terça-feira.
Por meio de comunicado, a Coinbase, maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, confirmou que irá remover cinco pares de criptomoedas da sua plataforma. De acordo com a exchange, a remoção dos pares irá acontecer para consolidar a liquidez das moedas digitais. A remoção irá ocorrer a partir das 13h (Brasília) desta terça-feira (15).
“Para consolidar a liquidez, removeremos vários pares de negociação para determinados ativos suportados. Suspenderemos a negociação dos seguintes mercados a partir do 15 de agosto de 2023”, diz o comunicado da Coinbase.
Porém, a retirada dos pares de criptomoedas da Coinbase não deve causar grandes repercussões. Isto é dito, pois apenas uma está entre as maiores 200 criptomoedas do mercado: a API 3. Além da cripto mencionada, as outras que serão afetadas pela decisão da Coinabse Alchemix (ALCX), Circuits of Value (COVAL), Shapeshift FOX Token (FOX) e Polymath (POLY), está última é a segunda melhor colocada, se encontrando na 241ª posição.
Se por um lado alguns pares estão deixando de serem negociados pela Coinbase, a exchange também anunciou novidades. Conforme comunicado emitido no último domingo, a Coca-Cola irá utilizar a Base, blockchain da Coinbase, para lançar a sua coleção de NFTs.
Coinbase demite funcionários

Coinbase confirmou a demissão de quase mil pessoas do seu quadro de funcionários.
A Coinbase, maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, também vem sofrendo com o inverno das criptomoedas. A gigante norte-americana confirmou que precisou reduzir seus custos de operação e com isso precisou demitir cerca de 20% do seu quadro de funcionários, o que resulta na demissão de quase mil pessoas. Em comunicado, o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, pediu desculpas pelas demissões.
“Tomei a difícil decisão de reduzir os nossos custos operacionais em cerca de 25%, o que inclui a demissão de cerca de 950 pessoas. Todos os membros da equipe afetados serão notificados hoje. Também quero deixar claro que, embora alguns dos fatores que nos trouxeram até aqui estejam fora de nosso controle, a responsabilidade é minha como CEO”, diz parte do trecho da nota divulgada por Armstrong no blog da Coinbase.
Segundo Brian Armstrong, a decisão de demitir funcionários também passou por conta da previsão de oscilação e insegurança no mercado em 2023. Ainda de acordo com o CEO da Coinbase, os efeitos negativos de 2022 perdurarão ao longo do corrente ano, principalmente após a FTX ter entrado com pedido de falência, o que agitou negativamente o mercado das criptomoedas.
“Ao examinarmos nossos cenários de 2023, ficou claro que precisaríamos reduzir despesas para aumentar nossas chances de nos sairmos bem em todos os cenários. Embora seja sempre doloroso nos separarmos de nossos colegas, não havia como reduzir nossas despesas significativamente o suficiente, sem considerar mudanças no quadro de funcionários”, diz outro trecho da nota publicada por Armstrong.
Visando a segurança da empresa e dos investidores, todos os funcionários demitidos tiveram seus acessos aos sistemas internos da Coinbase bloqueados antes mesmo das demissões ocorrerem.
Receita da Coinbase cairá pela metade

Em meio ao “inverno cripto”, Coinbase verá sua receita cair pela metade.
A Coinbase é uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo e nem isso impede que sofra com as ações do “inverno cripto”. Prova disso é que a empresa verá sua receita cair ao menos pela metade em 2022, porém, a queda nos números pode ser ainda maior. As informações sobre a queda de receita partiram do próprio CEO da empresa, Brian Armstrong, que concedeu uma entrevista ao Bloomberg TV.
Em sua fala, Armstrong disse que a Coinbase arrecadou mais de US$ 7 bilhões em 2021 e que em 2022 esses números podem ultrapassar 50% de queda. O CEO da corretora afirmou que tudo está caindo, sendo que elencou situações como a falta de regulamentação do mercado de criptomoedas e os problemas de corretoras como a FTX por causarem as perdas.
“Eu acho que a queda do FTX é um pouco de uma marca negra para a indústria. Não é representativo de toda a indústria, é claro, mas influencia negativamente no mercado de ativos digitais”, disse Armstrong.
Além de perder a sua receita pela metade (ou mais), a Coinbase também apresenta outro número bastante negativo. As ações da empresa acabaram perdendo 83,5% do seu valor de mercado desde o início do ano e isso também impacta nos investimentos. Em reestruturação e em busca de uma maior estabilidade para 2023, a Coinbase acredita que a crise no mercado tenha sido necessária para uma melhor operação no mercado de criptoativos no futuro.