Ibovespa fecha em alta

Assim como o Ibovespa, o dólar também fechou a quinta-feira (27) em alta.
A Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a quinta-feira em alta. o índice da B3 se movimentou em faixa mais ampla, dos 132.478,98 aos 133.904,38, saindo de abertura aos 132.522,18 pontos. Durante a semana, o crescimento registra 0,61%, enquanto no mês o valor chega a 8,43. No acumulado de 2025, a alta da Ibovespa chega a 10,70%.
Assim como a Ibovespa, quem também fechou o dia em alta foi o dólar. Após oscilar ao longo do dia, a moeda norte-americana fechou a quinta-feira com alta de 0,44%, com o valor de R$5,75. No entanto, apesar da alta diária, ao longo do ano os números são favoráveis à moeda brasileira. Em 2025, o real acabou valorizando, sendo que nos primeiros três meses do ano o dólar recuou 6,81%.
Abaixo, confira o fechamento do dólar nesta quinta-feira (27):
Dólar comercial:
Compra: R$ 5,758
Venda: R$ 5,758
Dólar turismo:
Compra: R$ 5,757
Venda: R$ 5,937
Rio de Janeiro voltará a ter Bolsa de Valores

Após mais de 20 anos, Rio de Janeiro voltará a ter Bolsa de Valores.
Um anúncio realizado pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e pelo CEO do Americas Trading Group (ATG), Claudio Pracownik, movimentou o mercado financeiro. Após mais de 20 anos, a capital carioca voltará a contar com uma Bolsa de Valores. Paes falou sobre a importância econômica do município que lidera e disse que a criação da Bolsa de Valores é só a “ponta do iceberg” econômico na cidade.
“O Rio tem uma parte importante da força econômica do Brasil: a Vale está aqui, a Globo está aqui, a teledramaturgia da Record está no Rio. Mas onde está o setor produtivo? A gente tem um monte de coisas interessantes acontecendo no setor privado do Rio, mas a gente não consegue levantar essa turma. A volta da Bolsa de Valores é a ponta do iceberg. É o esforço do governador, prefeito, atores políticos. O setor privado percebeu que tem uma concorrência a ser feita com São Paulo. Começamos a criar um ambiente econômico, um conjunto de atrativos e de novos mercados que surgirão”, disse Eduardo Paes.
Para Claudio Pracownik, a criação da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro é um sinal de maturidade do mercado de capitais, contribuindo para que o Brasil seja visto de forma mais positiva pelos investidores, principalmente os internacionais. A expectativa é que o Rio de Janeiro volte ao foco do mercado financeiro com essa criação.
“A nova bolsa terá sua sede administrativa no Rio de Janeiro. Isso é muito importante para a cidade e para o estado. O Rio voltará a ser um grande centro de negócios, atraindo investidores, e isso tem uma relevância enorme. Nós esperamos que este seja o marco inicial do renascimento do mercado financeiro no Rio”, disse Pracownik.
A expectativa é que a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro comece a operar no segundo semestre de 2025.
Dólar apresenta maior alta de 2024

Chegando perto de R$ 5, o dólar apresentou alta de 22% nesta sexta-feira.
Nesta sexta-feira (15), o dólar comercial fechou o dia sendo vendido a R$ 4,997, atingindo o maior nível de 2024 e registrando um aumento de R$ 0,011 (0,22%). Enquanto isso, na Bolsa de Valores, o Índice Ibovespa, da B3, apresentou uma queda de 1%.
Durante o dia, o dólar norte-americano oscilou, atingindo seu pico por volta das 10h30, quando alcançou o valor de R$ 5. Esta movimentação resultou em um acumulado semanal com alta de 0,34% e de 0,5% no mês de março.
Bolsa de Valores
Operando sob turbulência nesta sexta-feira, o Índice Ibovespa, da B3, fechou o dia em queda de 0,74%, com 126.742 pontos. Este movimento reflete a instabilidade do mercado financeiro, que tem sido influenciado por diversos fatores econômicos e geopolíticos.
Um dos principais elementos que impactaram o desempenho da Bolsa de Valores foi o preço do minério de ferro, uma commodity de grande relevância para a economia brasileira. A variação nos preços das commodities, como o minério de ferro, costuma ter um efeito significativo no mercado acionário, especialmente em empresas ligadas ao setor de mineração.
Dólar apresenta queda

Com essa queda, o dólar atingiu o seu menor até agora em 2024.
Nesta sexta-feira (12), o dólar comercial registrou uma queda, sendo vendido a R$ 4,857, representando uma redução de (-0,37%). Este é o menor valor do ano, após dois dias consecutivos em baixa.
O dia começou com a moeda em alta, mas durante a abertura dos mercados dos Estados Unidos, a cotação começou a cair. Este é o menor valor desde 28 de dezembro. Mesmo assim, no mês de janeiro, há uma valorização de 0,08%.
A Bolsa de Valores encerrou o dia em leve alta após uma sequência negativa. O Índice Ibovespa da B3 fechou o dia com 130.988 pontos, apresentando um aumento de 0,26%. Esse ganho foi impulsionado pelos mercados de petroleiras e mineradoras. Apesar disso, devido às diversas quedas consecutivas ao longo da semana, o fechamento semanal ainda está em queda de 0,72%.
Fonte: Reuters.
Leilão de Transmissão da Aneel tem arrematantes

Três empresas arremataram três lotes no Leilão de transmissão da Aneel.
Na última semana, na sede da B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, foi realizado o Leilão de Transmissão da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). No certame, os três lotes que foram disponibilizados acabaram sendo arrematados, o que foi algo positivo na visão de Sandoval Feitosa, diretor-geral da Aneel, inclusive por conta do deságio para o consumidor final.
“O leilão de junho deste ano, esse de agora, e o de março de 2024 agregarão mais 17 mil km de linhas de transmissão, o que representa quase 10% de todo o sistema de transmissão brasileiro. Em menos de um ano contratamos aproximadamente 10% do que levamos mais de 100 para construir e isso é motivo de muito orgulho e satisfação”, afirmou Sandoval Feitosa.
Quem garantiu o lote 1 no Leilão de Transmissão da Aneel foi a State Grid Brazil Holding S.A., que desembolsou R$ 1,936 bilhão, representando deságio de 39,90%. Já o lote de número 2 foi adquirido pelo Consórcio Olympus XVI por R$ 239,5 milhões, com deságio de 47,01%. Enquanto isso, o lote 3 ficou com a Celeo Redes S.A. pelo valor de R$ 101,2 milhões, com deságio de 42,39%.
Ao todo, os lotes leiloados pela Aneel correspondem a 4.471 quilômetros (km) de linhas de transmissão e subestações com capacidade de transformação de 9.840 MVA. Os referidos lotes estão localizados nos estados de Goiás, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo e Tocantins.
Dólar fecha a semana em queda

Enquanto dólar apresentou queda, bolsa de valores apresentou grande suba.
A divulgação de indicadores econômicos desfavoráveis nos Estados Unidos provocou um dia de otimismo nos mercados financeiros. O dólar encerrou o dia abaixo de R$ 4,90, registrando seu valor mais baixo em mais de 40 dias. O dólar comercial terminou esta sexta-feira (3) com cotação de R$ 4,896, apresentando uma queda de R$ 0,068 (1,54%).
A moeda norte-americana teve uma abertura em declínio e viu sua queda se acentuar após a divulgação dos dados de emprego nos Estados Unidos. No ponto mais baixo do dia, por volta das 9h50, a cotação chegou a atingir R$ 4,87, mas encerrou com um valor um pouco maior. Em 2023, o dólar já apresenta uma queda de 7,27%, sendo que atualmente se encontra no menor valor desde o dia 20 de setembro.
Já a bolsa de valores experimentou seu maior ganho diário em meio ano. O índice Ibovespa, da B3, encerrou o dia alcançando os 118.160 pontos, apresentando um significativo aumento de 2,7%. Esse foi o maior acréscimo diário desde o dia 5 de maio. Além disso, o indicador atingiu o patamar mais elevado desde o dia 20 de setembro.
É importante destacar que houve queda do dólar e a alta das bolsas de valores ao redor do mundo e não apenas no Brasil. Tudo isso está diretamente ligado às informações da economia em baixa nos Estados Unidos.
Dólar fechou em queda nesta segunda-feira

Além do dólar, a bolsa de valores também registrou queda nesta segunda-feira.
Com um alívio no mercado dos Estados Unidos, o dólar fechou em queda nesta segunda-feira. Comercializado a R$ 5,017, houve o registro de queda de R$ 0,014 (0,29%). Este é o menor patamar da moeda norte-americana registrado desde o mês de setembro, quando operou abaixo dos R$ 5. Assim, o mês de outubro registra uma queda de 0,2% no preço do dólar, enquanto em 2023 a queda é de 4,98%.
Quem também fechou em queda nesta segunda-feira foi a bolsa de valores de São Paulo. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia com 112.784 pontos, apresentando um recuo 0,33%, sendo a quinta queda consecutivas. Um dos principais motivos para a queda foi um anúncio divulgado pela Petrobras sobre um estudo para reformular o estatuto social da empresa.
Para a terça-feira, não há uma previsão sobre a oscilação do dólar e da bolsa de valores, porém, a situação pode mudar a depender das tensões no mercado financeiro dos Estados Unidos. Já em relação à guerra no Oriente Médio, a tendência é que não afete o mercado global, a não ser que o conflito se estenda pelo continente e atrapalhe a produção de petróleo.
Dólar apresenta a maior queda de outubro

Enquanto o Dólar caia, a Bolsa apresentou alta de 0,67%.
O Dólar fechou no menor valor do mês de outubro, sendo vendido pelo valor de R$ 5,03. Sob a influência do mercado internacional, a Bolsa de Valores fechou o dia em alta de 0,67%.
A moeda norte-americana começou a cair somente no final da manhã desta segunda-feira (16). Este é menor valor do Dólar, desde o dia 29 de setembro.
Na comparação do ano, o Dólar está em queda de 4,6% e a divisa de duas semanas atrás estava em R$5,17.
No âmbito do mercado de ações, o dia foi igualmente caracterizado por uma retomada. O índice Ibovespa, pertencente à B3, encerrou o pregão aos 116.534 pontos, registrando um aumento de 0,67%.
Cabe mencionar que o indicador ainda não restabeleceu os 117 mil pontos atingidos na última quinta-feira (12), no entanto, apresenta um acréscimo de 2,07% desde o início da semana anterior.
A confiança no cenário internacional predominou nos mercados globais. O Banco Central da China realizou uma injeção de capital na segunda maior economia do mundo, resultando em um aumento nos preços de diversas commodities metálicas, o que foi benéfico para nações em desenvolvimento, como o Brasil.
Nos EUA, o otimismo ganhou força à medida que os balanços corporativos foram revelados, gerando um impulso nos mercados de ações.
A queda dos juros de longo prazo dos títulos do Tesouro norte-americano teve o efeito de pressionar para baixo as taxas no mercado futuro brasileiro. Esse cenário impulsionou as ações de empresas varejistas no Brasil, e como resultado, o dólar experimentou uma desvalorização a nível global.
Mesmo diante da escalada do conflito entre Israel e o grupo palestino Hamas, os mercados financeiros ainda não experimentaram perturbações substanciais. Isso se deve ao fato de que, a menos que se estenda por todo o Oriente Médio, a guerra tem um impacto limitado na produção de petróleo.
Dólar apresenta grande alta

Desde o mês de março o dólar não apresentava um valor tão elevado.
Nesta quinta-feira (05), o dólar à vista teve uma grande alta em relação ao real, mesmo com a queda lá fora. Isso aconteceu porque os investidores estão um pouco cautelosos antes dos dados sobre empregos nos EUA que saem nesta sexta-feira (06), além do fato de que estão prevendo um possível aumento nos juros.
Graças ao aumento, o dólar à vista fechou o dia a R$ 5,1690, apresentando uma alta de 0,31%. Este é o maior valor desde março deste ano.
A Bolsa de Valores (B3), apresentou alta de 0,26% por volta das 17:11, batendo a cotação de R$ 5,1865. Já na parte da manhã, a moeda norte-americana até chegou a cair um pouco, mas como muita gente estava prevendo que a política de dinheiro nos EUA pode não ser tão boa, essa queda não durou muito.
Os rendimentos dos títulos do Tesouro estavam subindo na primeira metade do dia, o que deu um apoio para o dólar em relação ao real.
Dólar volta a atingir a casa dos R$ 5,00

Depois de dois meses, o dólar voltou a passar a casa dos R$ 5,00.
Nesta sexta-feira (18), o dólar atingiu novamente a marca de R$ 5,00, após dois meses. No início do pregão, a moeda chegou a ser vendida pelo valor de R$ 5,002, o que não ocorria desde o começo de junho.
Já às 10h desta sexta, o dólar estava a R$ 4,989, caindo um pouco em comparação ao início das negociações. Desde o dia 2 de junho, a moeda estadunidense não ultrapassava a marca dos R$ 5,00, quando foi vendida a R$ 5,0039..
Ontem (quinta-feira, 17), o dólar apresentava uma baixa de 0,1%, sendo comercializado a R$ 4,9813. Agora, superando os R$ 5,00, a moeda apresenta alta na comparação semanal (1,59%) e no comparativo mensal (5,34%).
Se na semana e no mês os números indicam alta no dólar, no acumulado do ano, a moeda está apresentando queda de 5,62% até o momento.
O mercado imobiliário chinês foi um dos responsáveis pela movimentação do mercado, inclusive levantando preocupações entre os investidores. No fechamento do mercado, o dólar fechou em leve queda de R$ 4,968.
Bolsa apresenta queda
Enquanto o dólar registrou o seu maior crescimento dos últimos dois meses, o índice Ibovespa registrou queda nesta última quinta-feira (17). Ainda assim, encerrou a sexta-feira com leve alta.
O principal índice da Bolsa de Valores brasileira marcava uma diminuição de 0,17% às 10h, com 114.789,47 pontos. Ainda na véspera, o indicador brasileiro fechou com queda de 0,53%, com 114,9 mil pontos.
Essa é a pior sequência na história do índice Ibovespa, criado em 1968, e foi a 13ª queda da bolsa, que ocorreu nesta última quinta-feira (17). De acordo com o indicador, as quedas acumulam 2,6% na semana e 5,7% no mês. Já o indicador anual, ainda está acumulando um aumento de 4,78%.