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Autor: Redação

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Brasil Economia

Produção da Petrobras em alta

22/10/2021 por Redação

Assim como nos trimestres anteriores, produção da Petrobras apresentou alta.

A Petrobras divulgou o seu balanço trimestral e assim como nos dois primeiros trimestres, apresentou alta na sua produção. O terceiro trimestre de 2021 teve um aumento de 1,2% se comparado com o trimestre que passou. Segundo o Relatório de Produção e Vendas, o aumento na produção média de óleo, líquido de gás natural (LGN) e gás natural alcançou 2,83 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed).

“O resultado confirma a boa performance operacional da companhia num cenário ainda de restrições em função da pandemia de covid-19. O aumento da produção neste trimestre é devido, principalmente, à entrada em operação em agosto do FPSO Carioca (campo de Sépia) e à maior média de produção no trimestre do FPSO P-70 (campo de Atapu), que atingiu a capacidade máxima no início de julho, confirmando o bom desempenho dos poços e da plataforma”, disse, em nota, a estatal brasileira.

Venda nos derivados do petróleo também tiveram crescimento

Com grandes reservas, baixo risco e custos competitivos, Sépia e Atapu, que estão localizados no pré-sal da Bacia de Santos, estão sendo consideradas excepcionais. Com sua produção em alta, outra coisa que chamou a atenção no boletim da Petrobras foi o aumento nas vendas dos derivados do petróleo, principalmente da gasolina, do diesel e do QAV (querosene de aviação).

“As vendas de derivados neste trimestre alcançaram volumes de 1,9 milhão de barris por dia (bpd), 10,7% maiores do que no trimestre anterior, com aumento na comercialização de todos os produtos, destacando-se o crescimento da gasolina, do diesel e do QAV [querosene de aviação]. A produção de derivados nas refinarias também subiu 11% no mesmo período devido à maior demanda do mercado interno e maior disponibilidade das unidades de refino com a conclusão de paradas programadas de manutenção concentradas no trimestre anterior”, informou a estatal.

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Economia Internacional Melhores Investimentos

Bitcoin bate recorde

21/10/2021 por Redação

Valor do Bitcoin bateu seu recorde nesta quarta-feira (20).

O investimento em criptomoedas vem aumentando consideravelmente ao redor do mundo. Neste meio tempo, o Bitcoin, criptomoeda mais famosa entre as existentes, acabou batendo o seu recorde nesta quarta-feira (20). Às 11h36 (horário de Brasília), o Bitcoin subia 6,28% em relação ao dólar, para US$ 66.555,70, superando seu recorde anterior de US$ 64.863,00 visto em 14 de abril deste ano.

A forte alta que levou o Bitcoin a bater seu recorde foi influenciada pela aprovação do primeiro ETF de Bitcoin nos Estados Unidos por parte da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sigla em inglês). Ontem (19), começou a ser negociado o ProShares Bitcoin Strategy ETF, que não investe diretamente em Bitcoin, mas sim em contratos futuros da criptomoeda negociados na bolsa de derivativos de Chicago (CME).

“Este é um produto que foi supervisionado por quatro anos, por um regulador federal dos EUA e CFTC, e que está sendo embalado dentro de algo que está dentro de nossa jurisdição”, disse o presidente da SEC Gary Gensler em uma entrevista à CNBC.

Como visto, o Bitcoin alcançou a sua marca história, contudo, não foi a única criptomoeda a valorizar. O movimento foi acompanhado por outros ativos digitais, como Ethereum (ETH), que subiu 4,6%, alcançando os US$ 4.000, próximo da sua máxima histórica, além da Cardano (ADA), porém com menor intensidade. Dentre as 20 principais criptomoedas do mundo, apenas a Shiba Inu (SHIB) e a Algorand (ALGO) não registram ganhos.

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Brasil Economia

Bolsonaro nega ter responsabilidade por crise econômica

19/10/2021 por Redação

Mesmo com país passando por uma crise econômica, Bolsonaro nega sua responsabilidade.

É bem verdade que a economia está, aos poucos, começando a voltar ao normal, mas isso não muda o fato de o Brasil estar vivendo uma forte crise econômica. A população brasileira vem sofrendo cada vez mais com a alta no preço dos combustíveis, da energia e dos alimentos, tanto que o índice de pobreza e fome no país subiu significativamente. Em meio a esse turbilhão, o presidente da república, Jair Bolsonaro, nega ter responsabilidade pelo que vem acontecendo e se mostrou tranquilo quanto às críticas.

“O tempo todo eu sou o responsável por tudo, se é assim, ache um cara melhor, sem problema nenhum. Tem muita gente boa candidata por aí. Vou cumprir meu mandato, sem problema nenhum, fazer o que é possível”, disse o presidente.

Responsabilidade dos estados e municípios

Como de costume, Jair Bolsonaro atacou os governos estaduais e municipais por terem adotados medidas restritivas no combate ao coronavírus, afirmando que a responsabilidade pela crise econômica é dos governantes mencionados. Segundo o presidente, o país está pagando a conta do “fica em casa”, como chama as medidas restritivas que foram adotadas para tentar reduzir o número de contaminados pelo Covid-19.

“Os problemas existem, o que é duro é a incompreensão. Muitos de vocês apoiaram ficar em casa, agora a conta chegou. E não chegou toda a conta, ainda, vai chegar mais. Combustível, energia elétrica, alimentação. Agora, a pior coisa que tem é desesperar, é achar uma pessoa responsável por seu insucesso. Responsável é quem adotou essa política”, concluiu o presidente.

Em ano pré-eleitoral e com a sua popularidade caindo, Bolsonaro se apega à criação do Auxílio Brasil, que irá substituir o Bolsa Família, para tentar conter a queda em seus apoiadores. O auxílio, que deve entrar em vigor em 2022, poderá alcançar os R$ 400 mensais, valor este sendo destinado às famílias de baixa renda. O benefício será parcialmente financiado com dinheiro fora do teto de gastos, a regra que limita o avanço dos gastos públicos à inflação.

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Brasil Economia

Racionamento de energia não deve acontecer

14/10/2021 por Redação

Governo Federal não trabalha com a hipótese de racionamento de energia.

Um dos assuntos mais comentados dos últimos tempos no Brasil é referente à crise hídrica que o país vem enfrentando. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a escassez de chuvas no país para a geração de energia é a pior em 91 anos, sendo que os reservatórios estão cada vez mais baixos. No entanto, o Governo Federal não trabalha com a hipótese de racionamento de energia.

Durante a abertura da 40ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX) 2021, promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que o país não corre risco de racionamento de energia, mesmo com a notória crise hídrica. Segundo Albuquerque, desde o ano passado o governo vem analisando a situação e tomando medidas para não haver o desabastecimento.

“É importante destacar que estamos vencendo a batalha, ou seja, com base nas mais recentes projeções apresentadas no Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, não trabalhamos com a hipótese de racionamento tendo em vista todas as medidas que estão sendo tomadas desde outubro de 2020”, afirmou o ministro.

Em sua fala, Bento Albuquerque também enfatizou que todos os leiloes realizados até o momento foram um sucesso e que eles foram fundamentais para evitar o racionamento de energia.

“Somente nos últimos certames, foram investidos R$ 40 bilhões, resultando em uma expansão bastante expressiva, em torno de 13% na geração e 15% na transmissão, fundamental neste momento esse período de escassez hídrica”, concluiu o ministro.

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Brasil Economia

Produção de motocicletas apresentou queda em setembro

14/10/2021 por Redação

Mesmo com a queda na produção de motocicletas em setembro, números do ano são animadores.

A Abraciclo, a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, divulgou nesta quarta-feira (13) os dados da produção de motocicletas no mês de setembro. Segundo a associação, houve uma queda de 11,9%, o que significa 108.948 unidades produzidas ante as 123.722 que foram fabricadas no mês de agosto. 

Por outro lado, se o mês de setembro apresentou queda na produção de motocicletas, o acumulado de 2021 é positivo. De acordo com a Abraciclo, foram fabricadas 896.558 unidades neste ano, o que corresponde a um aumento de 29,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, as oscilações são normais e as fabricantes estão operando normalmente.

“No momento todas as associadas operam normalmente. A produção de motocicletas é verticalizada e a maioria das peças foi nacionalizada, o que reduz nossa dependência de fornecedores externos. Dessa forma, o setor não é tão impactado pela falta de insumos como acontece com outros setores da indústria”, disse Fermanian.

Setor em plena recuperação

Ainda segundo Fermanian, até o final do ano a produção de motocicletas deverá alcançar à casa de 1,2 milhão de unidades, comprovando a recuperação do setor. A alta dos combustíveis, assim como a possibilidade de poder utilizar motocicletas para o trabalho, também influenciam na produção e venda das motocicletas.

“As associadas estão acelerando o seu ritmo de produção para atender a demanda. Além disso, mantêm a programação de lançamentos para ampliar a oferta de produtos e atender às exigências do consumidor. “Além disso, é uma alternativa de deslocamento seguro para evitar a aglomeração do transporte público e fonte de renda para aqueles que passaram a atuar nos serviços de entrega, um setor que já vinha crescendo e ganhou impulso ainda maior durante a pandemia”, concluiu o presidente da Abraciclo.

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Brasil Economia Mercado

Ações da Embraer em alta

12/10/2021 por Redação

Ações da Embraer fecharam em alta após anúncio de encomenda bilionária.

O anúncio de uma encomenda de 100 aeronaves por parte da companhia aérea NetJets movimentou o mercado financeiro brasileiro hoje (11). Isto é dito, pois as ações da Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A) operam em alta no pregão desta segunda-feira na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. No fechamento, os papéis EMBR3 avançaram 4,89%, sendo negociados a R$ 25,96.

A encomenda feita pela companhia aérea de Warren Buffet equivale a uma quantia de US$ 1,2 bilhões, sendo que se refere à entrega de aeronaves do modelo executivo Phenom 300E. A NetJets, empresa integrante do grupo Berkshire Hathaway, começará a receber os aviões no segundo trimestre de 2023, sendo que sua operação deverá ocorrer nos Estados Unidos e Europa. Após a encomenda e com a alta em suas ações, a Embraer se manifestou sobre o assunto.

“Estamos contentes por termos assinado este acordo significativo com a NetJets, um parceiro estratégico que tem sido parte importante do sucesso da Embraer por mais de uma década. Com este novo pedido, que inclui um abrangente contrato de serviços, a NetJets não apenas reforça seu compromisso em criar uma experiência aprimorada para o cliente, à medida que a demanda por aviação privada continua a crescer, mas também sua confiança no inovador portfólio da Embraer para oferecer a experiência perfeita a seus clientes”, diz o comunicado da empresa.

O modelo executivo Phenom 300E, produzido pela Embraer, é o jato leve mais vendido dos últimos nove anos no segmento. Além da aviação executiva, a empresa brasileira é uma das maiores no seguimento comercial, tendo começado a operar recentemente com os E-Jets E2, versão mais moderna dos E-195.

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Brasil

Inflação bate recorde

09/10/2021 por Redação

Setembro registra inflação recorde desde a implementação do plano real.

Se já não bastassem os efeitos da pandemia e um baixo salário recebido pelo trabalhador brasileiro, a inflação atingiu um recorde histórico. Na passagem entre agosto e setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação, atingiu 1,16%, sendo este o maior nível para um mês de setembro desde 1994, ano em que foi implementado o plano real.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), instituto que realiza os cálculos, a inflação aumentou 0,29% de agosto para setembro. No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação no país alcança os 10,25%, sendo que somente em 2021 o IPCA está beirando os 7%. Mesmo com um recorde negativo referente a inflação, o presidente Jair Bolsonaro afirma que o país pouco vem sofrendo com a economia em tempos de pandemia.

“Um dos países que menos sofreu na economia com a pandemia fomos nós. Aí fora aí, Inglaterra 300% o aumento de gás, 200% em média na Europa, alimentos em falta lá, não é apenas a inflação”, disse Bolsonaro.

Preços nas alturas

Apesar das afirmativas do presidente, é notório que a população vem sentido no bolso os efeitos da pandemia e da inflação. O índice de pobreza e de fome aumentou significativamente no Brasil, tanto que pessoas tem recorrido a ossos de animais para elaborar refeições, pois o preço da carne subiu de maneira significativa. Mas não foi só no setor alimentício que houve aumento, afinal combustíveis e energia também subiram de maneira considerável.

De acordo com o IBGE, dois seguimentos puxaram os números da inflação para cima no mês de setembro. Segundo o instituto, a habitação e o transporte fizeram com que o percentual acabasse tendo a grande alta. Conforme a análise, o reajuste da tarifa de energia elétrica (6,47%) puxou a alta em habitação e aumentos nos preços dos combustíveis (2,43%) teve influência nos transportes.

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Brasil Economia Finanças

Recorde nas retiradas das poupanças

07/10/2021 por Redação

Setembro registrou recorde nas retiradas das poupanças.

O Brasil vem se encaminhando para quase dois anos de pandemia e é claro que o impacto econômico foi sentido por todo mundo. Agora, com a alta da inflação e com a proximidade do fim do auxílio emergencial, a população vem recorrendo a outros meios para controlar sua manutenção básica. Prova disso é que as retiradas das poupanças subiram pela segunda vez consecutiva, atingindo um recorde histórico.

Em setembro, as retiradas das poupanças chegaram a R$ 7,72 bilhões a mais do que foi depositado na caderneta. Este valor alcançou o recorde histórico para o mês, sendo a maior retirada da série, que é contabilizada desde 1995. De acordo com o Banco Central, esta foi a segunda maior retirada de 2021, perdendo apenas para janeiro, quando foram registrados saques de R$ 18,18 bilhões a mais do que foi depositado.

A caderneta de poupança, antes uma boa fonte para valorizar o dinheiro, já não é mais tão vantajosa. Atualmente, o rendimento na poupança equivale a 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), o que pode ser considerado muito baixo. De acordo com o Banco Central, a poupança rendeu apenas 2,02% nos 12 meses terminados em setembro. Enquanto isso, a prévia da inflação para o período alcançou a marca de 10,59%.

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Brasil Economia

Produção industrial em queda

05/10/2021 por Redação

Pelo terceiro mês seguido, produção industrial registra queda.

O avanço da vacinação contra o Covid-19 vem gerando uma certa expectativa sobre a melhora da atividade econômica. No entanto, o mundo ainda vem sentindo os reflexos da pandemia, tanto que a produção industrial registrou a terceira queda seguida. Na passagem de julho para agosto, a produção industrial acabou registrando uma retração de 0,7%.

De acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), alguns fatores colaboram para a queda na produção industrial. A falta de matéria prima e insumos para a produção de bens finais é um dos principais motivos para ter sido registrada mais uma retração no setor.

“O resultado de agosto não difere muito do panorama que a gente já vem apresentando ao longo de 2021. Claro que isso tem os efeitos da pandemia sobre os processos produtivos. Fica bem evidente esse desarranjo das cadeias produtivas, bem exemplificado pelo desabastecimento de matérias-primas, de insumos para a produção de bens finais. Fica também muito bem evidenciado o encarecimento dos custos de produção, isso sob a ótica da oferta”, disse André Macedo, gerente da pesquisa.

Por um lado, se houve queda na produção industrial nos últimos três meses, por outro, 2021 apresenta números positivos, assim como os últimos doze meses. Segundo a pesquisa, o setor acumula ganho de 9,2% no ano e de 7,2% nos últimos 12 meses. Porém, se comparado com o período pré-pandemia e com o recorde histórico, a produção industrial está abaixo 2,9% e 19,1%, respectivamente.

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Internacional

Egito será sede da COP27

04/10/2021 por Redação

Conferência climática da ONU, COP27, será no Egito em 2022.

As condições climáticas do planeta é um tema bastante discutido pelos especialistas do assunto, principalmente por conta do aquecimento global. Anualmente, os estudiosos se reúnem e buscam encontrar maneiras para evitar ou pelo menos diminuir o aquecimento global. A conferência climática das Nações Unidas, a COP27, já tem local para acontecer em 2022. A edição do próximo ano irá acontecer no Egito e retorna ao continente africano após seis anos.

A última edição da COP27 na África havia sido em 2016, quando a conferência foi realizada no Marrocos. O anúncio do Egito como sede da conferência climática das Nações Unidas em 2022 foi feito por John Kerry, enviado especial dos Estados Unidos para o clima no pré-COP26, que se encerrou em Milão no último sábado (02). O país africano havia se candidatado no último mês de julho para sediar o evento com a cúpula climática.

COP26 em Glasgow

No início de novembro, a cidade de Glasgow, na Escócia, irá sediar o COP26 e a principal discussão dos estudiosos será na forma de reduzir o aquecimento global. Assinado em 2015, o Acordo de Paris fala em manter o aumento médio da temperatura do planeta “bem abaixo” dos 2ºC.

 “A pré-COP de Milão foi muito útil porque devemos demonstrar que estamos todos empenhados em respeitar o Acordo de Paris. Ficar ‘bem abaixo’ dos 2ºC não significa limitar [o aquecimento global] a 1,9 ou 1,7ºC, mas pelo menos 1,5ºC. É um objetivo que podemos alcançar”, disse Kerry.

Conforme explicado por John Kerry, as nações precisam se comprometer a limitar o aquecimento global neste século a 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais. Segundo John Kerry, a conferência climática de Glasgow será o ponto de partida para encararem o principal desafio da década ou do século.

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