Elon Musk perde US$ 200 bilhões

Ao perder US$ 200 bilhões, Elon Musk se tornou a primeira pessoa a perder esse valor na história.
Se você perguntar para qualquer pessoa se ela gosta de perder dinheiro certamente ela irá responder que não. Agora, imagina perder US$ 200 bilhões? Pois é, essa foi a quantia que Elon Musk perdeu desde que atingiu o ápice da sua fortuna em 2021 (US$ 340 bilhões), o que lhe tornou a primeira pessoa na história a perder um volume tão grande de dinheiro.
Contudo, engana-se quem pensa que Elon Musk esteja falido, muito pelo contrário, o empresário ocupa a segunda colocação na lista da Forbes de pessoas mais ricas do mundo. Musk está atrás apenas de Bernard Arnault, dono de diversas marcas de luxo, incluindo a famosa grife Louis Vuitton, que possui fortuna estimada em US$ 182,5 bilhões.
Em relação a perda de US$ 200 bilhões por Elon Musk, o valor se deu principalmente por conta das constantes quedas nas ações da Tesla, que desvalorizou 65% ao longo de 2022. Outro ponto que merece destaque é que o bilionário desembolsou US$ 44 bilhões para adquirir a rede social Twitter no ano que passou. Ainda assim, Musk acumula uma fortuna de US$ 146,5 bilhões, US$ 36 bilhões a menos que Bernard Arnault.
Em relação à Elon Musk, além de ser proprietário da Tesla e do Twitter, o bilionário também é proprietário da SpaceX, empresa especializada em tecnologia espacial. Além das principais empresas ligadas ao seu nome, Musk possui diversos investimentos em áreas distintas, o que colabora para a sua fortuna ser gigante mesmo após perder US$ 200 bilhões.
Petrobras anuncia redução no preço do querosene de aviação

Conhecido como QAV, o querosene de aviação terá seu preço reduzido pela Petrobras.
O ano de 2023 começou com uma boa notícia em relação ao preço do querosene de aviação. De acordo com a Petrobras, o QAV passou a ser comercializado a partir do dia 1º de janeiro com uma redução de 11,5% em seu preço para as distribuidoras, sendo que com a última redução o preço do referido combustível acumula uma queda de 22,5% nos últimos seis meses.
Diferentemente do que ocorre com a gasolina, com o diesel e com o gás de cozinha (GLP), o querosene de aviação sofre reajuste mensal e seu valor é definido por meio de fórmulas contratuais negociadas com as distribuidoras. Ainda assim, a Petrobras mantém a premissa que busca o equilíbrio com o mercado internacional e as variações da taxa de câmbio.
“Os preços de venda de QAV da Petrobras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, com reajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio”, diz o comunicado da Petrobras.
De acordo com a Petrobras, seu papel na comercialização do QAV é restrito a repassar o combustível produzido em suas refinarias ou importado para as distribuidoras. Por sua vez, cabe às distribuidoras transportarem e repassarem o querosene de aviação às empresas de aviação, aeroportos e, até mesmo, outros distribuidores de combustíveis.
Criptomoedas perderam valor de mercado em 2022

Perda no valor de mercado das criptomoedas são consequências de 2022 turbulento.
O ano de 2022 ficou para trás, porém, seus reflexos ainda estão presentes no começo de 2023. O mercado de ativos digitais foi um dos que mais sofreu no ano que passou e sua grande inconstância acabou afetando diretamente o preço das criptomoedas, que tiveram perdas significativas em seus valores de mercado.
De acordo com a Santiment, plataforma especializada no comportamento do mercado de criptomoedas, alguns fatores influenciaram para que os ativos digitais perdessem valor de mercado em 2022. Segundo a plataforma, a pandemia, o colapso da FTX, as taxas de juros aumentando no mundo e a guerra da Rússia com a Ucrânia tiveram papeis cruciais na perda de valor.
O Bitcoin, por exemplo, viu seu preço de mercado recuar 65% nos últimos 12 meses, muito abaixo de sua máxima de 2021. Já o Ethereum, que possui o segundo maior valor de mercado, registrou uma perda de 67% em seu valor. Já a criptomoeda Terra(Luna) entrou em colapso em perdeu 99% do seu valor de mercado. Criptomoedas como Solana (-93%), AMP (-93%), Cardano (-80%) e Dogecoin (-55%) também apresentaram queda em seus valores. No geral, o mercado de criptomoedas sofreu uma perda de US$ 2 trilhões somente em 2022.
Já para 2023 muitas discussões ainda estão acontecendo, porém, não existe convicção de como o mercado de ativos digitais irá se portar. O que se sabe é que dificilmente as criptomoedas conseguirão recuperar o valor das perdas de 2022, tanto que buscam ao menos recuperar parte dos prejuízos gerados pelo caos do ano que terminou recentemente.
Santos terá 3 dias de luto por morte de Pelé

Por conta triste morte do rei Pelé, a Prefeitura de Santos decretou luto por 3 dias.
Ontem (quinta-feira 29), o mundo foi impactado negativamente com a morte do maior jogador da história do futebol, o rei Pelé, e por conta disso, a prefeitura de Santos decretou feriado de 3 dias. O ex-jogador morreu por complicações de um câncer de cólon, o qual já tratava há algum tempo.
“REI PELÉ MORRE AOS 82 ANOS. O maior jogador de todos os tempos, nosso Atleta do Século, morreu nesta quinta-feira (29), aos 82 anos, vítima de câncer que começou a ser tratado no ano passado. SANTOS ESTÁ EM LUTO OFICIAL DE TRÊS DIAS”, informou a prefeitura.
O Santos Futebol Clube, onde Pelé é o maior ídolo do clube, fara um velório para o rei na Vila Belmiro. Inclusive, uma estrutura já está sendo montada.
Mineradora de Bitcoin vende seus equipamentos para evitar falência

Em meio à crise no setor de ativos digitais, mineradora de Bitcoin vende seus equipamentos para evitar falência.
Já não é mais novidade que o mercado de ativos digitais vem enfrentando grandes dificuldades. Quem vem sentido o impacto são as mineradoras de criptomoedas, pois viram o preço da energia subir significativamente e o preço dos criptoativos caírem ainda mais. Em meio aos problemas existentes, uma mineradora de Bitcoin precisou vender parte de seus equipamentos para evitar a falência.
De acordo com a mineradora de Bitcoin Argo Blockchain, a empresa precisou vender 23 mil equipamentos de mineração para evitar a falência. O acordo de venda foi feito com a Galaxy Digital e envolve os equipamentos das instalações da Helios, no Condado de Dickens, no Texas. O bilionário Mike Novogratz, dono da Galaxy, desembolsou US$ 65 milhões pelos equipamentos, sendo que esse valor fará com que a Argo Blockchain possa operar com menos pressão.
“Esta transação com a Galaxy é transformadora para a Argo e beneficia a empresa de várias maneiras. Reduz a nossa dívida em US$ 41 milhões e gera um balanço mais forte e uma maior liquidez para ajudar a garantir a continuação das operações através do mercado em baixa em curso”, disse Peter Wall, CEO da Argo Blockchain.
É importante destacar que mesmo com a venda de parte dos equipamentos a Argo Blockchain não está livre dos problemas. A mineradora de Bitcoin também realizou um empréstimo de US$ 35 milhões junto à Galaxy Digital, tendo como prazo inicial de 36 meses. A garantia do empréstimo se deu com 23.619 máquinas de mineração Bitmain S19j que estão na Helios e em seus datacenters no Canadá.
Jared Gross diz que instituições estão se afastando das criptomoedas

De acordo com Jared Gross, estrategista da JPMorgan, as instituições estão se afastando das criptomoedas.
A JPMorgan Asset Management é a ramificação de gestão de recursos de terceiros da JPMorgan Chase, uma das maiores instituições financeiras do mundo. Seu estrategista e diretor-gerente, Jared Gross, afirmou que a maioria dos grandes investidores institucionais estão se afastando das criptomoedas. De acordo com Gross, as instituições estão aliviadas por se manterem longe dos ativos digitais.
Em entrevista à Bloomberg, Jared Gross disse que a volatilidade do preço das criptomoedas é o que mais afasta as instituições. Em sua fala, o diretor-gerente da JPMorgan Asset Management ainda afirmou que o Bitcoin e os demais criptoativos não se tornaram uma alternativa ao ouro e uma proteção contra a inflação, algo que muitos esperavam.
“Como uma classe de ativos, as criptomoedas são efetivamente inexistentes para a maioria dos grandes investidores institucionais. A volatilidade é muito alta e a falta de um retorno intrínseco que você pode apontar torna isso muito desafiador. A maioria dos investidores institucionais provavelmente está respirando aliviada por não ter entrado nesse mercado e provavelmente não o fará tão cedo”, disse Jared Gross.
Em que pese as divergências entre os investidores sobre os ativos digitais, o que se sabe é que em 2022 o mercado sofreu grandes perdas. Inúmeras corretoras acabaram quebrando e o preço das criptomoedas caíram drasticamente, não existindo uma previsão de nova valorização. Quem também tem sofrido com a situação são as corretoras de criptomoedas, pois além da baixa no preço das moedas digitais também houve um grande aumento no custo da energia, tornando mais cara e menos rentável a operação.
Metrô de Belo Horizonte e Parque da Chapada dos Guimarães são privatizados

Em leilão realizado na B3, metrô de Belo Horizonte e Parque da Chapada dos Guimarães passaram à iniciativa privada.
A onda de privatizações ocorrida no Brasil nos últimos anos também atingiu o metrô de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e o Parque da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso. Em leilão realizado na B3, a bolsa de valores do país, a Comporte Participações e a Parques Fundos de Investimento de Participação e Infraestrutura garantiram concessões pelo período de 30 anos.
Em relação ao metrô de Belo Horizonte, a Comporte Participações deu um lance de R$ 25,7 milhões, 33% a mais do que os R$ 19,3 milhões pedidos inicialmente. Com a arrematação, a empresa será obrigada modernizar e ampliar a Linha 1 e a concluir as obras da Linha 2, além de ter que fazer todo o gerenciamento da operação dos serviços de transporte de passageiros do metrô da capital mineira.
Já a Parques Fundos de Investimento de Participação e Infraestrutura pagou R$ 1 milhão para garantir a arrematação no leilão, valor que corresponde a 9% a mais do que o estipulado no edital. A previsão é que sejam investidos R$18,5 milhões no Parque da Chapada dos Guimarães, sendo que a concessionária deverá reformar as trilhas, melhorar os estacionamentos, implantar um sistema de transporte interno no parque e construir estruturas para visitação, dentre outras melhorias.
Guilherme Haddad é o novo diretor-geral da Binance no Brasil

Sobrinho de Fernando Haddad, Guilherme Haddad, foi anunciado como diretor-geral da Binance no Brasil.
O atual cenário político brasileiro vive um período de transição, pois a partir do dia 1ª de janeiro de 2023 Luiz Inácio Lula da Silva reassume a presidência do Brasil. Com isso, o futuro presidente e sua equipe já estão trabalhando na organização dos ministérios e alguns deles já tem nomes conhecidos. Curiosamente, a Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, anunciou Guilherme Haddad Nazar como seu novo diretor-geral de operações no Brasil.
O ponto curioso mencionado é que Nazar é sobrinho de Fernando Haddad, ex-prefeito da cidade de São Paulo e que será o novo ministro da Fazenda do Brasil. É bem verdade que não há informações que comprovem que a indicação de Guilherme para diretor-geral da Binance no Brasil tenha ligação com o cargo de seu tio Fernando no ministério mencionado, porém, é algo que gera questionamentos.
Independentemente do vínculo familiar entre Guilherme e Fernando Haddad, o que se sabe é que o novo diretor-geral da Binance no Brasil tem uma carreira consolidada no ramo empresarial. Guilherme foi vice-presidente e general manager da Loft, empresa de tecnologia para o setor imobiliário, além isso, além disso, também já atuou como chefe de operações do Uber no Brasil. Em setembro deste ano, Guilherme chegou à Binance para atuar como country manager, sendo que agora foi promovido.
Guilherme Haddad Nazar irá assumir o cargo de diretor-geral da Binance no Brasil que estava vago desde julho de 2021. A última pessoa no cargo foi Ricardo Da Ros, que pediu demissão da corretora de criptomoedas sob a alegação de um “desalinhamento de expectativas”.
Brasileiros aderem ao uso de energia solar

O uso de energia solar aumentou muito entre os brasileiros e a economia pode ser de até 90%.
A utilização de energia solar vem crescendo muito no Brasil e atualmente ocupa a 3ª colocação no setor em geração de energia, ficando atrás somente da Eólica e Elétrica. De acordo com informações da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a economia com a utilização dessa energia pode ser de até 90%.
Segundo as informações da Absolar, o Brasil bateu a marca de 19 gigawatts (GW) de potência em energia solar fotovoltaica. Desses 19, 13 vem diretamente das instalações em telhados, fachadas e terrenos de pequeno porte. Os outros 4 GW vem diretamente das usinas de maior porte.
De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), até o início de 2023, a capacidade de instalação pode dobrar. Este é um marco para o setor que cada vez vem crescendo mais no país.
Rodrigo Sauaia, que é o presidente da Absolar, explicou os motivos pelo grande crescimento de instalações de energia solar no Brasil. Segundo ele, um dos principais motivos são os grandes reajustes nas contas de luz e a outra, é as reduções nos valores para instalações das placas.
Segundo dados da Absolar, graças a energia solar, desde 2012 foram garantidos R$ 10 milhões em novos investimentos no país, bem como 640 mil novos empregos. Além disso, os cofres públicos registraram uma arrecadação no valor de quase R$ 40 bilhões.
Como funciona?
Além de não produzir resíduos e poluição, a energia solar é famosa por sua fonte limpa. De acordo com a Absolar, esse tipo de energia já evitou que 28 milhões de toneladas de CO2 (dióxido de carbono) fossem gerados na eletricidade.
Ainda que sejam diversos os benefícios da energia solar, não é algo com custo tão baixo que e que seja bastante acessível. Isso porque, o custo de instalação para residências gira em torno de R$ 25 mil e para empresas, em torno de R$ 200 mil.
No entanto, Rodrigo Sauia acredita que os valores para a instalação das placas irão diminuir. Além disso, o valor pago mensalmente será abaixo do valor que antes era pago da conta de luz e o investimento nas placas é recuperado em pouco tempo.
Nassim Taleb chama investidores de criptomoedas de burro

Considerado um guru do mercado financeiro, Nassim Taleb chamou investidores de criptomoedas de burro.
O escritor líbano-americano Nassim Taleb, considerado um por muitos um guru do mercado financeiro, causou polêmica nesta semana. Declaradamente contra o mercado de ativos digitais, Nassim Taleb chamou os investidores de criptomoedas de burros e idiotas através de suas redes sociais.
“Nem todos os idiotas adotam criptomoedas, mas todas as pessoas que as adotam são idiotas, ou seja, burras de uma maneira especial: há um parafuso faltando em algum lugar (para alguns) de um cérebro que funciona de outra forma. Você pode usar as criptomoedas em um currículo como um marcador de uma futura falência”, disse Taleb.
O escritor, que outrora foi defensor do Bitcoin e das demais criptomoedas, afirmou que via os ativos digitais como algo positivo, porém, com o passar do tempo, viu que tudo relacionado ao tema não passava de uma farsa. Em seu comentário, Nassim Taleb ainda diz que não foi cegado por uma esperança na nova tecnologia.
“Sim, eu tinha esperança nas criptomoedas, mas não era o que eu esperava e, conforme me aprofundei na blockchain, vi que era uma farsa para os bitolados da tecnologia. Eu nunca fui cegado pela esperança”, concluiu o escritor.
É importante lembrar que no início do mês Nassim Taleb se envolveu em outra polêmica. Em meio ao caos e ao colapso da FTX, o líbano-americano sugeriu Sam Bankman-Fried, então CEO da corretora, fosse preso e responsabilizado pelos atos ilegais cometidos e pelos prejuízos causados aos investidores.