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Auxílio emergencial Brasil

Caixa divulga data para a liberação e saque emergencial do FGTS

15/06/2020 por Redação

Medida visa auxiliar o trabalhador em meio à pandemia

A segunda-feira (15) começou com uma boa notícia para o trabalhador brasileiro. A Caixa econômica Federal liberou a consulta do valor e da data do saque emergencial do FGTS. Cada trabalhador terá o direito de sacar até R$ 1045, seja de conta ativa ou inativa. A medida visa reduzir o impacto financeiro que a população vem sofrendo por conta da pandemia do coronavírus.

O trabalhador poderá consultar o valor do saque emergencial e qual a data em que será creditado através de vários meios. As informações poderão serem buscadas através do site da Caixa, por telefone através do Disque 111, pelo App do FGTS e pelo Internet Banking da Caixa. O acesso às informações começará na próxima sexta-feira (19).

Assim como o auxílio-emergencial concedido pelo governo, a liberação emergencial do FGTS também será feita através da poupança digital da Caixa. As datas para depósitos ou saques seguirá um calendário conforme a data de nascimento. Ao todo, quase 61 milhões de trabalhadores terão acesso ao FGTS. De acordo com a Caixa Econômica Federal, R$ 37,8 bilhões devem ser liberados.

Confira abaixo o calendário de deposito e pagamento do FGTS divulgado pela Caixa:

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Agronegócio Economia

Agronegócio bate recorde mesmo em meio à pandemia

12/06/2020 por Redação

Setor registrou US$ 10,9 bilhões em exportações apenas em maio

Falar da pandemia do Covid-19 e das crises que por ela foram geradas está cada vez mais corriqueiro. No entanto, alguns setores ainda se mantém fortes mesmo diante de um problema que afeta o mundo inteiro. O agronegócio é um deles e parece que a crise ainda não chegou neste ramo. Ao menos é isso que mostra os dados divulgados pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura.

De acordo com os números informados, somente no último mês de maio foram comercializados US$10,9 bilhões em exportações referentes ao agronegócio brasileiro. Isso significa um aumento de 17% em relação ao mesmo período de 2019, sendo o recorde histórico para o mês citado. Num geral, isso corresponde em 60% de tudo que o país exportou em maio.

A soja foi a principal responsável por esses números, correspondendo à US$ 5,2 bilhões das exportações do agronegócio. Itens como carne bovina, açúcar e café verde também tiveram papel importante para o recorde do mês ter sido alcançado. Por outro lado, as importações referentes ao agronegócio recuaram 29% em maio deste ano. Mas não é só isso, as exportações dos demais produtos brasileiros caíram 38% em maio deste ano se comparado ao mesmo período do ano passado.

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Mercado de Trabalho

Mesmo com lucro bilionário, Santander demite funcionários

11/06/2020 por Redação

Banco espanhol também havia assinado um acordo para não demitir ninguém durante a pandemia

A crise econômica gerada pelo coronavírus vem afetando o mundo e no Brasil isso não é diferente. No entanto, alguns setores ainda seguem faturando alto e as instituições financeiras são a prova disso. É bem verdade que algumas quedas de arrecadação podem ter acontecido, mas os lucros seguem existindo. O Santander é um bom exemplo disso.

O banco espanhol faturou 3,8 bilhões de reais somente no primeiro trimestre de 2020. Mesmo assim, isso não foi o suficiente para que demissões fossem evitadas. De acordo com o Sindicato dos Bancários, ao menos 30 funcionários foram demitidos pelo país em meio à pandemia. Os números ainda tendem a aumentar, pois o levantamento dos dados segue sendo realizado.

Outro ponto surpreendente referente a esta ação foi que o banco, assim como outras instituições financeiras, havia assinado um acordo para não demitir funcionários e meio à pandemia. Em contrapartida, alega que a validade deste acordo seria até maio e que em junho passou a reavaliar o nível de produtividade das equipes.

Para Rita Berlofa, diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo e funcionária do Santander, as alegações não são convincentes. Segundo ela, a postura do banco não está sendo uniforme com as outras unidades dos 150 países onde atua. Para piorar, o Sindicato ainda afirma que o banco tem forçado o retorno ao trabalho presencial durante a pandemia.

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Melhores Investimentos Saúde

Auxílio emergencial será estendido por mais dois meses

10/06/2020 por Redação

Entretanto, valor das futuras parcelas segue indefinido

Em meio à crise gerada pela pandemia do Covid-19 e a alta no número de desemprego, o governo precisou agir para tentar amenizar os problemas. Uma das medidas que mais beneficiaram a população foi o auxílio emergencial. Este benefício tem o valor de R$ 600 (ou R$ 1200 para mães chefes de família que tenha filhos menores de idade) e é válido por três meses.

Contudo, os casos de contaminação e morte por conta do coronavírus seguem aumentando no Brasil. Diante desta situação, o Ministro Paulo Guedes confirmou a prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses. No entanto, ainda não se sabe se o valor de R$ 600 será mantido, pois há uma discussão sobre o assunto e a tendência é que seja reduzido para R$ 300.

Por outro lado, os parlamentares não ficaram satisfeitos com esta possível redução nos valores, o que levou o presidente Jair Bolsonaro se pronunciar.

“A ideia da equipe econômica, e minha também, é de duas parcelas de R$ 300. Tem parlamentar que quer R$ 600. Se tirar dos salários dos parlamentares, tudo bem, por mim eu pago até R$ 1.000”. O presidente ainda completou: “Não podemos deixar esse pessoal sem emprego e sem auxílio. Agora, auxílio tem limite. Não tem possibilidade de a nossa dívida continuar crescendo dessa maneira”.

Até o momento, duas parcelas do auxílio emergencial foram pagas aos beneficiários. Já o pagamento da terceira parcela, começará no próximo dia 17 de junho para os beneficiários do Bolsa-Família. A ordem será de acordo com o final de cada NIS (Número de Identificação Social). Já as datas dos demais beneficiários ainda não foram divulgadas, porém a expectativa é que isso se torne público até a próxima quinta-feira (11).

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Brasil Mercado

Bancos não abrirão no feriado de Corpus Christi

09/06/2020 por Redação

A Febraban foi quem emitiu o comunicado

Em meio a uma pandemia pode até parecer estranho se falar em feriado, mas nesse aspecto o calendário não pode mudar. Diante desta situação, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) comunicou que os bancos não irão abrir na próxima quinta-feira (11) por conta do feriado de Corpus Christi. Isso também afeta as agências de municípios que anteciparam o feriado em virtude do coronavírus.

Em nota, a Febraban disse que “essa situação será observada em todos os municípios brasileiros, inclusive naqueles que eventualmente implementaram alguma forma de antecipação desse feriado em virtude do combate à pandemia”. Sendo assim, não haverá atividade bancária em nenhuma cidade do país.

Com as agências fechadas, os sistemas de transferência de reservas (STR), sistema especial de liquidação e de Custódia (Selic) e taxas de câmbio ficarão sem atividades. Vale lembrar que a não abertura dos bancos não acarretará em nenhum ônus à população. Os vencimentos (boletos, dentre outros) que aconteceriam no dia 11, quinta-feira, terão os prazos prorrogados para sexta-feira (12). Já os caixas eletrônicos, aplicativos de celular e movimentações pela internet, seguirão funcionando conforme situações anteriores.

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Brasil Negócios

Aviação brasileira é atingida com força pelo coronavírus

08/06/2020 por Redação

Setor encolheu cerca de 90% durante o estado de pandemia

A pandemia de Covid-19 está afetando o mundo e as consequências disso são os diversos problemas enfrentados nos mais variados setores da economia. Isso já não é uma novidade, mas com o passar dos dias os números vão ficando mais evidentes. No Brasil, um dos setores que mais está sofrendo com o coronavírus é o da aviação.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o mercado aéreo brasileiro sofreu uma retração de 90% em relação ao número de voos. Segundo a agência, a pandemia do coronavírus fez com que os brasileiros desistissem de andar de avião e, consequentemente, a demanda pelos voos acabou por diminuir.

Por outro lado, os principais aeroportos do país seguem operando, apesar do baixo fluxo de passageiros. É evidente que há uma maior rigidez para evitar a transmissão do vírus. As limpezas foram reforçadas, há mais dispensadores de álcool gel, as manutenções nos sistemas de climatização são feitas com mais frequência, há a medição da temperatura das pessoas, dentre outras ações.

Antes de existir a pandemia de Covid-19, a média semanal de voos no Brasil era de 15 mil. Após a existência do coronavírus acabou baixando para cerca de 1200 voos semanais. Isso já vem gerando forte impacto no setor, principalmente na América do Sul, onde empresas aéreas já solicitaram recuperação judicial. Segundo informações colhidas com especialistas, a normalidade no setor de aeroportos e empresas aéreas deverá voltar ao normal somente em dois anos.

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Economia

Ibovespa alcança maior índice dos últimos três meses

05/06/2020 por Redação

Bolsa brasileira subiu quase 1% e fechou em alta ontem (04)

A situação econômica no mundo está sendo seriamente afetada pela pandemia do Covid-19. As incertezas políticas também vêm afetando o mercado e muitas dúvidas surgem em relação a este assunto. No entanto, a bolsa de valores brasileira (B3), tem o que comemorar. O índice Ibovespa fechou em alta de 0,89% ontem (04), terminando o dia com 93.829 pontos, maior marca dos últimos três meses.

Os movimentos no mercado financeiro oscilaram bastante, tanto que o índice teve várias variações durante o período da manhã. Entretanto, operou em alta na parte da tarde, tendo alcançando o maior valor desde seis de março, quando no fechamento do mercado atingiu 97.996 pontos.

Dólar

O real vinha numa forte desvalorização se comparado ao dólar. Uma unidade de dólar chegou quase alcançar a marca de seis reais, recorde histórico. A crise política enfrentada no Brasil e a pandemia do coronavírus foram grandes influenciadores nesta situação. Contudo, mudanças vem acontecendo nos últimos dias e o preço do dólar vem caindo.

Na manhã desta sexta-feira (05), o dólar operou em baixa, chegando a alcançar a marca de R$ 4,9761. Está foi a primeira vez que a moeda americana foi negociada abaixo dos R$ 5 desde março. A expectativa é que o dólar feche em baixa pela terceira semana seguida, ainda mais com o otimismo no cenário externo. No entanto, ontem (04), a moeda americana fechou em leve alta, encerrando o dia em R$ 5,1297.

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Economia Saúde

Mais de 100 milhões de brasileiros solicitaram o auxílio-emergencial

04/06/2020 por Redação

No entanto, pouco mais da metade desse número tiveram o benefício aprovado

A pandemia do Covid-19 pegou o mundo de surpresa e ainda vem fazendo muito estrago. O número de infectados é extremamente alto, mortes vem ocorrendo em massa e a economia vem sofrendo bastante com esta situação. Em relação ao trabalhador, o governo criou um programa para auxiliá-los financeiramente nesse período de dificuldades.

O auxílio-emergencial veio num momento certo e apesar de ter explicações objetivas, muitos tentaram se aproveitar. Até o momento, 107 milhões de brasileiros solicitaram o benefício, porém apenas 59 milhões foram autorizados a receber os R$ 600 (ou R$ 1200 dependendo do caso). É importante destacar que muitos pedidos ainda estão em análise, fazendo com que o número de beneficiários possa subir.

Ao tratarmos de valores, a Caixa Econômica Federal já desembolsou R$ 76,6 bilhões se somadas as duas parcelas do benefício. Se tratarmos apenas da segunda, que terminou de ser paga no último dia 29, R$ 35,5 bilhões foram divididos para quase 20 milhões de beneficiários. Ainda não há previsão para o pagamento da terceira parcela do auxílio-emergencial.

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Economia Mercado Negócios

Pandemia afetou 80% da produção do setor industrial no Rio de Janeiro

03/06/2020 por Redação

Presidente da Firjan defende a retomada das atividades

Não é mais novidade que o mundo vem sofrendo com as consequências causadas pelo coronavírus. Os mais variados setores estão sendo atingidos e no Rio de Janeiro isso não ia ser diferente. De acordo com a Firjan (Federação das Indústrias do Estado), quase 80% da produção do setor industrial carioca foi afetado. Além disso, 40% das empresas acabaram por paralisar de forma completa.

Para Eugênio Gouvêa, presidente da Firjan, a retomada das atividades deve acontecer o mais breve possível. Ele ainda destacou que indústrias estão se preparando para a reabertura de forma planejada, seguindo as normas das Organizações Internacional do Trabalho e Mundial da Saúde. Dentre as ações que estão sendo preparadas por medida de segurança, está a realização de testes em todos os funcionários do setor.

O presidente da Firjan também falou sobre as relações de trabalho. Para ele, mudanças irão acabar acontecendo mesmo após o término da pandemia do Covid-19. Gouvêa acredita que as atividades que puderem ser realizadas de casa, continuarão sendo feitas através da modalidade home office. Essa e outras adequações deverão ser implementadas pelas empresas nos próximos meses.

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Economia Finanças

Concessão de crédito alcança quase R$ 1 trilhão em menos de três meses

01/06/2020 por Redação

Dados divulgados pela Febraban correspondem a um período entre março e maio

A crise econômica vem afetando tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas. Isso é um reflexo da pandemia do Covid-19 que, ao menos no Brasil, parece estar longe de acabar. Desta forma, algumas medidas precisam ser tomadas para tentar minimizar os efeitos da crise. Isso faz com que as negociações em relação à concessão de crédito acabem sendo movimentadas.

De acordo com dados divulgados pela Febranban (Federação Brasileira de Bancos), entre 1º de março a 22 de maio de 2020 as concessões de crédito alcançaram a marca de R$ 914,2 bilhões, ou seja, quase R$ 1 trilhão. Esses números são relativos às contratações, renovações e suspensão de parcelas.

Conforme informações divulgadas pela federação, 9,7 milhões de contratos em dia foram negociados por instituições financeiras dentro do período mencionado, o que corresponde a um saldo devedor de R$ 550,1 bilhões. Já a soma das parcelas suspensas que foram repactuadas alcança a marca de R$ 61,5 bilhões.

Um ponto positivo a ser destacado é que consumidores e empresas passaram a ter um período de carência para efetuar o adimplemento de suas obrigações. Segundo a Febraban, o prazo varia entre 60 e 180 dias. Ainda conforme a federação, a maioria dos beneficiados com esta prorrogação são pequenos empresários e pessoas físicas, que totalizam R$ 33,1 bilhões em créditos.

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