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Autor: Redação

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Economia Mercado Viagens

Gol tem queda na demanda de voos de quase 90% em junho

06/07/2020 por Redação

Os números foram medidos pela razão passageiros-quilômetro transportados (RPK)

A crise econômica gerada pela pandemia do coronavírus vem afetando os mais variadores setores. Um dos que mais sofreram com este impacto foi o ramo aéreo, de transporte de passageiros. A demanda por voos foi tão baixa que algumas companhias aéreas precisaram recorrer à recuperação judicial para evitar fechar as portas.

A brasileira Gol, por exemplo, teve uma queda de 88% na demanda total de seus voos se comparado ao mesmo período de 2019. O cálculo é realizado através da razão passageiros-quilômetro transportados (RPK). Já em relação à oferta de assentos, medida na razão assentos-quilômetro oferecidos (Ask), a retração foi de 87,4% se comparado ao último ano.

Por outro lado, se comparado com o mês de maio, a procura e a oferta por voos sofreram uma alta significativa. Prova disso foi que, em junho, a companhia aérea ofertou em torno de 100 voos diários devido a demanda gerada em aeroportos de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Santa Catarina e Paraná. É importante destacar que estes são dados referentes à aviação comercial doméstica, pois a Gol suspendeu os voos regulares internacionais no mês de junho.

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Brasil Saúde Segurança

Aglomerações marcam reabertura de bares no Rio de Janeiro

03/07/2020 por Redação

Academias e restaurantes também tiveram autorização para a reabertura

Na última quinta-feira (02), academias, bares e restaurantes tiveram a autorização para voltarem a funcionar no Rio de Janeiro. O funcionamento destes estabelecimentos deve seguir algumas normas impostas pela prefeitura como atender apenas 30% de sua capacidade, ter distanciamento mínimo de 2 metros entre os clientes, ofertar álcool em gel e pias com sabão para a lavagem das mãos, dentre outras.

Academias e restaurantes até passaram despercebidos no primeiro dia, porém os bares chamaram a atenção. No Leblon, bairro nobre na zona sul carioca, o que mais chamou a atenção foi a aglomeração de pessoas. Em imagens e vídeos que circulam pelas redes sociais, pode-se ver bares lotados e consumidores muito próximos uns dos outros, não respeitando as normas exigidas pela prefeitura.

“Eu consigo ver da minha janela a movimentação. É um verdadeiro absurdo. Todo mundo junto como se a pandemia tivesse acabado, como se todos estivessem seguros para levar uma vida normal. Acho que fracassamos como sociedade”¸ disse uma moradora do bairro ao portal Uol.

De acordo com a Guarda Municipal, vários estabelecimentos foram fechados por conta das aglomerações nas calçadas e ruas. Porém, acabaram frisando que, dentro do espaço físico, as normas de distanciamento estavam sendo seguidas corretamente. A Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro não quis comentar o caso.

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Brasil Economia

Confiança empresarial subiu no mês de junho

02/07/2020 por Redação

Segundo a FGV, houve um crescimento de 14,9 pontos em relação a maio

O país vem vivendo um momento bastante conturbado por conta da pandemia do coronavírus. Com isso, as incertezas na economia fazem com que as análises sejam mais importantes, pois os dados das pesquisas acabam mostrando como as coisas estão andando. Em relação à confiança empresarial, houve uma melhora se comparado com o mês de maio.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança Empresarial subiu 14,9 pontos se comparado ao mês passado. O indicador, que está numa escala de 0 a 200, alcançou a marca de 80,4 pontos. O índice subiu pela segunda vez consecutiva, já que em maio avançou 9,8 pontos.

Aloisio Campelo Júnior, Superintendente de Estatísticas da FGV, falou sobre o assunto:

“Apesar dos níveis elevados de incerteza, começa a ganhar força no meio empresarial a percepção de que o pior momento pode já ter passado. Com isso, as expectativas tornaram-se menos pessimistas, formando um cenário compatível com o de uma lenta retomada do nível de atividade econômica”.

Ao todo, 3.777 empresas dos setores de comércio, indústria, serviços e construção foram ouvidas. A pesquisa foi realizada entre os dias 1 e 25 de junho, sendo que o comércio foi o que mostrou maior alta de confiança, alcançando 17 pontos.

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Brasil Economia

Inflação teve alta em junho

01/07/2020 por Redação

Dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas

O mês de junho fechou com alta na inflação. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou o mês de junho com inflação de 0,36%. A taxa ficou maior se comparada com o mês de maio, quando houve deflação de 0,54%. A pesquisa foi realizada nas principais capitais do sul, sudeste, centro-oeste e nordeste do país.

O setor que mais colaborou para a inflação do último mês foi o do transporte. Como exemplo, podemos citar a gasolina, que subiu 3,28% em junho. Contudo, não foi só este setor que apresentou aumento. A alta dos preços também afetou os setores de alimentação (0,57%), vestuário (0,08%), saúde e cuidados pessoais (0,18%), despesas diversas (0,19%) e comunicação (0,88%).

Já a inflação de saída das fábricas, que é medida pelo Índice de Preços ao Produtor (IPP), registrou a alta de 1,22% no mês de maio. Contudo, o valor é menor que no mesmo período do ano passado. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação do IPP em 2020 é de 3,37% e nos últimos doze meses alcança a marca de 4,60%.

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Auxílio emergencial Economia

Liberado calendário de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial

26/06/2020 por Redação

Presidente também confirma prorrogação do auxílio, mas valores são incertos

Foi com bastante atraso, mas enfim o governo federal divulgou o calendário de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial. Os depósitos na poupança social digital da Caixa serão realizados entre 27 de junho e 4 de julho. Este prazo também é válido para o pagamento do segundo lote da segunda parcela e para o quarto lote da primeira parcela (novos aprovados).

Inicialmente, os depósitos servirão apenas para pagamento de contas, boletos e compras por meio do cartão de débito digital. Já a transferência ou saque ficará para datas posteriores. Sobre isso, alguns beneficiários ficaram insatisfeitos com os prazos. Dependendo do mês de nascimento, o cidadão que for receber o benefício poderá ficar mais de dois meses sem ter acesso ao dinheiro em espécie ou fazer a transferência para outra conta.

Por outro lado, o presidente Jair Bolsonaro deu uma boa notícia em meio à crise. Segundo ele, está confirmada a prorrogação do auxílio emergencial, contudo, não há a confirmação dos valores. Bolsonaro deu a declaração em sua live semanal.

“Os números não estão definidos ainda, mas a gente vai prorrogar por mais dois meses, tá certo? O auxilio emergencial vai partir para uma adequação. Serão, com toda certeza, R$ 1,2 mil reais, em três parcelas. Basicamente, deve ser desta maneira. Deve ser, estamos estudando, deve ser R$ 500, R$ 400 e R$ 300 em dois meses”. disse o presidente.

Confira abaixo o calendário de pagamento da terceira parcela e dos novos lotes da primeira e segunda parcelas do auxílio emergencial:

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Brasil Economia

Conta de luz tende a ficar mais cara pelos próximos cinco anos

25/06/2020 por Redação

Consumidores irão arcar com empréstimos das concessionárias de energia

A queda de arrecadação gerada pela pandemia do novo coronavírus vem preocupando bastante. Na maioria dos setores, as perdas são evidentes e algumas medidas foram tomadas para tentar minimizar os efeitos da crise. No ramo de energia elétrica isso não é diferente, mas se por um lado haverá uma luz para as empresas, quem sofrerá com as consequências é o consumidor.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou a permissão para a contratação de empréstimos por parte das empresas do setor. Chamada de Conta Covid, a tomada de dinheiro servirá para cobrir a perda de receita que vem sendo causada pela pandemia do Covid-19. Segundo a agência, o prazo para pagamento dos empréstimos será de cinco anos e os valores serão diluídos nas contas de energia dos consumidores.

De acordo com a agência, a perda média na arrecadação de receitas das concessionárias de energia já passou dos 6%. Por conta desta situação, haverá a liberação de mais de R$ 16 bilhões em empréstimos por parte do BNDES. Apesar da conta ter que ser paga pelo consumidor, a Aneel afirma que os empréstimos são benéficos. Caso não houvesse a liberação dos valores, as concessionárias iriam aumentar as tarifas para recuperar as perdas em no máximo doze meses.

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Entretenimento Segurança Tecnologia

Pagamentos via WhatsApp são suspensos no Brasil

24/06/2020 por Redação

Banco Central e Cade irão analisar os riscos deste meio de operação

Recentemente, o Facebook anunciou que iria adicionar uma nova funcionalidade ao WhatsApp. Para facilitar a vida de seus usuários, haveria a opção de realizar pagamentos através do aplicativo. Tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas iriam se beneficiar da inovação. Contudo, a proposta desenvolvida pela empresa de Mark Zuckerberg durou pouco.

O Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) anunciaram a suspensão das transferências e pagamentos realizados através do aplicativo WhatsApp. As entidades já informaram as bandeiras Visa e Mastercard, que eram parceiras e viabilizariam as operações, para cessarem os serviços imediatamente. O BC visa analisar quais os riscos dessas operações e se haveria um funcionamento adequado ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Já o Cade, acredita que isso possa gerar riscos à concorrência.

“A motivação do BC para a decisão é preservar um adequado ambiente competitivo, que assegure o funcionamento de um sistema de pagamentos interoperável, rápido, seguro, transparente, aberto e barato. O eventual início ou continuidade das operações sem a prévia análise do regulador poderia gerar danos irreparáveis ao SPB notadamente no que se refere à competição, eficiência e privacidade de dados”. afirmou o BC em nota.

Entre as parceiras do WhatsApp na realização dessas operações, estavam o Banco do Brasil, Sicredi e Nubank, além da Cielo, operadora de máquina de cartões. Foi baseada principalmente nesta última empresa que o Cade resolveu barrar, ao menos momentaneamente, as operações digitais da empresa americana.

“Tal base seria de difícil criação ou replicação por concorrentes da Cielo, sobretudo se o acordo em apuração envolver exclusividade entre elas. De qualquer modo, fica evidente que a base de usuários do WhatsApp propicia um potencial muito grande de transações que a Cielo poderia explorar isoladamente, a depender da forma como a operação foi desenhado”, afirmou o conselho.

De acordo com o WhatsApp, as pessoas físicas poderiam realizar transferências e fazer compras através do aplicativo sem ter custos. Cada transação estava limitada a R$ 1 mil, com limite de 20 transações por dia e de R$ 5 mil por mês. Em relação às pequenas empresas, estas deveriam utilizar o aplicativo WhatsApp Business (versão comercial) para receberem pagamentos de clientes com taxa fixa de 3,99%, semelhante ao sistema usado nos cartões de crédito.

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Brasil Mercado

Transportadoras sofrem com quedas durante a pandemia do Covid-19

22/06/2020 por Redação

Segundo a CNT, mais de 80% das empresas do ramo estão enfrentando este problema

O setor de transporte é um dos que mais está sendo afetado pela pandemia do Covid-19. Tanto o transporte de passageiros como o transporte de cargas estão enfrentando grandes quedas nos últimos tempos. A baixa na procura pelos serviços acaba preocupando as empresas e isso acaba influenciando diretamente na sua capacidade operacional.

De acordo com a pesquisa realizada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), 80,6% das empresas de transporte tiveram queda em sua demanda nos últimos três meses. Foram ouvidas mais de 600 empresas de transporte de cargas e passageiros entre os dias 5 e 10 de junho, sendo que a situação pode ficar ainda pior com o passar dos dias.

Diante de todo o caos que foi gerado pela pandemia, 64% dos entrevistados afirmaram que já estão enfrentando problemas financeiros. Segundo eles, financiamentos, folha de pagamento dos empregados, tributos e fornecedores são as principais despesas que estão sendo afetadas. Para piorar, 44,8% das empresas que tentaram buscar crédito com as instituições financeiras tiveram seus pedidos negados.

Ainda de acordo com a Confederação Nacional dos Transportes, quase 40% das empresas de transporte já demitiram funcionários, sendo que a tendência é o aumento das demissões nos próximos 30 dias. Isto é dito, pois 30% das empresas informaram que conseguirão operar por apenas mais um mês sem auxílio financeiro.

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Brasil Economia Finanças

Endividamento e inadimplência sofrem aumentos em junho

18/06/2020 por Redação

Efeitos da pandemia vem atingindo as famílias brasileiras

Os efeitos da pandemia vêm afetando cada vez mais o brasileiro. Prova disso, é que o percentual de famílias brasileiras endividadas e inadimplentes sofreu um aumento em junho. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de endividados alcançou a marca de 67,1% neste mês, sendo o maior patamar desde 2010, quando a série foi iniciada. Já em relação aos inadimplentes, também houve um acréscimo nos números. A porcentagem atingiu a marca de 25,4% em junho, quase 2% a mais do que no mesmo período do ano passado.

O presidente da CNC, José Roberto Trados, falou sobre o assunto:

“Apesar do contexto negativo em relação ao mercado de trabalho e à renda, a inflação controlada e a queda da taxa Selic são fatores que podem favorecer o poder de compra dos consumidores. Além disso, as transferências emergenciais do coronavoucher também impactam positivamente a renda e o consumo, especialmente dos itens considerados essenciais” – disse.

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, os mais afetados foram as famílias de baixa renda. Entre eles, o percentual de endividados cresceu de 67,4% em maio para 68,2% em junho. Em contrapartida, nas famílias que recebem mais de dez salários mínimos, houve queda nos números. Em maio a porcentagem apresentava 61,3% de endividados, já em junho baixou para 60,7%.

*Endividados – Com dívidas, em atraso ou não.

*Inadimplentes – Com dívidas ou contas em atraso.

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Economia Finanças Mercado

Consumidores poderão pagar dívidas de até R$1000 por apenas R$100

16/06/2020 por Redação

A ação promovida pela Serasa visa à regularização dos débitos dos consumidores

Desde a última segunda-feira (15), a Serasa iniciou um programa de regularização de débitos dos consumidores. Dívidas que variam de R$200 até R$1000 poderão serem quitadas plenamente pelo valor de R$100. Esta é uma grande oportunidade para diminuir o inadimplemento, entretanto, há restrições para que esses pagamentos sejam realizados.

De acordo com a Serasa, somente dívidas que estão com a empresa “Ativos” poderão serem pagas. A Ativos e a Serasa Limpa Nomes são parceiras e trabalham juntas na regularização dos débitos. Para saber se a sua dívida está entre as que podem serem regularizadas, você deve acessar o site do “Serasa Limpa Nome”. Além disso, também poderá buscar as informações através do aplicativo Serasa para celulares.

Apesar de não especificar quais lojas ou setores serão englobados por este acordo, a Serasa afirmou que mais de 1,5 milhões de consumidores serão beneficiados. Em relação à validade das dívidas, não consta nada sobre prazos. Porém, se ela estiver ativa junto à Ativos, poderá ser regularizada. Segundo o diretor da Serasa Limpa Nomes, esta medida visa auxiliar as pessoas que estão endividadas e sofrendo com o desemprego ou com a redução de renda.

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