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Autor: Redação

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Eletrobrás registra lucro bilionário no segundo trimestre

13/08/2020 por Redação

Eletrobrás registra lucro bilionário no segundo trimestre e queda de despesas teve papel importante para isso acontecer

O país vem sofrendo com a crise econômica causada pela pandemia do coronavírus e isso não é mais novidade. No entanto, uma empresa vem conseguindo superar este momento com bastante facilidade. Mesmo em meio à crise, Eletrobrás registralucro bilionário no segundo trimestre e hoje comemora os resultados. De acordo com a estatal, o faturamento líquido no trimestre foi de R$ 4,6 bilhões. Já o lucro Ebitda, que é quando não são considerados juros, impostos, depreciação e amortização, alcançou os R$ 7,8 bilhões.

A queda de despesas teve papel importante para que esses números fossem atingidos. Conforme Wilson Ferreira Junior, presidente da estatal, a redução de despesas com Pessoal, Material, Serviços e Outros (PMSO) chegou a 26%.

“Um dos destaques do trimestre, bastante significativo para a Eletrobras, foi a redução de R$ 592 milhões em PMSO. O resultado, que consideramos uma conquista, é fruto de medidas permanentes de disciplina financeira adotadas nos últimos anos e que passaram a fazer parte do DNA da empresa”, afirmou o presidente da Eletrobrás.

Por outro lado, não foi só o “PMSO” que fez com que a Eletrobrás registrasse lucro bilionário no segundo trimestre. Os planos de demissão consensual e o projeto Orçamento Base Zero ajudaram bastante para que isso fosse alcançado. Para se ter ideia, este último (Orçamento Base Zero), sozinho, representou R$ 97 milhões de economia para a estatal brasileira.

Hoje, a Eletrobrás é responsável pela geração de por 30% da energia elétrica do país. Porém, entre abril e junho, período mais forte da pandemia, forneceu energia para 40% do país.

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Brasil Economia Política

Paulo Guedes é contra o furo no teto de gastos do governo

12/08/2020 por Redação

Mesmo que seja para garantir investimentos públicos no país, Paulo Guedes é contra o furo no teto de gastos do governo

O país vem vivendo um momento conturbado por conta da pandemia do coronavírus e não se tem uma perspectiva de melhora. Contudo, o governo federal precisa fazer investimentos, mas não terá o apoio do Ministério da Economia. O ministro Paulo Guedes é contra o furo no teto de gastos do governo. Este teto significa um limite estabelecido para que não haja o aumento de despesas no orçamento a ser elaborado para o ano seguinte.

O ministro da economia foi direto ao dizer que “não haverá nenhum apoio do Ministério da Economia a fura-tetos. Se tiver ministro fura-teto, eu vou brigar com ministro fura-teto”. Guedes ainda comentou que, por conta da pandemia do coronavírus, o Brasil teve que gastar mais dinheiro do que o previsto com a saúde. As declarações do ministro foram dadas em um encontro com o deputado Rodrigo Maia, que também defendeu esta linha de pensamento.

“Nossa decisão de estar aqui falando em conjunto é para mostrar para a sociedade brasileira, para o governo brasileiro, para o Legislativo brasileiro que nós queremos encontrar caminhos para melhorar a qualidade do gasto público, mas não será furando o teto de gastos. Não há jeitinho para resolver os problemas de gasto público no Brasil. Só tem um jeito, é reformar o Estado brasileiro”, afirmou o presidente da Câmara dos Deputados.

DEMISSÕES NO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

Que Paulo Guedes é contra o furo no teto de gastos do governo já está claro, além disso, tem apoio do presidente da Câmara dos Deputados. Por outro lado, o ministério que comanda vem sofrendo com baixas nos últimos meses. As duas novas perdas do Ministério da Economia foram Salim Matar e Paulo Uebel.

O primeiro era o atual secretário especial de Desestatização e deixou o cargo, segundo Paulo Guedes, por conta da dificuldade nas privatizações. O segundo era secretário de Desburocratização, Gestão e Governo Digital e, de acordo com o ministro, deixou o cargo por conta da demora na reforma administrativa.

“Houve uma debandada. O que ele – Matar – me disse é que é muito difícil privatizar, que o establishment não deixa haver a privatização, que é muito difícil, muito emperrado, que tem que ter apoio mais definido, mas decisivo. O secretário Uebel, a mesma coisa. A reforma administrativa está parada, então ele reclama também que a reforma administrativa parou”.

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Brasil Mercado Negócios

JetSMART pretende atuar no Brasil

11/08/2020 por Redação

Considerada empresa aérea de baixo custo, JetSMART pretende atuar no Brasil

A crise econômica causada pelo coronavírus vem assolando o mundo e os mais variados setores estão preocupados com a retomada da economia. Tanto no Brasil como no mundo, a aviação está sofrendo com a baixa demanda de voos, o que fez inclusive empresas aéreas entrarem com pedidos de recuperação judicial. No entanto, mesmo em meio a esses problemas, a JetSMART pretende atuar no Brasil.

A empresa chilena de baixo custo, mesmo em meio à crise, mantém suas expectativas fortes de abrir uma filial no Brasil. Contudo, mantém os pés no chão e espera que haja uma melhora no mercado aéreo brasileiro para que haja um investimento no país. Quem afirma isso é Estuardo Ortiz, CEO da empresa aérea.

“Porém, tudo depende de como a pandemia irá avançar e afetar a indústria”, disse Estuardo.

Aos poucos, a companhia aérea chilena vem em expansão e, por isso, a JetSMART pretende atuar no Brasil. Além da filial brasileira, a empresa de baixo custo também pretende operar na Colômbia. Recentemente, abriu uma filial no Peru com a intenção de operar voos regionais a partir de 2021. Já na Argentina, onde possui quatro aeronaves, adquiriu a operação da Norwegian Air Argentina.

Em relação ao Brasil, a JetSMART solicitou rotas ligando Santiago, capital do Chile, à Foz do Iguaçu, Salvador e São Paulo. Estas solicitações já foram aceitas e constam no Registro de Serviços Autorizados da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e a tendência é que as operações comecem em outubro. A companhia aérea chilena, a princípio, irá operar com aeronaves Airbus A320 que comportam 186 passageiros.

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Brasil Economia

Banco Central anuncia nova redução Selic

06/08/2020 por Redação

Banco Central anuncia nova redução na Selic e alcança menor índice da história

Por conta da grave crise econômica que o país vem vivendo, Banco Central anuncia nova redução na Selic (taxa básica de juros). Assim, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central reduziu a taxa de juros em 0,25% e alcançou a marca histórica de 2%. Desde o início da série, no ano de 1996, este foi o menor valor alcançado pelo índice.

A decisão foi tomada pelos analistas de mercado e não houve divergência na hora de definir o assunto. A preocupação com a crise gerada pelo coronavírus influenciou diretamente para haver o quinto corte somente em 2020. Além disso, esta é a nona redução seguida desde outubro de 2016.

Futuros cortes ainda poderão acontecer, no entanto, a análise será mais aprofundada. Desta forma, deverão serem analisados os dados referentes a trajetória fiscal e a inflação do país. Em sua ata, o Banco Central explicou a possibilidade de nova redução da taxa de juros Selic.

“Apesar de uma assimetria em seu balanço dos riscos, o Copom não antevê reduções no grau de estímulo monetário, a menos que expectativas de inflação, assim como projeções de inflação de seu cenário básico, estejam suficientemente próximas da meta”, explicou o Banco Central.

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Economia Mercado Negócios

Setor industrial apresentou crescimento

04/08/2020 por Redação

Setor industrial apresentou crescimento pela segunda vez seguida

Mesmo em meio à uma forte crise, o setor industrial apresentou crescimento pela segunda vez seguida. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a produção da indústria brasileira apresentou uma alta de 8,9% em relação a maio. Além disso, no mês anterior também havia sido registrado crescimento, porém de 8,2%.

Segundo as informações da Pesquisa Industrial Mensal, o crescimento atingiu praticamente todas as categorias que foram pesquisadas. Dito isto, é importante mencionar que duas categorias tiveram papel fundamental neste crescimento: a de veículos automotores, reboques e carrocerias e o setor de equipamentos de transporte. O primeiro mostrou um crescimento de 70% e o segundo um avanço de 141,9%, principalmente por conta da produção de motocicletas.

De acordo com André Macedo, um dos responsáveis pela pesquisa, é algo gratificante ver que o setor industrial apresentou crescimento. No entanto, os índices estão muito abaixo do esperado se comparado ao período anterior ao da pandemia do Covid-19. No ano, as perdas já alcançam o patamar de 10,9% e no período dos últimos doze meses a queda é de 5,6%. Se comparado ao mesmo período de 2019, houve uma retração de 9%

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Brasil Cinema Economia

Fim da meia-entrada

03/08/2020 por Redação

Ministério da Economia apoia o fim da meia-entrada

A polêmica discussão sobre o fim da meia-entrada continua, mas desta vez o apoio é mais forte. Isto é dito, pois o Ministério da Economia se pronunciou a favor do fim do benefício. Assim, havendo a extinção da meia-entrada, eventos culturais, sessões de cinema, jogos de futebol, shows, dentre outros, não teriam ingresso pela metade do preço.

A Ancine (Agência Nacional do Cinema), promoveu uma consulta pública sobre a obrigatoriedade legal da meia-entrada e seu impacto no mercado. De acordo com a agência, quase metade da população brasileira tem direito ao benefício e isso vem impactando o setor. Para se ter ideia, quase 80% dos ingressos vendidos nas salas de cinema brasileiras são para beneficiários da meia-entrada. Além disso, houve uma queda de 30% para 21,7% na venda dos ingressos inteiros de 2017 até o final do último ano. As informações são colhidas através do Sistema de Controle de Bilheteria (SBC).

Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica e presidente do Insper, falou sobre o assunto.

“O Brasil tem há muitos anos essa prática de criar distorções, em que se oferece um preço diferente para um certo grupo, e o que acontece é que o custo tem que ser coberto e preço cheio acaba ficando muito maior. Se todo mundo paga meia, a meia vira a entrada cheia. Isso expulsa quem paga o preço cheio do mercado, e aí o preço tem que subir mais ainda. É um ciclo vicioso.”

Seguindo esta linha, a Ancine também falou sobre o tema. Além disso, afirmou que o benefício da meia-entrada deveria ser restrito a um número menor de pessoas. Assim, havendo menor beneficiários, o valor integral dos ingressos poderia baixar e alcançar um número maior de pessoas.

“Para ser efetiva, a política de meia-entrada deveria beneficiar um menor número de pessoas, pois, a proporção de ingressos com meia-entrada vendidos é essencial para o alcance dos resultados. Quanto maior a proporção de ingressos vendidos sob meia-entrada, menor é o impacto real sobre a população beneficiada e maior é o valor do ingresso da categoria inteira. Dessa forma, recomenda-se a revisão dos critérios hoje adotados para a concessão do benefício da meia-entrada, de forma a deixá-los mais restritivos e focados em critérios que levem em conta majoritariamente a renda dos beneficiários”.

Enquanto a discussão sobre o fim da meia-entrada continua, as pessoas seguirão com o seu acesso garantido. Atualmente, existem três leis à nível federal que garantem a meia entrada para estudantes, jovens de baixa renda, pessoas com deficiência e adultos com mais de 60 anos. Mas não é só isso, estados como Rio de Janeiro e São Paulo possuem leis estaduais que também abordam o assunto.

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Economia Internacional

Economia dos Estados Unidos sofre queda histórica

30/07/2020 por Redação

Sob influência do Covid-19, economia dos Estados Unidos sofre queda histórica

Por conta da pandemia causada pelo Covid-19, economiados Estados Unidos sofre queda histórica. De acordo com o escritório de estatísticas econômicas (BEA), ligado ao Departamento de Comércio dos EUA, o PIB (Produto Interno Bruto) americano caiu 32,9% no segundo trimestre. Assim, alcançou a pior marca desde quando os dados começaram a ser analisados, em 1947.

Por outro lado, o número ficou abaixo do que os especialistas em economia haviam previsto, afinal estimavam que a queda poderia chegar a 34%. Ainda de acordo com os dados divulgados, o fechamento ou suspensão das atividades de comércio, bares, restaurantes, escolas e outros setores do tipo, afetaram o mercado. Segundo Victor Beyruti, analista da Guide Investimetnos, “o setor produtivo ficou muito debilitado, grande parte das empresas pararam de funcionar e tivemos a maior parte das demissões. Tudo isso acaba refletindo nesse trimestre.”

Brasil

Se a economia dos Estados Unidos sofre queda história, no Brasil as coisas também não andam bem. Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 62,4% das 2,8 milhões de empresas que estavam funcionando na segunda quinzena de junho foram afetadas negativamente por conta da pandemia. Assim, empresas de pequeno porte foram as que mais sofreram e sentiram o impacto gerado pelo caos do coronavírus.

Em relação ao território nacional, outro dado importante foi divulgado pela pesquisa do IBGE. As regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste foram as que mais sofreram com os impactos negativos. De acordo com o instituto, 72%, 65% e 63% das empresas dessas regiões alegaram problemas. Por outro lado, empresas das regiões Norte e Sul foram as que menos sentiram os problemas da pandemia ou afirmaram que as atividades seguiram normalmente.

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Economia Mercado Mercado de Trabalho

Recorde no endividamento familiar

29/07/2020 por Redação

Brasil bate recorde no endividamento familiar e o percentual alcançado foi de 67,4%

O mês de julho não foi nada bom para as famílias brasileiras, afinal o país bateu o recorde no endividamento familiar. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A qual é responsável por realizar a Pesquisa de Endividamento das Famílias. O percentual alcançado foi de 67,4%, 0,3 ponto percentual a mais que junho e 3,3 se comparado ao mesmo período de 2019.

Os tipos de dívidas existentes são bastante variados, passando por dívidas de empréstimos, financiamentos de imóveis e até prestação de veículos. No entanto, o maior índice de débitos é referente ao cartão de crédito, onde 76% das famílias possuem dívidas.

Por outro lado, não foram apenas notícias ruins que foram detectadas na nova pesquisa. De acordo com as informações do CNC, o número de famílias que se declararam como muito endividadas caiu de 16,1% para 15,5% em relação a passagem de junho para julho. Além disso, esta foi a primeira vez que houve queda neste dado desde o mês de janeiro.

Dessa forma, a situação segue preocupante e isso atinge mais a população com rendas baixas. Nesta linha, de acordo com a pesquisa, ficou comprovado que houve alta no inadimplemento das famílias que recebem até dez salários mínimos. Pois, alcançaram a marca de 29,7% em julho. Entretanto, os números dos que ganham acima de dez salários mínimos melhoraram. Assim, foi registrada uma queda de 0,2% no inadimplemento, ficando em 11,2%.

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Economia Mercado de Trabalho Negócios

Empresas não serão excluídas do Simples Nacional

28/07/2020 por Redação

Empresas não serão excluídas do Simples Nacional em 2020 mesmo estando inadimplentes

A crise econômica vem afetando o país e a boa notícia que chegou é que as micro e pequenas empresas não serão excluídas do Simples Nacional. Dessa forma, por conta da pandemia, a Receita Federal divulgou que os inadimplentes com o Simples não serão excluídos do programa em 2020. Então, a medida visa auxiliar os pequenos negócios em meio aos problemas enfrentados pelo coronavírus.

O pedido foi realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que foi atendido pelo fisco nacional. Assim, os pequenos empresários terão uma oportunidade para tentarem se reestabelecer após a crise. Então, segundo dados divulgados pelo Sebrae e pela FGV, a perda dessas empresas no período de pandemia chegou a 70% do faturamento normal.

Como as empresas não serão excluídas do Simples Nacional em 2020, a possibilidade de voltarem a ter seu faturamento habitual é grande. Ainda de acordo com as entidades, aos poucos a economia vem crescendo. Portanto, manter o regime que unifica a cobrança de tributos federais, estaduais e municipais num único boleto é fundamental para incentivar a retomada dos negócios de empresas de menor porte.

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Economia Mercado

Confiança do consumidor teve alta em julho

24/07/2020 por Redação

Apesar de ainda estar abaixo do esperado, confiança do consumidor teve alta em julho

Mesmo ainda não tendo atingido o seu patamar ideal, o ICC, Índice de Confiança do Consumidor teve alta em julho. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o crescimento entre junho e julho alcançou a casa de 7,7%. Assim, numa escala que é medida entre 0 e 200, o índice atingiu 78,8 pontos, sendo a sua terceira alta consecutiva.

Apesar de ter tido um aumento no indicador durante a passagem do último mês para o atual, a perspectiva de melhora tem mais relação com o segundo semestre. Contudo, boa parte da população ainda segue insatisfeita com o momento vivido e com relação às suas finanças. Dessa forma, quem explica melhor a situação é Viviane Seda Bittencourt, pesquisadora da FGV.

“A confiança dos consumidores manteve em julho a tendência de recuperação, motivada principalmente pela melhora das expectativas em relação à economia. Mas, apesar de acreditar numa recuperação da economia no segundo semestre, o consumidor continua insatisfeito com a situação presente e ainda não enxerga a melhora de suas finanças pessoais no horizonte de seis meses. Sem prazo para terminar, a pandemia parece ter um efeito mais acentuado nos consumidores, que ainda se sentem ameaçados com desemprego e perda de renda nas empresas.”

Como já dito, a confiança do consumidor teve alta no mês de julho. Entretanto, o indicador ainda não alcançou o patamar de fevereiro, período anterior à pandemia causada pelo coronavírus.

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